Reportagem A situação dos incêndios em Portugal minuto a minuto

Ao quarto dia, o incêndio na Serra de Monchique continua a ameaçar o perímetro da vila, tendo atingido algumas habitações.

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23h40 - Interrompemos aqui o acompanhamento do incêndio de Monchique

Ao quarto dia, o fogo continua sem dar tréguas e volta a estar às portas da vila, à semelhança do que aconteceu no domingo.

A esta hora, mais de mil operacionais combatiam as chamas, apoiados por 329 meios terrestres, segundo informações disponibilizadas pela Proteção Civil.

23h04 - António Costa em "contacto permanente" com o MAI

No Twitter, o primeiro-ministro deixou uma "palavra de apoio". António Costa disse estar "solidário" com os agentes a trabalhar no terreno e com as populações afetadas.

O chefe do Governo garante que está em "contacto permanente" com o ministro da Administração Interna e com os autarcas. 


21h51 - Drone da RTP mostra destruição em Monchique

Três dias depois do início do incêndio de Monchique, é já visível a destruição no concelho. As imagens recolhidas pelo drone RTP mostram casas queimadas e carros carbonizados, árvores derrubadas pela força do fogo e o que parecem ser pequenas fábricas completamente destruídas.

O fogo já consumiu entre 15 mil a 20 mil hectares.


21h43 - Xavier Viegas aponta falta de faixas de contenção

O investigador Xavier Viegas disse que o incêndio de Monchique foi agravado pela falta de faixas de contenção. Em 2012, foi criado um plano para abrir essas faixas. O trabalho começou mas não foi concluído. Agora, segundo o investigador de Coimbra, o incêndio só vai parar quando as condições meteorológicas mudarem.


20h45 - Ponto de situação ao final da tarde



20h32 - Vários locais em situação preocupante

O comandante Abel Gomes, da Proteção Civil de Faro, aponta como locais que oferecem maior preocupação a zona da Fóia e o sítio da Cascalheira, ambos em Monchique, e a barragem de Odelouca, já no concelho de Silves.

20h29 - Fogo voltou a complicar-se

O incêndio que lavra em Monchique voltou a agravar-se durante e o quadro geral da operação é neste momento "muito complexo".

O segundo comandante operacional distrital da Proteção Civil de Faro, Abel Gomes, dá conta de uma "situação que infelizmente se alterou. Tínhamos uma situação mais favorável e registaram-se várias projeções, as quais tiveram um comportamento bastante violento".

20h15 - Marcelo Rebelo de Sousa visitou vítimas de incêndios

O Presidente da República explicou a meio do dia que não se deslocava a Monchique para não incomodar o trabalho dos bombeiros, mas durante a tarde fez questão de mostrar que continua atento aos incêndios que devastam áreas importantes do país.


20h01- Preocupação com as termas de Monchique

A situação do incêndio da serra de Monchique na zona das termas era esta tarde de "grande preocupação".

O presidente do município de Monchique, Rui André, referiu que na área das termas havia hotéis em risco e que uma frente do fogo se aproximava de uma quinta pedagógica do concelho vizinho de Silves.

18h40 - Fortes reativações em Monchique

A Autoridade Nacional de Proteção Civil dá conta de "fortes reativações" em todo o perímetro do incêndio de Monchique, devido à intensidade do vento.

17h54 - Ferida de Monchique com "prognóstico favorável"

A septuagenária vítima do incêndio de Monchique encontra-se hospitalizada na unidade de queimados do Hospital de São José, com "prognóstico favorável", de acordo com a indicação da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

17h09 - Fóia evacuada pelas autoridades devido ao incêndio de Monchique

O incêndio de Monchique já dura há três dias e continua a ameaçar várias povoações. Agora é a zona de Fóia, o ponto mais alto do Algarve, que está a ser evacuada, não sendo certo se é uma operação preventiva ou uma retirada de emergência.

16h54 - Ponto de situação em Monchique

A situação ameaça agravar-se com a possibilidade de reacendimentos. No terreno continuam envolvidos no combate às chamas 1100 homens, apoiados por 324 viaturas terrestres e 13 meios aéreos. Para já, foram assistidas 44 pessoas.


16h40 - Idosa ferida com prognóstico favorável

De acordo com um comunicado emitido pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, a mulher de 76 anos, vítima do incêndio de Monchique, está internada na Unidade de Cuidados Intensivos de Queimados do Hospital de S. José, de Lisboa, com a situação "estabilizada, sendo o prognóstico favorável".

O comunicado adianta que também em S. José está internada uma das raparigas que ficou ferida no incêndio de Estremoz: "A jovem está internada com queimaduras extensas. A situação clínica é grave e complexa, com prognóstico a definir face à evolução clínica".

Há ainda referência à outra jovem vítima do incêndio de Estremoz que está internada no Hospital de Santa Maria: "A jovem apresenta uma situação clínica grave, mas com boa resposta à terapêutica instituída".

15h30 - Autarca teme que incêndio tenha feito vitimas mortais

Em Portela da Cernada, o presidente da Câmara de Monchique, Rui André, ouvido pelo repórter da Antena1 Mário Antunes, disse recear que possam existir vítimas mortais, decorrentes do incêndio destes dias.

Rui André refere que houve pessoas que se recusaram a sair das habitações e as autoridades estão agora a fazer o rastreio nas aéreas ardidas.

"É um cenário que é possível. Esperemos que não venha a acontecer”


O presidente da câmara de Monchique diz ter conhecimento de vários edificados atingidos pelas chamas entre os quais habitações permanentes.

15h00 - Autoridades avaliam edificado ardido no fogo de Monchique

As autoridades estão a fazer uma avaliação de reconhecimento no terreno sobre o edificado ardido no incêndio da serra de Monchique, não havendo ainda uma quantificação precisa de casas afetadas, informou a Comissão Distrital de Proteção Civil de Faro.

"Há casas de primeira ou segunda habitação que pelo menos foram 'lambidas' pelo fogo. Veremos se têm condições de habitabilidade. Penso que terão muitas delas", disse o presidente da comissão, Jorge Botelho.

O responsável, que falava após uma reunião desta estrutura de coordenação política em Loulé, assegurou que as autoridades estão "a trabalhar para que a normalidade possa ser reposta nas condições possíveis" em relação às pessoas que foram retiradas de suas casas e colocadas em espaços provisórios.

14h45 - 25 incêndios ativos

Mais de 1700 operacionais apoiados por 523 meios terrestes e 15 aéreos estão a combater os 25 incêndios que estão ativos.

O que mais preocupa as autoridades é o incêndio que começou sexta-feira na Serra de Monchique. No local estão 1100 operacionais apoiados por 324 meios terrestes.

Dos 25 incêndios ativos, seis estão em curso, dois em fase de resolução e 17 em fase de conclusão.


14h30 - 160 militares ajudam no combate às chamas em Monchique

O incêndio que lavra na serra de Monchique está a ser combatido com a ajuda de 160 militares e seis máquinas de rasto do Exército e da Força Aérea, anunciou hoje o gabinete do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA).

"Encontram-se atualmente mobilizados 160 militares para apoiar a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) no combate ao incêndio de Monchique", refere o EMGFA num comunicado enviado às redações ao início da tarde.

Do total de militares destacados, 136 são do Exército, 19 da Marinha e cinco da Força Aérea.

Os militares estão a apoiar a retirada das populações, a "executar ações de patrulhamento no interior de Monchique, a realizar ações de consolidação e vigilância ativa pós incêndio no interior da serra e a assegurar abertura de vias com recurso a máquinas pesadas de engenharia (máquinas de rasto)".

A nota hoje divulgada refere que, "do total de militares já mobilizados para apoiar o combate ao incêndio em Monchique, mantém-se o empenhamento dos seis pelotões militares (cinco pelotões do Exército e um da Marinha) e o reforço com seis destacamentos de engenharia pesada, com cinco máquinas de rasto do Exército e uma da Força Aérea".

"Às ações específicas que se encontram em curso em Monchique acresce ainda o apoio logístico da Força Aérea à operação dos meios aéreos de combate a incêndios da ANPC a partir da base aérea de Beja", aponta também a nota enviada aos jornalistas.

Encontram-se ainda "40 militares do Exército em ações de consolidação e vigilância ativa pós-incêndio em Portalegre, e mais quatro militares, também do Exército, em ações de reforço de vigilância em Castelo Branco".

O EMGFA diz ainda que um total de 508 militares estão a reforçar o apoio à ANPC um pouco por todo o país.

14h07 - Aldeia de Alferce ficou cercada pelas chamas

A aldeia de Alferce, na Serra de Monchique, ficou durante a noite cercada pelas chamas. O jornalista Duarte Baltazar regressou esta manhã à estrada nacional 267, o local onde soaram os primeiros avisos da GNR ao final da tarde de domingo.

As chamas, que seguiam em direção a São Marcos da Serra, atravessaram toda a EN 267, desde a vila de Monchique até à aldeia de Alferce, provocando um rasto de destruição.

Todas as pessoas que habitam junto à estrada foram retiradas das suas casas de forma compulsiva por elementos da GNR. Foram transportadas até Alferce onde permaneceram durante quatro horas cercadas pelas chamas e durante cerca de oito a dez horas totalmente isoladas.

13h15 - Chamas consumiram casas de primeira habitação

O incêndio na Serra de Monchique ainda não está controlado há, no entanto, a expetativa que se consiga controlar nas próximas horas. O presidente da câmara afirma que entre as casas que arderam, algumas eram de primeira habitação.

O presidente da Câmara de Monchique, Rui André, afirmou à RTP que “neste momento estamos numa situação bastante crítica. Porque na verdade temos 95 por cento do perímetro do incêndio que está em consolidação, não tem chamas ativas. Os cinco por cento restantes representam seis pontos críticos”.

Segundo Rui André, esses pontos críticos “não permitem neste momento a intervenção. Porque os meios aéreos não podem operar com este fumo que temos. Mas por outro lado, assim que começar a fazer vento, que é o que esperamos nas próximas horas, haverá condições para os meios aéreos operarem. Mas por outro lado, vai fazer com que essas zonas quentes possam ser foco de reacendimentos ou inícios de novas projeções”.

“É uma situação bastante crítica. Estamos obviamente confiantes mas estamos muito dependentes das questões climatéricas”.

Para o autarca ainda “é cedo para fazer um ponto de situação rigoroso” às casas que arderam. No entanto, realça que existem “bastantes casas ardidas e algumas delas de primeira habitação”.

Em relação aos feridos, Rui André realça que a maioria foi por “cansaço, fadiga. Porque têm sido dias de muito trabalho”.

“Esta noite foi muito proveitosa, e daí os resultados que acabei de referir. Mas que resultaram de um trabalho muito musculado destes Homens que fizeram um trabalho excecional”, elogiou.

O presidente da Câmara reconhece que ontem se viveu um “cenário dantesco” e com as chamas a aproximarem-se do perímetro da vila criou-se “um momento de bastante pânico”.

12h52 - 95% do perímetro do incêndio sem chama ativa

O comandante distrital da Proteção Civil, também membro da comissão distrital de proteção civil, confirma a informação dada, de que "95% do perímetro do incêndio não tem chama ativa", existindo no entanto "alguns pontos quentes que merecenm preocupação", até porque os meios aéreos estavam impedidos de trabalhar.No entanto, realçou que durante a noite, o efetivo foi capaz de controlar uma frente com 13 km de extensão.

"As operações estão a correr bem, mas temos de ser realistas porque o incêndio ainda se desenvolve numa área de elevada perigosidade e não pode ser alvo de experimentalismos", acrescenta o comandante Vaz Pinto.

Realçando que quem está no momento no terreno é o segundo comandante distrital, Vaz Pinto acrescenta ainda que os meios aéreos estão disponíveis e vão começar a trabalhar logo que as condições meteorológicas o permitam.

12h46 - "Sabemos que há casas ardidas"

Jorge Botelho  diz ter conhecimento de casas ardidas, mas acrescenta que não há uma quantificação real feita, já que ainda há operações a decorrer.

12h40 - Proteção civil faz um ponto de situação operacional

De acordo com Jorge Botelho, o porta-voz da comissão distrital de proteção civil, o órgão político da proteção civil que se reuniu esta manhã, 95% do perímetro do incêndio está considerado dominado e garante que a comissão tem "confiança" no sistema e nos operacionais que estão no terreno para debelarem a situação "nas próximas horas".

12h05 – Helicópteros em terra

Os helicópteros que se encontram em Monchique não podem levantar devido ao intenso fumo originado pelo incêndio, mas prevê-se que comecem a atuar logo que o fumo se dissipe.

A falta de visibilidade também dificultou a avaliação das áreas afetadas pelo fogo por parte das autoridades, que ao início da manhã realizaram um voo de reconhecimento sobre a serra de Monchique.

As temperaturas continuam muito elevadas, com os termómetros a registarem 33º.

No combate às chamas, que estão afastadas da vila de Monchique mas que continuam com grande intensidade, estão mais de 1000 operacionais apoiados por 357 viaturas.

12h00 - Portugal pede mapas do sistema Copernicus à UE para ajudar combate

Portugal endereçou à Comissão Europeia um pedido de mapeamento territorial, através do sistema de emergência da União Europeia (UE) de navegação por satélite Copernicus, para ajudar a combater os fogos, anunciou hoje a porta-voz comunitária.

"Recebemos pedidos da Letónia, Espanha e Portugal para providenciar mapas por satélite para ajudar estes países a combater os fogos nos seus territórios. Estamos no processo de responder a estes pedidos, nomeadamente com dez mapas para Portugal, 13 para Espanha, e dois para a Letónia", precisou Mina Andreeva, na conferência de imprensa diária da Comissão Europeia, em Bruxelas.

O sistema de emergência da UE de navegação por satélite Copernicus é um programa europeu para a observação da Terra e assenta numa parceria estabelecida entre Bruxelas, a Agência Espacial Europeia e os vários Estados-membros.

O objetivo maior do Copernicus é a disponibilização de serviços que permitam o acesso atempado a dados e informação rigorosos e fiáveis sobre o ambiente, proteção civil e segurança do cidadão.

11h45 - Será feito um reforço ao combate às chamas em Monchique

Marcelo Rebelo de Sousa tem estado em contacto com o ministro da Administração Interna e declarou que esta segunda-feira será feito um reforço ao combate às chamas com mais dois meios aéreos e a renovação dos meios terrestres.

O Presidente acredita que a redução da temperatura e a diminuição dos ventos que deverão acontecer hoje poderão ajudar na luta contra o fogo.

"Não se pode ser muito otimista nem muito pessimista", afirma Marcelo, que para já não visitará Monchique para não "perturbar" o combate às operações.

"Quando tiver a noção de que a fase operacional está a terminar ou está terminada, em conjugação com o Governo ponderarei eventualmente ir a Monchique", declarou.

11h30 - Sem condições para regressar às habitações

O presidente da Junta de Freguesia de Monchique, José Gonçalves Duarte, afirma que ainda não estão asseguradas as condições para que as pessoas, que foram obrigadas a deixar as suas casas, possam regressar. Os mais 100 deslocados vão permanecer na escola EB 2/3 de Monchique.

“Como é óbvio é uma escola e não tem as melhores condições para albergar gente idosa e algumas pessoas com mobilidade reduzida. Depois estão um pouco nervosas”, afirmou José Gonçalves Duarte à Antena1.

O autarca acrescenta que estão a fazer todos os esforços para os transferir “para outros locais do concelho onde tenham mais condições. Outras escolas ou centros de acolhimento de apoio a viajantes”.

“Não há condições para a maioria delas regressarem” às suas habitações. “Está a ser feito agora trabalho de consolidação nalguns pontos. Mas ainda há situações de muita preocupação na área do concelho”.


O presidente da Junta da Freguesia de Monchique considera que “é natural” que as pessoas que foram obrigadas a deixar as suas casas fiquem com alguma “situação de stress”.

“Não sabem muito bem o que aconteceu com as suas propriedades”, rematou.

O repórter da Antena1 Mário Antunes, está em Monchique e ouviu um dos habitantes de Cruz de Madeiros, que foi retirado esta noite da serra pelas autoridades.

José Lourenço, de 80 anos, perdeu parte do que tinha nos incêndios de 2003, e não esconde a revolta por voltar a estar nesta situação.

10h15- Espanha disponibilizou dois meios aéreos

O secretário de Estado da Proteção Civil, Artur Neves, revelou numa conferência de imprensa em Monchique que Espanha já disponibilizou dois canadairs, “que caso haja condições podem atuar hoje mesmo”.

Segundo o governante, elementos espanhóis já domingo “deram uma ajuda” no combate às chamas na zona de Marvão e “estivemos nós a ajudar também na zona de Badajoz”.

Artur Neves elogia “o grande esforço dos portugueses na limpeza do que era absoluta prioridade”.

O secretário de Estado da Proteção Civil frisa que apesar “da limpeza à volta da casa e à volta da aldeia” não é possível proteger as “pessoas que lá possam estra”.

“Daí a necessidade de se evacuar previamente, para que, com total garantia se possa sair em segurança”, realçou.
10h00 – 44 pessoas assistidas

Desde o início do incêndio, já houve 44 pessoas assistidas, 31 das quais agentes da Proteção Civil e 13 civis. O fogo provocou até agora um total de 25 feridos, de localidades dispersas, dos quais apenas uma mulher de 72 anos está em estado grave, tendo sido transportada para o Hospital de São José, em Lisboa.

Abel Gomes, segundo comandante Distrital da Proteção Civil de Faro, afirma que com o quadro meteorológico adverso que está previsto, a partir do meio-dia, é uma das preocupações no combate às chamas na Serra de Monchique.

“Vai haver novamente a intensidade de ventos”, e a direção é São Marcos da Serra.

Em relação às Caldas de Monchique a situação continua “muito crítica”.

Abel Gomes revelou que a Proteção Civil não tem conhecimento de nenhuma habitação que tenha sido consumida pelas chamas. 

De acordo com o segundo comandante operacional distrital de Faro "neste momento a situação é muito mais favorável do que foi durante a noite", mas mantêm-se "situações que são sensíveis e merecem preocupação", havendo uma limitação no que respeita à atuação de meios aéreos, que não conseguem operar devido ao fumo intenso.

O comandante Abel Gomes explicou ainda que, na noite de domingo, as populações de Caldas de Monchique, Rasmalho, Monchicão, Barranco do Banho e Montinho tiveram de ser retiradas como medida de precaução.

09h45 – 15 incêndios ativos

Em todo o país, estão 15 incêndios ativos. No combate às chamas estão 1553 operacionais apoiados por 461 meios terrestes e 11 meios aéreos.

Segundo o site da Proteção Civil, dos 15 incêndios, quatro estão em curso, um em fase de resolução e 10 em fase de conclusão.

09h40 – Fogo com duas frentes ativas

O incêndio que lavra em Monchique desde sexta-feira está neste momento com duas frentes ativas. Uma em direção a sul e a outra a este, rumo à localidade de São Marcos da Serra, no concelho de Silves.

09h30 – Oito meios aéreos no local

As chamas em Monchique estão a ser combatidas por 1085 operacionais, apoiados por 316 meios terrestres e oito meios aéreos.

09h00 – Chamas destruíram algumas casas

As chamas que durante a noite não deram tréguas em Monchique destruíram parcialmente algumas habitações na aldeia de Alferce.

A GNR foi obrigada a retirar compulsivamente os habitantes de algumas casas.

08h50 - Estrada cortada

A estrada que liga Monchique à a aldeia de Alferce foi cortada às 08h00 da manhã.

A frente ativa principal lavra em direção a São Marcos da Serra, no concelho de Silves.

O8h35 – Ponto da situação

Vinte e quatro pessoas ficaram feridas, uma delas com gravidade, durante a noite no incêndio que lavra desde sexta-feira no concelho de Monchique. O ferido grave é uma senhora de 72 anos que foi transportada de helicóptero para o hospital de Santa Maria.


Ao início da manhã, o incêndio progredia em duas frentes: uma em direção a Caldas de Monchique, Podalgais e Vale do Boi e outra a avançar em direção à freguesia de São Marcos da Serra.

Durante a última noite, o fogo ladeou a barragem de Odelouca, que ao início da manhã de hoje progredia em direção à Estrada Nacional 124 (Sul) e que foram colocadas no terreno diversas máquinas de rastro para tentar travar o avanço das chamas.

As chamas obrigaram a evacuar várias localidades. Uma unidade hoteleira, no lugar do Montinho, foi evacuada cerca da meia-noite, com os hóspedes a serem distribuídos por outros dois hotéis.
O fogo não deu tréguas e as autoridades tiveram que evacuar um hotel de cinco estrelas, nas imediações da Caldas de Monchique, foi evacuado durante a madrugada.

Emissão da Antena 1

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