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Ciclismo
Volta atravessa Gerês
Os 108 corredores da 87.ª Volta a Portugal em bicicleta atravessam hoje o Parque Nacional da Peneda-Gerês, com restrições na subida da Mata da Albergaria, numa etapa que promete colocar à prova o camisola amarela, Alexis Guérin (Anicolor-Campicarn).
Com 153 quilómetros, a sétima etapa liga Vieira do Minho e a vila do Gerês e apresenta duas contagens de montanha de primeira categoria, na Mata da Albergaria, no concelho de Terras de Bouro, e no Alto de Germil, no concelho de Ponte da Barca, antes de terminar com uma subida de terceira categoria às termas do Gerês, apresentando um desnível acumulado de 3.188 metros, o terceiro maior da prova.
A primeira contagem de montanha do dia, localizada ao quilómetro 61,2, com uma extensão de 11,9 quilómetros e uma inclinação média de 5,9%, dar-se-á numa área do Parque Nacional classificada como Reserva da Biosfera da UNESCO desde 2009, e inclui várias condicionantes.
Além da interdição ao público, a organização contempla a exclusão de ciclistas que atirem resíduos para o chão no troço entre o parque de campismo do Vidoeiro e a Portela do Homem, a proibição de circulação dos veículos publicitários da caravana, a redução do número de veículos de apoio às equipas e do número de motos e o impedimento de captação de imagem por helicóptero e drones.
O pelotão atravessa território espanhol por 23 quilómetros após a Mata da Albergaria e reentra em território nacional para subir ao Alto de Germil, numa escalada com 6% de inclinação média e 12,2 quilómetros de extensão, dos quais 5,6 em piso empedrado.
Esses obstáculos podem agitar a luta pela classificação geral, após o camisola amarela, Alexis Guérin, ter perdido 23 segundos para o segundo classificado, o russo Artem Nych (Anicolor-Campicarn), e para o terceiro, o português Tiago Antunes (Efapel), na chegada a Peso da Régua, na quarta-feira.
A tirada inclui ainda três metas volantes, na Póvoa de Lanhoso, ao quilómetro 25,3, em Lindoso (94,1) e em Rio Caldo (143,9).
A primeira contagem de montanha do dia, localizada ao quilómetro 61,2, com uma extensão de 11,9 quilómetros e uma inclinação média de 5,9%, dar-se-á numa área do Parque Nacional classificada como Reserva da Biosfera da UNESCO desde 2009, e inclui várias condicionantes.
Além da interdição ao público, a organização contempla a exclusão de ciclistas que atirem resíduos para o chão no troço entre o parque de campismo do Vidoeiro e a Portela do Homem, a proibição de circulação dos veículos publicitários da caravana, a redução do número de veículos de apoio às equipas e do número de motos e o impedimento de captação de imagem por helicóptero e drones.
O pelotão atravessa território espanhol por 23 quilómetros após a Mata da Albergaria e reentra em território nacional para subir ao Alto de Germil, numa escalada com 6% de inclinação média e 12,2 quilómetros de extensão, dos quais 5,6 em piso empedrado.
Esses obstáculos podem agitar a luta pela classificação geral, após o camisola amarela, Alexis Guérin, ter perdido 23 segundos para o segundo classificado, o russo Artem Nych (Anicolor-Campicarn), e para o terceiro, o português Tiago Antunes (Efapel), na chegada a Peso da Régua, na quarta-feira.
A tirada inclui ainda três metas volantes, na Póvoa de Lanhoso, ao quilómetro 25,3, em Lindoso (94,1) e em Rio Caldo (143,9).
(Com Lusa)