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US Open. Zverev esteve “13 anos sem ganhar um ‘major’” e em três meses ganhou dois
O tenista alemão Alexander Zverev lembrou ontem, após bater o norte-americano Ben Shelton na final do Open dos Estados Unidos, que andou “13 anos sem ganhar um ‘major’” e, em três meses, conquistou dois.
"Andámos 13 anos sem conseguir ganhar um ‘major’ e agora, em três meses, ganhámos dois. Penso que Deus viu o quanto trabalhámos, o quanto sofremos, por quanta dor passámos. Acho que 2026 é a recompensa por todos esses anos”, afirmou o novo campeão do quarto e último torneio do Grand Slam da época e de Roland Garros.
Alexander Zverev, número dois do mundo, precisou de quatro sets, com os parciais de 6-3, 7-6 (7-2), 5-7 e 6-2, para se impor ao jovem jogador da casa, de 23 anos, e tornar-se no primeiro tenista alemão desde Boris Becker, em 1989, a vencer em Nova Iorque.
Na hora da consagração, o germânico, de 29 anos, fez uma dedicatória especial à mãe, que raramente assiste aos seus encontros, mas tem sido um apoio incondicional desde tenra idade.
“Quero agradecer à pessoa mais importante da minha vida e carreira, que, aos meus quatro anos, quando fui diagnosticado com diabetes, recusou-se a aceitar que seria algo impeditivo para o filho ser o que quisesse ser. E que não ia ser isso a definir o meu caminho. É a pessoa mais importante e forte que conheço”, frisou o germânico, de 29 anos.
Já depois de elogiar “a pessoa e o jogador incrível que é o Ben [Shelton]”, em quem “apostaria dinheiro como vai voltar muitas mais vezes à final” em Nova Iorque, Zverev deixou rasgados elogios à família e equipa técnica do norte-americano, que jogou hoje a sua primeira final de um ‘major’.
Graças ao triunfo em Flushing Meadows, onde havia perdido o troféu para o amigo austríaco Dominic Tiem, em 2020, Alexander Zverev tornou-se no quarto tenista na Era Open a vencer os dois primeiros títulos do Grand Slam na mesma temporada.
Alexander Zverev, número dois do mundo, precisou de quatro sets, com os parciais de 6-3, 7-6 (7-2), 5-7 e 6-2, para se impor ao jovem jogador da casa, de 23 anos, e tornar-se no primeiro tenista alemão desde Boris Becker, em 1989, a vencer em Nova Iorque.
Na hora da consagração, o germânico, de 29 anos, fez uma dedicatória especial à mãe, que raramente assiste aos seus encontros, mas tem sido um apoio incondicional desde tenra idade.
“Quero agradecer à pessoa mais importante da minha vida e carreira, que, aos meus quatro anos, quando fui diagnosticado com diabetes, recusou-se a aceitar que seria algo impeditivo para o filho ser o que quisesse ser. E que não ia ser isso a definir o meu caminho. É a pessoa mais importante e forte que conheço”, frisou o germânico, de 29 anos.
Já depois de elogiar “a pessoa e o jogador incrível que é o Ben [Shelton]”, em quem “apostaria dinheiro como vai voltar muitas mais vezes à final” em Nova Iorque, Zverev deixou rasgados elogios à família e equipa técnica do norte-americano, que jogou hoje a sua primeira final de um ‘major’.
Graças ao triunfo em Flushing Meadows, onde havia perdido o troféu para o amigo austríaco Dominic Tiem, em 2020, Alexander Zverev tornou-se no quarto tenista na Era Open a vencer os dois primeiros títulos do Grand Slam na mesma temporada.