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Volta a Itália de 2018 homenageia Bartali em Israel e `trepadores`, com oito chegadas em alto
A 101.ª edição da Volta a Itália, que vai para a estrada entre 04 e 27 de maio, terá oito chegadas em alto, incluindo ao temível Monte Zoncolan, e vai homenagear o 'campeoníssimo' ciclista italiano Gino Bartali.
O percurso de 3546 quilómetros, hoje apresentado em Milão, vai iniciar-se com um curto contrarrelógio em Jerusalém, primeira paragem da incursão da 'corsa rosa' por Israel, que servirá para homenagear o 'campeoníssimo' Gino Bartali, triplo vencedor do Giro (1936, 1937 e 1946), reconhecido pelo seu papel durante a II Guerra Mundial.
"As [três] etapas em Israel ser-lhe-ão dedicadas", confirmou hoje o diretor da prova, Mauro Vegni.
Após o 'crono' inicial de 9,7 quilómetros, o pelotão permanecerá outros dois dias em território israelita, antes de rumar à Sicília, onde enfrentará a primeira chegada em alto, no final da sexta etapa.
A montanha, ao contrário dos contrarrelógios -- além daquele que os ciclistas vão cumprir no primeiro dia, só haverá outro, na 16.ª etapa, num total de 34,5 quilómetros, entre Trente e Rovereto -, vai estar bem presente, com a 14.ª tirada a escalar o 'assustador' Zoncolan, pela mais difícil vertente de Ovaro (dez quilómetros com uma pendente média de 11% e troços de 22% de inclinação).
Para a última semana ficou reservado um 'tríptico' alpino, com o percurso a encadear chegadas consecutivas a Prato Nevoso (18.ª), Bardonnèche (19.ª) e Cervinia (20.ª).
No último dia, o vencedor da 101.ª edição poderá exibir a sua camisola rosa nos 118 quilómetros da última etapa, que vai começar e acabar em Roma, cidade que só em três ocasiões (1911, 1950 e 2009) recebeu o pódio final do Giro.
"As [três] etapas em Israel ser-lhe-ão dedicadas", confirmou hoje o diretor da prova, Mauro Vegni.
Após o 'crono' inicial de 9,7 quilómetros, o pelotão permanecerá outros dois dias em território israelita, antes de rumar à Sicília, onde enfrentará a primeira chegada em alto, no final da sexta etapa.
A montanha, ao contrário dos contrarrelógios -- além daquele que os ciclistas vão cumprir no primeiro dia, só haverá outro, na 16.ª etapa, num total de 34,5 quilómetros, entre Trente e Rovereto -, vai estar bem presente, com a 14.ª tirada a escalar o 'assustador' Zoncolan, pela mais difícil vertente de Ovaro (dez quilómetros com uma pendente média de 11% e troços de 22% de inclinação).
Para a última semana ficou reservado um 'tríptico' alpino, com o percurso a encadear chegadas consecutivas a Prato Nevoso (18.ª), Bardonnèche (19.ª) e Cervinia (20.ª).
No último dia, o vencedor da 101.ª edição poderá exibir a sua camisola rosa nos 118 quilómetros da última etapa, que vai começar e acabar em Roma, cidade que só em três ocasiões (1911, 1950 e 2009) recebeu o pódio final do Giro.