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Vasco Vilaça "confirante e preparado" para ataque australiano
Vasco Vilaça assumiu-se hoje “preparado” para responder no domingo ao ataque de Matthew Hauser e da seleção da Austrália, “confiante” de que vai manter a liderança do ranking e tornar-se campeão do Mundo de triatlo, em Pontevedra, Espanha.
“Diria que estou em posição positiva, porque sei que dependo só de mim e eles é que têm que atacar, têm que estar na ofensiva. Nós simplesmente temos que estar lá, não temos que fugir deles. Para as coisas correrem bem, nada melhor do que termos os portugueses juntos na frente a fugir de todos os outros”, disse.
No domingo, o líder do ranking mundial precisa classificar-se até quinto, enquanto o australiano que defende o título Mundial precisa vencer e meter pelo menos cinco atletas entre si e o português. Já Ricardo Batista defende o terceiro lugar, ameaçado por rival brasileiro e outro francês, contando a dupla atualmente no pódio provisório com a ajuda de João Nuno Batista e Miguel Tiago Silva.
“Eles vão estar sem dúvida a trabalhar ao ataque. Mas eu e o Ricardo, neste momento como primeiro e terceiro do campeonato, sem dúvida que queremos estar na frente para segurar essas posições. Não os podemos deixar fugir”, vincou, contando, no primeiro segmento, com a ajuda de Miguel Tiago Silva, dos melhores nadadores do pelotão.
Este ano, Matthew Hauser venceu Vasco Vilaça nas duas vezes em que se cruzaram, por escassos segundos, em Londres e Hamburgo, porém desta vez a margem de segurança do luso obriga o seu rival a estar permanentemente ao ataque e cavar um fosso entre ambos.
“Esta prova vai ser diferente, pois ele não vai lutar para me ganhar só mim. Precisa meter outros atletas entre nós e, por causa disso, não vai guardar as coisas para um sprint final. Vai querer atacar mais cedo e diria que isso será provavelmente melhor para mim, porque me põe mais em controlo da prova”, considerou.
Em distancias olímpicas, Vasco Vilaça foi vice-campeão do Mundo em 2020, em prova única em ano de covid-19, e medalha de bronze em 2025, quando partiu para a finalíssima em segundo lugar disposto a atacar o australiano, acabando por ver frustrada a sua ambição e descer um degrau na classificação.
“O Hauser é um grande atleta e na realidade é ele que me faz acordar todos os dias cheio de motivação para continuar e ser melhor. Temos uma relação muito saudável, embora não sejamos os melhores amigos. Ele quer muito ser campeão do Mundo, mas espero poder finalmente ser eu”, concluiu.
A final de domingo decorre às 17:00, horas de Lisboa.
No domingo, o líder do ranking mundial precisa classificar-se até quinto, enquanto o australiano que defende o título Mundial precisa vencer e meter pelo menos cinco atletas entre si e o português. Já Ricardo Batista defende o terceiro lugar, ameaçado por rival brasileiro e outro francês, contando a dupla atualmente no pódio provisório com a ajuda de João Nuno Batista e Miguel Tiago Silva.
“Eles vão estar sem dúvida a trabalhar ao ataque. Mas eu e o Ricardo, neste momento como primeiro e terceiro do campeonato, sem dúvida que queremos estar na frente para segurar essas posições. Não os podemos deixar fugir”, vincou, contando, no primeiro segmento, com a ajuda de Miguel Tiago Silva, dos melhores nadadores do pelotão.
Este ano, Matthew Hauser venceu Vasco Vilaça nas duas vezes em que se cruzaram, por escassos segundos, em Londres e Hamburgo, porém desta vez a margem de segurança do luso obriga o seu rival a estar permanentemente ao ataque e cavar um fosso entre ambos.
“Esta prova vai ser diferente, pois ele não vai lutar para me ganhar só mim. Precisa meter outros atletas entre nós e, por causa disso, não vai guardar as coisas para um sprint final. Vai querer atacar mais cedo e diria que isso será provavelmente melhor para mim, porque me põe mais em controlo da prova”, considerou.
Em distancias olímpicas, Vasco Vilaça foi vice-campeão do Mundo em 2020, em prova única em ano de covid-19, e medalha de bronze em 2025, quando partiu para a finalíssima em segundo lugar disposto a atacar o australiano, acabando por ver frustrada a sua ambição e descer um degrau na classificação.
“O Hauser é um grande atleta e na realidade é ele que me faz acordar todos os dias cheio de motivação para continuar e ser melhor. Temos uma relação muito saudável, embora não sejamos os melhores amigos. Ele quer muito ser campeão do Mundo, mas espero poder finalmente ser eu”, concluiu.
A final de domingo decorre às 17:00, horas de Lisboa.