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Europeu Andebol. Portugal estreia-se com triunfo frente à Roménia
Portugal entrou esta sexta-feira a vencer na nona participação em fases finais de Europeus de andebol, ao superiorizar-se à Roménia, por 40-34, num encontro em que anulou uma desvantagem inicial e chegou ao intervalo muito confortável.
Na cidade dinamarquesa de Herning, os ‘heróis do mar’ ainda foram surpreendidos nos instantes iniciais, mas rapidamente meteram os romenos no ‘bolso’ sem terem de acelerar muito jogo, conseguindo chegar ao tempo de descanso a vencer por 23-15.
À procura de replicar, ou até melhorar, o sexto lugar conseguido na edição de 2020, os lusos depararam-se com opoente muito organizado no capítulo defensivo, obrigando Portugal a jogar longe da baliza e a errar.
A Roménia, que disputa a fase final pela quarta vez - tendo como melhor registo o nono lugar em 1996 -, mas que se sagrou campeã mundial em quatro ocasiões (1961, 1964, 1970 e 1974), aproveitou para surpreender e colocou-se a ganhar nos primeiros cinco minutos, por dois golos, em dois momentos (3-1 e 4-2).
Só que, depois, começou a ficar evidente a diferença de qualidade, com várias falhas técnicas no ataque, e Portugal disse ‘obrigado’ para passar a liderar confortavelmente o desafio, na Jyske Bank Boxen.
O lateral Miguel Neves, um dos seis estreantes do grupo, foi o autor primeiro golo de Portugal na 17.ª fase final do Euro, mas também acabou expulso perto do final, e num ápice a diferença no placard chegou aos nove golos (19-10), com quase todos os jogadores a marcarem, já que o selecionador Paulo Jorge Pereira aproveitou para dar minutos a quase todos.
Apesar da ‘gorda’ vantagem conseguida nos primeiros 30 minutos, Portugal não abrandou o ritmo e foi à procura de marcar o maior número de golos possível e, neste capitulo, houve dois jogadores que muito contribuíram: Francisco Costa (nove golos) e Martim Costa (sete).
O guarda-redes Gustavo Capdeville também esteve em bom plano entre os postes, com quase uma dezena de defesas importantes, e foi rendido pelo estreante Diogo Valério, numa altura em que também houve nova gestão nos jogadores de campo.
Pedro Tonicher, que hoje celebra 23 anos, e o central Filipe Monteiro foram preteridos da ficha de jogo e viram o encontro da bancada.
No domingo, novamente às 17:00 (horas de Lisboa), os ‘heróis do mar’ defrontam a Macedónia do Norte, que hoje mede forças com a Dinamarca, anfitriã e tetracampeã campeã mundial, adversária dos lusos na terça-feira.
Jogo na Jyske Bank Boxen, em Herning.
Portugal – Roménia, 40-34.
Ao intervalo: 23-15.
Com arbitragem de Mirza Kurtagic e Mattias Wetterwik, ambos da Suécia, as seleções alinharam e marcaram:
- Portugal (40): Gustavo Capdeville, Rui Silva, Francisco Costa (9), Salvador (6), Luís Frade, António Areia (2) e Diogo Branquinho (1).
Jogaram ainda Rui Silva (1), Iturriza (2), Leonel Fernandes (2), Miguel Neves (4), João Gomes (1), Martim Costa (7), Luís Frade (3), José Ferreira, Ricardo Brandão (2), Gabriel Cavalcanti e Diogo Valério.
Selecionador: Paulo Jorge Pereira.
- Roménia (34): Iancu, Militaru, Szasz (4), Ghita (2), Buzle (6), Andrei e Grigore (1).
Jogaram ainda Veres (2), Calin (3), Nistor (4), Botea, Cumpanici (1), Popescu, Stanescu (1), Stanciuc (8) e Racotea (2).
Selecionador: George Buricea.
Assistência: 10.908 espetadores.
À procura de replicar, ou até melhorar, o sexto lugar conseguido na edição de 2020, os lusos depararam-se com opoente muito organizado no capítulo defensivo, obrigando Portugal a jogar longe da baliza e a errar.
A Roménia, que disputa a fase final pela quarta vez - tendo como melhor registo o nono lugar em 1996 -, mas que se sagrou campeã mundial em quatro ocasiões (1961, 1964, 1970 e 1974), aproveitou para surpreender e colocou-se a ganhar nos primeiros cinco minutos, por dois golos, em dois momentos (3-1 e 4-2).
Só que, depois, começou a ficar evidente a diferença de qualidade, com várias falhas técnicas no ataque, e Portugal disse ‘obrigado’ para passar a liderar confortavelmente o desafio, na Jyske Bank Boxen.
O lateral Miguel Neves, um dos seis estreantes do grupo, foi o autor primeiro golo de Portugal na 17.ª fase final do Euro, mas também acabou expulso perto do final, e num ápice a diferença no placard chegou aos nove golos (19-10), com quase todos os jogadores a marcarem, já que o selecionador Paulo Jorge Pereira aproveitou para dar minutos a quase todos.
Apesar da ‘gorda’ vantagem conseguida nos primeiros 30 minutos, Portugal não abrandou o ritmo e foi à procura de marcar o maior número de golos possível e, neste capitulo, houve dois jogadores que muito contribuíram: Francisco Costa (nove golos) e Martim Costa (sete).
O guarda-redes Gustavo Capdeville também esteve em bom plano entre os postes, com quase uma dezena de defesas importantes, e foi rendido pelo estreante Diogo Valério, numa altura em que também houve nova gestão nos jogadores de campo.
Pedro Tonicher, que hoje celebra 23 anos, e o central Filipe Monteiro foram preteridos da ficha de jogo e viram o encontro da bancada.
No domingo, novamente às 17:00 (horas de Lisboa), os ‘heróis do mar’ defrontam a Macedónia do Norte, que hoje mede forças com a Dinamarca, anfitriã e tetracampeã campeã mundial, adversária dos lusos na terça-feira.
Jogo na Jyske Bank Boxen, em Herning.
Portugal – Roménia, 40-34.
Ao intervalo: 23-15.
Com arbitragem de Mirza Kurtagic e Mattias Wetterwik, ambos da Suécia, as seleções alinharam e marcaram:
- Portugal (40): Gustavo Capdeville, Rui Silva, Francisco Costa (9), Salvador (6), Luís Frade, António Areia (2) e Diogo Branquinho (1).
Jogaram ainda Rui Silva (1), Iturriza (2), Leonel Fernandes (2), Miguel Neves (4), João Gomes (1), Martim Costa (7), Luís Frade (3), José Ferreira, Ricardo Brandão (2), Gabriel Cavalcanti e Diogo Valério.
Selecionador: Paulo Jorge Pereira.
- Roménia (34): Iancu, Militaru, Szasz (4), Ghita (2), Buzle (6), Andrei e Grigore (1).
Jogaram ainda Veres (2), Calin (3), Nistor (4), Botea, Cumpanici (1), Popescu, Stanescu (1), Stanciuc (8) e Racotea (2).
Selecionador: George Buricea.
Assistência: 10.908 espetadores.