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Ciclismo
Vuelta. Terceira etapa anulada devido à chuva torrencial e ao granizo
A terceira etapa da Volta a Espanha em bicicleta, entre Gruissan-Aude e Font Romeu, em território francês, foi hoje anulada a 15 quilómetros da meta, devido à chuva torrencial e ao granizo que se abateu sobre o pelotão.
Após anunciar a interrupção da tirada de 174 quilómetros, a organização já confirmou a anulação do percurso cumprido pelos 183 corredores em prova, em nota publicada na plataforma oficial que atualiza a corrida ao minuto.
Pouco após os dois ciclistas na dianteira, o luxemburguês Mats Wenzel (Kern Pharma) e o italiano Lorenzo Fortunato (XDS Astana), superarem o Col de Mont Louis, de primeira categoria, que iria anteceder uma breve descida e a subida final, vários ciclistas do pelotão deixaram a estrada à procura de abrigos improvisados, face à chuva e ao granizo persistentes.
Na frente do pelotão, que seguia a cerca de 40 segundos do duo da frente, o líder da classificação geral, Tadej Pogacar (UAE Emirates), fez um gesto a sugerir a interrupção da etapa, também face às condições da estrada, o que se confirmou pouco depois.
A classificação geral mantém-se inalterada, com Pogacar a liderar com o mesmo tempo do final da segunda etapa, à frente dos colegas de equipa portugueses, João Almeida, que é 26.º classificado, a 40 segundos, e Ivo Oliveira, 96.º, a 01.59 minutos.
O belga Wout Van Aert e o britânico Matthew Brennan, ambos da Visma/Lease a Bike, seguem na segunda e terceira posições, a nove e 10 segundos do líder, respetivamente.
Num dia que começou soalheiro, tornou-se gradualmente nublado e acabou com tempo impróprio para pedalar, Ethan Hayter (Soudal-Quick Step) voltou a integrar a fuga do dia, lançada mal se deu a partida real, em conjunto com Olivier Le Gac (Groupama-FDJ), Magnus Cort (Uno-X), Asbjorn Hellemose (Jayco AlUla), Timo Roosen (PicNic PostNL) e Mats Wenzel (Kern Pharma).
O grupo obteve uma vantagem máxima de 2.40 minutos para o resto dos corredores e iniciou a primeira ascensão do dia com uma diferença de minuto e meio, que esbater-se-ia.
A meio da subida ao Col de Mont Louis, precisamente a fase mais dura, com segmentos a atingirem 10% de inclinação, Mats Wenzel atacou entre os três ‘resistentes’ da fuga, e afastou-se de Hellemose, de imediato, e de Cort, um pouco mais tarde, em busca de uma vitória a ‘solo’ quando a diferença para o pelotão era de 40 segundos.
O italiano Lorenzo Fortunato (XDS Astana) atacou desde o pelotão e encostou-se a Wenzel a centenas de metros da contagem de montanha de primeira categoria, já sob chuva torrencial e granizo, condições meteorológicas que ditaram a suspensão da corrida, bem como dos pontos e bonificações somados ao longo do dia.
Embora seja a etapa em linha mais curta desta Vuelta, com 104,8 quilómetros, a tirada de terça-feira, com início e fim em Andorra-a-Velha, no principado de Andorra, é mais montanhosa do que a de hoje, com três contagens de primeira categoria e uma de terceira, a anteceder a descida de cinco quilómetros rumo à meta.
Pouco após os dois ciclistas na dianteira, o luxemburguês Mats Wenzel (Kern Pharma) e o italiano Lorenzo Fortunato (XDS Astana), superarem o Col de Mont Louis, de primeira categoria, que iria anteceder uma breve descida e a subida final, vários ciclistas do pelotão deixaram a estrada à procura de abrigos improvisados, face à chuva e ao granizo persistentes.
Na frente do pelotão, que seguia a cerca de 40 segundos do duo da frente, o líder da classificação geral, Tadej Pogacar (UAE Emirates), fez um gesto a sugerir a interrupção da etapa, também face às condições da estrada, o que se confirmou pouco depois.
A classificação geral mantém-se inalterada, com Pogacar a liderar com o mesmo tempo do final da segunda etapa, à frente dos colegas de equipa portugueses, João Almeida, que é 26.º classificado, a 40 segundos, e Ivo Oliveira, 96.º, a 01.59 minutos.
O belga Wout Van Aert e o britânico Matthew Brennan, ambos da Visma/Lease a Bike, seguem na segunda e terceira posições, a nove e 10 segundos do líder, respetivamente.
Num dia que começou soalheiro, tornou-se gradualmente nublado e acabou com tempo impróprio para pedalar, Ethan Hayter (Soudal-Quick Step) voltou a integrar a fuga do dia, lançada mal se deu a partida real, em conjunto com Olivier Le Gac (Groupama-FDJ), Magnus Cort (Uno-X), Asbjorn Hellemose (Jayco AlUla), Timo Roosen (PicNic PostNL) e Mats Wenzel (Kern Pharma).
O grupo obteve uma vantagem máxima de 2.40 minutos para o resto dos corredores e iniciou a primeira ascensão do dia com uma diferença de minuto e meio, que esbater-se-ia.
A meio da subida ao Col de Mont Louis, precisamente a fase mais dura, com segmentos a atingirem 10% de inclinação, Mats Wenzel atacou entre os três ‘resistentes’ da fuga, e afastou-se de Hellemose, de imediato, e de Cort, um pouco mais tarde, em busca de uma vitória a ‘solo’ quando a diferença para o pelotão era de 40 segundos.
O italiano Lorenzo Fortunato (XDS Astana) atacou desde o pelotão e encostou-se a Wenzel a centenas de metros da contagem de montanha de primeira categoria, já sob chuva torrencial e granizo, condições meteorológicas que ditaram a suspensão da corrida, bem como dos pontos e bonificações somados ao longo do dia.
Embora seja a etapa em linha mais curta desta Vuelta, com 104,8 quilómetros, a tirada de terça-feira, com início e fim em Andorra-a-Velha, no principado de Andorra, é mais montanhosa do que a de hoje, com três contagens de primeira categoria e uma de terceira, a anteceder a descida de cinco quilómetros rumo à meta.