EM DIRETO
Guerra no Médio Oriente. Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito

Último teste para definir a Seleção para o Mundial

Último teste para definir a Seleção para o Mundial

A Seleção Nacional faz na terça-feira o último teste antes do estágio final para o Mundial2026, num particular em Atlanta perante os Estados Unidos, no ‘tudo ou nada’ para alguns jogadores na tentativa de convencer Roberto Martínez.

RTP /
Foto por ALFREDO ESTRELLA / AFP

Após o 0-0 com o México, no sábado, numa partida que marcou a reabertura do mítico Estádio Azteca e em que a exibição lusa ficou longe de encantar, Portugal faz o jogo 700 da sua história na capital do estado da Geórgia, naquele que será o oitavo embate com os Estados Unidos, um dos anfitriões do próximo Campeonato do Mundo, tal como os mexicanos.

Com uma lista final para o Mundial2026 que parece praticamente fechada, Martínez promete dar nova oportunidade a jogadores como Gonçalo Guedes, Samu Costa e Paulinho, que ficaram bem longe de brilhar no Azteca, e também a Ricardo Horta e Pedro Gonçalves, que acabaram por não ser utilizados na Cidade do México.

Por isso mesmo, ambos são esperados no ‘onze’ titular que Portugal vai apresentar no Estádio Mercedes-Benz, em que já está confirmada a presença do guarda-redes José Sá.

Gonçalo Inácio, que também não chegou a pisar o relvado do Azteca, é esperado nas escolhas iniciais de Martínez, que poderá ainda operar mais duas estreias durante a sua ‘era’, com o médio Mateus Fernandes e o guarda-redes Ricardo Velho à espreita da primeira internacionalização ‘AA’.

Com um acordo de 11 substituições feito com os norte-americanos, Mateus Fernandes deverá mesmo vestir pela primeira vez a camisola da equipa das ‘quinas’, ficando a dúvida se Ricardo Velho, chamado para ocupar o lugar de Diogo Costa, dono das ‘redes’ nacionais, terá essa mesma oportunidade.

Pela frente, Portugal vai ter uma equipa dos Estados Unidos comandada pelo argentino Mauricio Pochettino e que vem de uma derrota bem pesada com a Bélgica, por 5-2, num particular, com Pulisic e Weston McKennie, as maiores figuras da atualidade do futebol norte-americano, entre o lote de disponíveis.

Adversário de má memória em jogos oficiais

Num histórico de sete embates, apenas dois oficiais, é preciso recuar até novembro de 2017 para encontrar a última vez que as duas nações se defrontaram, num particular, em Leiria, que acabou empatado (1-1), com Fernando Santos como técnico da equipa das ‘quinas’.

Já qualificado, na altura, para a fase final do Mundial2018, que decorreu na Rússia, e com o estatuto de campeão europeu, Portugal mostrou, mesmo num ‘amigável’, que tem dificuldades sempre que apanha os norte-americanos pela frente, num registo que leva até hoje apenas dois triunfos, ambos pela margem mínima, três empates e duas derrotas.

Em Leiria, Antunes fez o golo de Portugal, naquele que foi o único tento do antigo lateral esquerdo com a camisola das ‘quinas’, na sua 13.ª internacionalização ‘AA’, que também seria a última.

O encontro marcou as estreias absolutas do central Ricardo Ferreira, do extremo Rony Lopes e do avançado Gonçalo Paciência, todos jogadores que acabaram por ‘passar ao lado’ de uma carreira na seleção nacional.

Do lado dos Estados Unidos, Weston McKennie, hoje uma das maiores figuras da seleção norte-americana, marcou para a sua equipa, naquele que foi, aos 19 anos, o jogo de estreia do agora médio da Juventus.

Portugal defronta pela segunda vez os Estados Unidos na sua casa, depois do desaire em Chicago, no Estádio Soldier Field, por 1-0, em 1992, também um encontro particular, com um golo solitário de Roy Wegerle.

Os Estados Unidos são uma equipa de má memória para o lado português, já que ajudou a formação das ‘quinas’ a regressar a casa mais cedo no Campeonato do Mundo de 2002, que decorreu na Coreia do Sul e no Japão, e no Mundial2014, no Brasil.

Na Arena Amazónia, em Manaus, Nani deu vantagem a Portugal, logo aos cinco minutos, mas os norte-americanos protagonizaram a reviravolta na segunda parte, com golos de Jermaine Jones (64) e Clint Dempsey (81).

Já nos descontos, Silvestre Varela fez o resultado final (2-2) e adiou a eliminação da seleção nacional, que acabou por se confirmar na última jornada da fase de grupos.

Portugal e Estados Unidos defrontaram-se pela primeira vez num jogo oficial no Mundial2002, na estreia na competição, e desta vez a equipa lusa perdeu mesmo (3-2), em Suwon, na Coreia do Sul.

A equipa norte-americana demorou quatro minutos para inaugurar o marcador, por intermédio de John O'Brien, e rapidamente conquistou uma vantagem impensável, graças ao autogolo de Jorge Costa, aos 20, e um remate certeiro de Brian McBride, aos 29.

Portugal reduziu ainda antes do intervalo, aos 39 minutos, através do defesa Beto, mas foi incapaz de chegar ao empate, apesar do autogolo de Jeff Agoos, aos 71.

É preciso recuar até 1978 para assistir ao primeiro encontro entre as duas seleções, disputado no Estádio do Bonfim, em Setúbal, e decidido a favor dos portugueses, com um golo marcado por José Alberto Costa à passagem da meia hora.

Portugal e Estado Unidos voltaram a medir forças dois anos depois, em 1980, no Estádio do Restelo, em Lisboa, e o resultado já não foi tão favorável à equipa das ‘quinas’, uma vez que após Carlos Manuel inaugurar o marcador, aos 63 minutos, Ricky Davis restabeleceu o empate de imediato, aos 67, fixando o 1-1 final.

O terceiro embate entre as duas seleções disputou-se uma década mais tarde, em 1990, no estádio Professor Dr. Vieira de Carvalho, na Maia, que se impôs por 1-0, graças a um golo madrugador de Domingos Paciência, atual dirigente da Federação Portuguesa de Futebol, concretizado logo aos oito minutos, naquele que foi a última vitória lusa.
Num histórico de sete embates, apenas dois oficiais, é preciso recuar até novembro de 2017 para encontrar a última vez que as duas nações se defrontaram, num particular, em Leiria, que acabou empatado (1-1), com Fernando Santos como técnico da equipa das ‘quinas’.

Já qualificado, na altura, para a fase final do Mundial2018, que decorreu na Rússia, e com o estatuto de campeão europeu, Portugal mostrou, mesmo num ‘amigável’, que tem dificuldades sempre que apanha os norte-americanos pela frente, num registo que leva até hoje apenas dois triunfos, ambos pela margem mínima, três empates e duas derrotas.

Em Leiria, Antunes fez o golo de Portugal, naquele que foi o único tento do antigo lateral esquerdo com a camisola das ‘quinas’, na sua 13.ª internacionalização ‘AA’, que também seria a última.

O encontro marcou as estreias absolutas do central Ricardo Ferreira, do extremo Rony Lopes e do avançado Gonçalo Paciência, todos jogadores que acabaram por ‘passar ao lado’ de uma carreira na seleção nacional.

Do lado dos Estados Unidos, Weston McKennie, hoje uma das maiores figuras da seleção norte-americana, marcou para a sua equipa, naquele que foi, aos 19 anos, o jogo de estreia do agora médio da Juventus.

Portugal defronta pela segunda vez os Estados Unidos na sua casa, depois do desaire em Chicago, no Estádio Soldier Field, por 1-0, em 1992, também um encontro particular, com um golo solitário de Roy Wegerle.

Os Estados Unidos são uma equipa de má memória para o lado português, já que ajudou a formação das ‘quinas’ a regressar a casa mais cedo no Campeonato do Mundo de 2002, que decorreu na Coreia do Sul e no Japão, e no Mundial2014, no Brasil.

Na Arena Amazónia, em Manaus, Nani deu vantagem a Portugal, logo aos cinco minutos, mas os norte-americanos protagonizaram a reviravolta na segunda parte, com golos de Jermaine Jones (64) e Clint Dempsey (81).

Já nos descontos, Silvestre Varela fez o resultado final (2-2) e adiou a eliminação da seleção nacional, que acabou por se confirmar na última jornada da fase de grupos.

Portugal e Estados Unidos defrontaram-se pela primeira vez num jogo oficial no Mundial2002, na estreia na competição, e desta vez a equipa lusa perdeu mesmo (3-2), em Suwon, na Coreia do Sul.

A equipa norte-americana demorou quatro minutos para inaugurar o marcador, por intermédio de John O'Brien, e rapidamente conquistou uma vantagem impensável, graças ao autogolo de Jorge Costa, aos 20, e um remate certeiro de Brian McBride, aos 29.

Portugal reduziu ainda antes do intervalo, aos 39 minutos, através do defesa Beto, mas foi incapaz de chegar ao empate, apesar do autogolo de Jeff Agoos, aos 71.

É preciso recuar até 1978 para assistir ao primeiro encontro entre as duas seleções, disputado no Estádio do Bonfim, em Setúbal, e decidido a favor dos portugueses, com um golo marcado por José Alberto Costa à passagem da meia hora.

Portugal e Estado Unidos voltaram a medir forças dois anos depois, em 1980, no Estádio do Restelo, em Lisboa, e o resultado já não foi tão favorável à equipa das ‘quinas’, uma vez que após Carlos Manuel inaugurar o marcador, aos 63 minutos, Ricky Davis restabeleceu o empate de imediato, aos 67, fixando o 1-1 final.

O terceiro embate entre as duas seleções disputou-se uma década mais tarde, em 1990, no estádio Professor Dr. Vieira de Carvalho, na Maia, que se impôs por 1-0, graças a um golo madrugador de Domingos Paciência, atual dirigente da Federação Portuguesa de Futebol, concretizado logo aos oito minutos, naquele que foi a última vitória lusa.

O próximo encontro entre as duas seleções é na terça-feira, no Estádio Mercedes-Benz, num duelo agendado para as 19:07 locais (00:07 de quarta-feira em Lisboa).

No Mundial2026, que vai decorrer de 11 de junho a 19 de julho precisamente nos Estados Unidos, Canadá e México, Portugal está integrado no Grupo K, juntamente com o Uzbequistão, a Colômbia e um adversário ainda a definir, que vai sair do play-off intercontinental entre República Democrática do Congo e Jamaica.


(Com Lusa)
PUB