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Selecionador de futsal Jorge Braz renova contrato até 2028
O selecionador de futsal Jorge Braz renovou contrato com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) até 2028, informou hoje o organismo, mantendo o vínculo com o treinador por mais dois anos.
“A Federação Portuguesa de Futebol informa que chegou a acordo com o Selecionador Nacional de Futsal, Jorge Braz, para a renovação de contrato até 2028. Sob o lema ‘Continuaremos a Ganhar’”, informou a FPF, acrescentando que Braz se manterá também como coordenador de todo o futsal nacional.
O treinador, de 53 anos, que levou a seleção portuguesa à conquista de um Mundial (2021), dois Europeus (2018 e 2022) e uma Finalíssima Intercontinental (2022), disse querer continuar a melhorar a ligação que tem na liderança do futsal nacional.
“Não é continuar, é reforçar e melhorar. Até 2028 temos muitos desafios pela frente, o apuramento para o Mundial e todas as outras competições que teremos, o Europeu Sub-19 e o Europeu Feminino. É continuar este processo, mas sempre a melhorar e a reforçar”, disse o treinador, citado pela Federação.
Jorge Braz está à frente da seleção desde 14 de julho de 2010, numa ligação que teve o seu ponto mais alto com um primeiro, e único, título mundial, em 2021, batendo na final a Argentina (2-1), numa competição disputada na Lituânia.
Antes, o técnico tinha levado a seleção das ‘quinas’ a um primeiro título europeu, em 2018, batendo na final a Espanha (3-2, após prolongamento), cetro que revalidou em 2022, diante da Rússia (4-2).
“Temos de estar nas decisões, sempre dissemos isso. Portugal no futsal tem estado nesse patamar, esse tem sido o nosso registo. Para continuarmos lá dá muito trabalho, mas gostamos dessas exigências e esse é o desafio para os próximos anos. Estamos cá de corpo e alma para continuar a ganhar, mas acima de tudo para continuar a melhorar o processo para que isso depois seja uma consequência do trabalho que fazemos”, disse ainda o treinador.
A finalizar, aos meios de comunicação da FPF, Jorge Braz comentou também a possibilidade que tem agora de chegar aos 18 anos na seleção, o que disse ser grande motivo de orgulho, mas também de responsabilidade.
“Chegar aos 18 anos nesta casa é um orgulho brutal. O que interessa é sempre o próximo dia para melhorar tudo o que temos feito até agora para mais dois anos muito desafiantes”, referiu.
Portugal terá este ano nova edição da Finalíssima intercontinental, entrando nas meias-finais da competição diante do Brasil, em novembro, sendo a outra meia-final disputada entre Espanha e Argentina.
RPM // AO
O treinador, de 53 anos, que levou a seleção portuguesa à conquista de um Mundial (2021), dois Europeus (2018 e 2022) e uma Finalíssima Intercontinental (2022), disse querer continuar a melhorar a ligação que tem na liderança do futsal nacional.
“Não é continuar, é reforçar e melhorar. Até 2028 temos muitos desafios pela frente, o apuramento para o Mundial e todas as outras competições que teremos, o Europeu Sub-19 e o Europeu Feminino. É continuar este processo, mas sempre a melhorar e a reforçar”, disse o treinador, citado pela Federação.
Jorge Braz está à frente da seleção desde 14 de julho de 2010, numa ligação que teve o seu ponto mais alto com um primeiro, e único, título mundial, em 2021, batendo na final a Argentina (2-1), numa competição disputada na Lituânia.
Antes, o técnico tinha levado a seleção das ‘quinas’ a um primeiro título europeu, em 2018, batendo na final a Espanha (3-2, após prolongamento), cetro que revalidou em 2022, diante da Rússia (4-2).
“Temos de estar nas decisões, sempre dissemos isso. Portugal no futsal tem estado nesse patamar, esse tem sido o nosso registo. Para continuarmos lá dá muito trabalho, mas gostamos dessas exigências e esse é o desafio para os próximos anos. Estamos cá de corpo e alma para continuar a ganhar, mas acima de tudo para continuar a melhorar o processo para que isso depois seja uma consequência do trabalho que fazemos”, disse ainda o treinador.
A finalizar, aos meios de comunicação da FPF, Jorge Braz comentou também a possibilidade que tem agora de chegar aos 18 anos na seleção, o que disse ser grande motivo de orgulho, mas também de responsabilidade.
“Chegar aos 18 anos nesta casa é um orgulho brutal. O que interessa é sempre o próximo dia para melhorar tudo o que temos feito até agora para mais dois anos muito desafiantes”, referiu.
Portugal terá este ano nova edição da Finalíssima intercontinental, entrando nas meias-finais da competição diante do Brasil, em novembro, sendo a outra meia-final disputada entre Espanha e Argentina.
RPM // AO