Seleção Nacional
Hóquei
Hóquei/Mundial sub-19. Portugal procura título que escapa desde 2017
A campeã Espanha, com cinco medalhas de ouro, e o vice-campeão Portugal, com quatro, mas sem vencer desde 2017, são os dominadores do Mundial sub-19 de hóquei em patins, a decorrer de domingo a 10 de outubro, no Paraguai.
Há dois anos, na cidade italiana de Novara, Portugal falhou a conquista do título, que lhe escapa desde 2017, na China, ao perder por 3-1 com a Espanha, numa partida em que os árbitros não viram um golo luso, que furou as redes da baliza.
Ao longo das onze edições oficiais da prova, que teve início em 2003, Portugal somou quatro medalhas de ouro, quatro de prata e uma de bronze, num total de nove, enquanto a Espanha conquistou cinco de ouro, quatro de prata e uma de bronze (10).
Além das seleções ibéricas, apenas a Argentina ergueu por duas vezes o troféu, para além de ter somado duas medalhas de prata e três de bronze, num total de sete. A Itália subiu por três vezes ao pódio, o Chile duas e a França uma.
Portugal venceu a primeira edição do Mundial sub-19 (na altura sub-20), disputada em 2003, no Uruguai, após o que registou um jejum nas quatro edições seguintes, de hegemonia para a Espanha, com três títulos (2007, 2009 e 2011), e ainda um para a Argentina (2005).
Após ter sido vice-campeão por três vezes, em 2007, em Santiago do Chile, em 2009, em Bassano, em Itália, e em 2011, em Barcelos, Portugal respondeu ao tri-campeonato da Espanha com a conquista do ‘tri’ nas edições de 2013, 2015 e 2017.
Os papéis ibéricos nessas três edições inverteram-se, tendo a Espanha terminado por três vezes como vice-campeã. As medalhas de bronze foram entregues às seleções da Argentina (2013), França (2015) e Itália (2017).
Nas últimas três edições, Portugal terminou como vice-campeão em 2024, em Novara, após ter falhado o pódio em 2022, em São Juan – que teve como vencedora a anfitriã Argentina – e de ter sido bronze em 2019, em Barcelona, em Espanha.
Portugal está inserido no Grupo B da fase preliminar, com as seleções da Colômbia, França e Índia. O Grupo A integra a campeã em título Espanha, Itália, Argentina e Suíça.
Todas as oito seleções apuram-se para os quartos de final do Mundial e jogam cruzado entre si, consoante a classificação de cada um dos grupos. As meias-finais estão previstas para 09 de outubro e a final decorre no dia seguinte.
Ao longo das onze edições oficiais da prova, que teve início em 2003, Portugal somou quatro medalhas de ouro, quatro de prata e uma de bronze, num total de nove, enquanto a Espanha conquistou cinco de ouro, quatro de prata e uma de bronze (10).
Além das seleções ibéricas, apenas a Argentina ergueu por duas vezes o troféu, para além de ter somado duas medalhas de prata e três de bronze, num total de sete. A Itália subiu por três vezes ao pódio, o Chile duas e a França uma.
Portugal venceu a primeira edição do Mundial sub-19 (na altura sub-20), disputada em 2003, no Uruguai, após o que registou um jejum nas quatro edições seguintes, de hegemonia para a Espanha, com três títulos (2007, 2009 e 2011), e ainda um para a Argentina (2005).
Após ter sido vice-campeão por três vezes, em 2007, em Santiago do Chile, em 2009, em Bassano, em Itália, e em 2011, em Barcelos, Portugal respondeu ao tri-campeonato da Espanha com a conquista do ‘tri’ nas edições de 2013, 2015 e 2017.
Os papéis ibéricos nessas três edições inverteram-se, tendo a Espanha terminado por três vezes como vice-campeã. As medalhas de bronze foram entregues às seleções da Argentina (2013), França (2015) e Itália (2017).
Nas últimas três edições, Portugal terminou como vice-campeão em 2024, em Novara, após ter falhado o pódio em 2022, em São Juan – que teve como vencedora a anfitriã Argentina – e de ter sido bronze em 2019, em Barcelona, em Espanha.
Portugal está inserido no Grupo B da fase preliminar, com as seleções da Colômbia, França e Índia. O Grupo A integra a campeã em título Espanha, Itália, Argentina e Suíça.
Todas as oito seleções apuram-se para os quartos de final do Mundial e jogam cruzado entre si, consoante a classificação de cada um dos grupos. As meias-finais estão previstas para 09 de outubro e a final decorre no dia seguinte.
O 12.º Mundial de hóquei em patins de sub-19 decorre integrado na quinta edição dos World Skate Games, evento que decorre no Paraguai, um país sem tradição no hóquei em patins e sem seleções a competir.
Desafio está em “gerir a ansiedade” própria da idade
O selecionador da seleção portuguesa Sub 19 de hóquei em patins reconhece que um dos desafios do mundial é gerir a ansiedade e excesso de confiança dos atletas, porque há qualidade para vencer o campeonato.
“Às vezes é preciso travar esta fogosidade que eles têm de querer ir e partir. Hoje em dia, a própria estrutura do hóquei é diferente em estratégia em termos de jogo. O jogo é completamente partido e esta juventude está habituada a partir completamente”, indicou Vasco Vaz.
O selecionador dos Sub 19 reconheceu à agência Lusa que o trabalho do estágio no Luso, concelho da Mealhada, distrito de Aveiro, que antecedeu a partida para o Mundial no Paraguai, “serviu precisamente para treinar isso”.
Os atletas selecionados já se acompanham há dois anos – na sua maioria estiveram juntos no Sub 17 -, o que “acaba por ser uma mais-valia no companheirismo”, mas depois, “há uma diferença enorme” nos campeonatos, e este é um mundial quando “estão habituados a europeus”, e “é preciso gerir a ansiedade” dessa novidade.
“É um Mundial num continente que, para nós, é extremamente difícil. […] E no Paraguai não sabemos bem o que vamos encontrar, esperamos que as condições sejam de boa prática”, desejou Vasco Vaz que tem experiência em mundiais
Por isso, “a ansiedade, que precisa de ser gerida, vai sê-lo ao longo do tempo” para chegarem à competição e “mostrar que têm valor”, admitiu o selecionador que disse lembrar os atletas que “são uns felizardos”.
“Este lote é de excelência, se não fosse não estavam cá. Temos, de ano para ano, mais talentos, para nós selecionadores é bom, porque temos um lote maior, mais alargado de escolha”, reconheceu.
Para o troféu final, no Paraguai, Vasco Vaz entende que “há as seleções que são sempre candidatas “como Espanha, Itália, Argentina e Portugal” e, por isso, acredita, “é no lote dessas que vai sair o vencedor”, esperando que seja Portugal.
Uma crença que para o capitão da equipa, Tomás Almeida, é certa, uma vez que considerou que o “grupo está bastante preparado” e que no final serão “bastante felizes”.
“Acho que não devemos ter medo de nenhuma seleção, porque somos Portugal, uma seleção muito grande no hóquei em patins e acho que devemos estar sem medo de nenhuma e confiantes para jogar com qualquer seleção”, afirmou.
Ainda assim, Tomás Almeida disse acreditar que “não há uma seleção fácil” de enfrentar, “todas são difíceis, mas o importante é “acreditar e estar confiantes” que vão “vencer qualquer seleção”.
A seleção de sub-19 viajou para o Paraguai na quinta-feira e tem o primeiro jogo do Mundial de hóquei em patins agendado para o dia 04 de outubro, frente à Colômbia.
“Às vezes é preciso travar esta fogosidade que eles têm de querer ir e partir. Hoje em dia, a própria estrutura do hóquei é diferente em estratégia em termos de jogo. O jogo é completamente partido e esta juventude está habituada a partir completamente”, indicou Vasco Vaz.
O selecionador dos Sub 19 reconheceu à agência Lusa que o trabalho do estágio no Luso, concelho da Mealhada, distrito de Aveiro, que antecedeu a partida para o Mundial no Paraguai, “serviu precisamente para treinar isso”.
Os atletas selecionados já se acompanham há dois anos – na sua maioria estiveram juntos no Sub 17 -, o que “acaba por ser uma mais-valia no companheirismo”, mas depois, “há uma diferença enorme” nos campeonatos, e este é um mundial quando “estão habituados a europeus”, e “é preciso gerir a ansiedade” dessa novidade.
“É um Mundial num continente que, para nós, é extremamente difícil. […] E no Paraguai não sabemos bem o que vamos encontrar, esperamos que as condições sejam de boa prática”, desejou Vasco Vaz que tem experiência em mundiais
Por isso, “a ansiedade, que precisa de ser gerida, vai sê-lo ao longo do tempo” para chegarem à competição e “mostrar que têm valor”, admitiu o selecionador que disse lembrar os atletas que “são uns felizardos”.
“Este lote é de excelência, se não fosse não estavam cá. Temos, de ano para ano, mais talentos, para nós selecionadores é bom, porque temos um lote maior, mais alargado de escolha”, reconheceu.
Para o troféu final, no Paraguai, Vasco Vaz entende que “há as seleções que são sempre candidatas “como Espanha, Itália, Argentina e Portugal” e, por isso, acredita, “é no lote dessas que vai sair o vencedor”, esperando que seja Portugal.
Uma crença que para o capitão da equipa, Tomás Almeida, é certa, uma vez que considerou que o “grupo está bastante preparado” e que no final serão “bastante felizes”.
“Acho que não devemos ter medo de nenhuma seleção, porque somos Portugal, uma seleção muito grande no hóquei em patins e acho que devemos estar sem medo de nenhuma e confiantes para jogar com qualquer seleção”, afirmou.
Ainda assim, Tomás Almeida disse acreditar que “não há uma seleção fácil” de enfrentar, “todas são difíceis, mas o importante é “acreditar e estar confiantes” que vão “vencer qualquer seleção”.
A seleção de sub-19 viajou para o Paraguai na quinta-feira e tem o primeiro jogo do Mundial de hóquei em patins agendado para o dia 04 de outubro, frente à Colômbia.