Seleção Nacional
Futsal
Mundial de futsal. Bebé quer continuar a divertir-se
O guarda-redes Bebé pretende continuar a “aproveitar ao máximo” o “privilégio de jogar futsal”, numa altura em que, aos 38 anos, é o titular da baliza da seleção portuguesa no Mundial, na véspera das meias-finais.
“Hoje, divirto-me muito mais a jogar do que quando tinha 28 anos. O meu objetivo é prolongar este prazer, gozo e felicidade de fazer algo que gosto o máximo possível. Não penso no futuro. Quero aproveitar ao máximo poder ter este privilégio de jogar futsal, pois sei que, quando deixar, não voltarei mais”, afirmou, em entrevista à Lusa.
Contudo, Bebé tem “plena consciência” de que se encontra “mais perto do fim” da sua carreira, embora assegure que “vai continuar a jogar”, pois está “muito feliz” e com o foco apenas em dar o máximo pela equipa das quinas, em busca de algo histórico.
“Estou sempre à espera de ajudar a equipa, com muito ou pouco trabalho. O ideal era não ter trabalho nenhum, mas sabemos que isso não é possível. Estou preparado para ajudar a equipa no que for preciso, com uma ou 20 defesas. Quero ajudar a equipa a atingir a tão desejada final”, sublinhou o atleta que representa o Leões de Porto Salvo.
Na ressaca de uma vitória com contornos épicos frente à Espanha, por 4-2, depois de prolongamento, já festejada, Bebé assumiu a viragem do "chip" para o Cazaquistão, próximo adversário dos campeões europeus, que já conseguiram, pelo menos, igualar o quarto lugar alcançado na última edição do Mundial, em 2016, jogado na Colômbia.
“Fazendo o que temos feito ao longo desta prova. Temos estado muito preocupados com o que temos de fazer e não com o que os outros fazem. Estando concentrados, a seguir corretamente o plano de jogo e os objetivos traçados, vamos conseguir bater a seleção do Cazaquistão”, disse Euclides Vaz, conhecido no futsal apenas como Bebé.
Um dos segredos de Portugal também passa pela união do grupo, ressalvou Bebé, que revelou que todos se ajudam e aprendem uns com os outros, independentemente da idade, numa mescla de experiência e juventude que traz “mudança de mentalidade”.
Em concentração desde 08 de agosto, o guarda-redes rejeitou a existência de cansaço físico e mental: “Quem corre por gosto, não cansa. Estamos aqui por gosto. Queremos melhorar o maior feito que Portugal conseguiu num campeonato mundial. O objetivo é fazermos as coisas como deve ser, estar focados em nós e ganhar o próximo jogo”.
A partida das meias-finais entre Portugal e Cazaquistão disputa-se a partir das 20h00 (18h00 em Lisboa) de quinta-feira, na Zalgiris Arena, em Kaunas, um dia depois de Brasil e Argentina se defrontarem no outro encontro, em busca de um lugar na final.
Contudo, Bebé tem “plena consciência” de que se encontra “mais perto do fim” da sua carreira, embora assegure que “vai continuar a jogar”, pois está “muito feliz” e com o foco apenas em dar o máximo pela equipa das quinas, em busca de algo histórico.
“Estou sempre à espera de ajudar a equipa, com muito ou pouco trabalho. O ideal era não ter trabalho nenhum, mas sabemos que isso não é possível. Estou preparado para ajudar a equipa no que for preciso, com uma ou 20 defesas. Quero ajudar a equipa a atingir a tão desejada final”, sublinhou o atleta que representa o Leões de Porto Salvo.
Na ressaca de uma vitória com contornos épicos frente à Espanha, por 4-2, depois de prolongamento, já festejada, Bebé assumiu a viragem do "chip" para o Cazaquistão, próximo adversário dos campeões europeus, que já conseguiram, pelo menos, igualar o quarto lugar alcançado na última edição do Mundial, em 2016, jogado na Colômbia.
“Fazendo o que temos feito ao longo desta prova. Temos estado muito preocupados com o que temos de fazer e não com o que os outros fazem. Estando concentrados, a seguir corretamente o plano de jogo e os objetivos traçados, vamos conseguir bater a seleção do Cazaquistão”, disse Euclides Vaz, conhecido no futsal apenas como Bebé.
Um dos segredos de Portugal também passa pela união do grupo, ressalvou Bebé, que revelou que todos se ajudam e aprendem uns com os outros, independentemente da idade, numa mescla de experiência e juventude que traz “mudança de mentalidade”.
Em concentração desde 08 de agosto, o guarda-redes rejeitou a existência de cansaço físico e mental: “Quem corre por gosto, não cansa. Estamos aqui por gosto. Queremos melhorar o maior feito que Portugal conseguiu num campeonato mundial. O objetivo é fazermos as coisas como deve ser, estar focados em nós e ganhar o próximo jogo”.
A partida das meias-finais entre Portugal e Cazaquistão disputa-se a partir das 20h00 (18h00 em Lisboa) de quinta-feira, na Zalgiris Arena, em Kaunas, um dia depois de Brasil e Argentina se defrontarem no outro encontro, em busca de um lugar na final.