Seleção Nacional
Euro 2012
"Nada nos correu como merecíamos", lamenta Paulo Bento
Para o selecionador nacional, Portugal podia ter marcado muito antes do adversário, criou oportunidades, não foi feliz mas há que "continuar a acreditar"
No final do particular deste sábado, na Luz, frente à Turquia, o selecionador nacional rejeitou que, "quando se perde, tudo foi feito de forma errada".
"Não é verdade. Nada no jogo nos correu como merecíamos que tivesse corrido;(...) podiamos ter marcado muito antes da Turquia", disse Paulo Bento, comentando ter Portugal feito "20 minutos extraordinários, em que podiamos ter chegado à vantagem, não conseguimos e sofremos o golo".
"Depois do intervalo acabámos por consentir o segundo golo, (...) mas reagimos de uma forma extraordinária, fizemos o 2-1, tivemos uma oportunidade na grande penalidade", para além de muitas outras, "e acabámos por sofrer um golo na parte final que se juntou à infelicidade".
"É óbvio que cometemos alguns erros", reconheceu. "Quando se sofrem três golos não podemos escamotear os erros que cometemos. (...) Fomos demasiado penalisados por eles", o que redundou, na sua opinião, num "resultado injusto para aquilo que produzimos e resta-nos continuar a acreditar", recusando-se a "perder a esperança" e garantindo que "Ronaldo continuará a bater os penáltis".
"Não é verdade. Nada no jogo nos correu como merecíamos que tivesse corrido;(...) podiamos ter marcado muito antes da Turquia", disse Paulo Bento, comentando ter Portugal feito "20 minutos extraordinários, em que podiamos ter chegado à vantagem, não conseguimos e sofremos o golo".
"Depois do intervalo acabámos por consentir o segundo golo, (...) mas reagimos de uma forma extraordinária, fizemos o 2-1, tivemos uma oportunidade na grande penalidade", para além de muitas outras, "e acabámos por sofrer um golo na parte final que se juntou à infelicidade".
"É óbvio que cometemos alguns erros", reconheceu. "Quando se sofrem três golos não podemos escamotear os erros que cometemos. (...) Fomos demasiado penalisados por eles", o que redundou, na sua opinião, num "resultado injusto para aquilo que produzimos e resta-nos continuar a acreditar", recusando-se a "perder a esperança" e garantindo que "Ronaldo continuará a bater os penáltis".