Sporting
Bruno de Carvalho exige AG no Sporting até 11 de fevereiro
Bruno de Carvalho, derrotado por Godinho Lopes nas últimas eleições para os órgãos sociais do Sporting, encarou com "estupefação e estranheza" a demora em verificar os requisitos para a marcação de uma Assembleia Geral extraordinária.
Em conferência de imprensa, o ex-candidato à presidência do Sporting, criticou o "estado ditatorial e antidemocrático que se quer instaurar" no clube, discordando com o prazo fixado pela mesa da Assembleia Geral para a marcação de eleições, até 22 de fevereiro.
Bruno de Carvalho tem ideia diferente e aponta, "o mais tardar", o dia 11 de fevereiro para a realização da AG, 30 dias depois de ter sido depositado o montante necessário para a realização da reunião magna (cerca de 15.000 euros).
Horas antes, o vice-presidente da mesa da Assembleia Geral (AG) do Sporting, Daniel Sampaio, tinha confirmado ter sido aceite aceite o requerimento para realização de uma reunião magna extraordinária para votar a destituição dos órgãos sociais do clube.
Daniel Sampaio acrescentou que a data e o local desta reunião magna "serão divulgados em momento oportuno", confirmando, porém, que a mesma terá de ser realizada"no espaço de 30 dias, a contar de hoje".
"No limite, terá de ser marcada até do dia 11 de fevereiro, pois foi no dia deste mês em que o dinheiro entrou. Não passa pela cabeça de ninguém que sejam necessários 16 dias para verificar 800 assinaturas. Se calhar é melhor marcar as eleições com 2 anos de antecedência", ironizou Bruno de Carvalho.
Para o ex-candidato, a data dos 30 dias tem de ser cumprida a partir da apresentação dos pressupostos e não da verificação dos fatos", deixando entender que o atraso foi forçado pelos atuais dirigentes do clube.
"A tarefa que os serviços do Sporting têm de realizar pode não ter tido a celeridade exigida por lhes terem sido dadas instruções em contrário (...) a que têm de obedecer para não verem em perigo os seus postos de trabalho", acusou Bruno de Carvalho.
Congratulando-se, porém, por ser dada oportunidade de "dar voz aos sócios", Bruno de Carvalho garantiu que o clube "nunca cara em qualquer caos ou vazio", manifestando disponibilidade "para fazer parte de uma solução, nunca o problema".
"Primeiro é preciso ouvir os sócios e depois tomar decisões. Hoje foi dada a luz verde. Aguardarei agora pela data da AG", frisou.
Bruno de Carvalho tem ideia diferente e aponta, "o mais tardar", o dia 11 de fevereiro para a realização da AG, 30 dias depois de ter sido depositado o montante necessário para a realização da reunião magna (cerca de 15.000 euros).
Horas antes, o vice-presidente da mesa da Assembleia Geral (AG) do Sporting, Daniel Sampaio, tinha confirmado ter sido aceite aceite o requerimento para realização de uma reunião magna extraordinária para votar a destituição dos órgãos sociais do clube.
Daniel Sampaio acrescentou que a data e o local desta reunião magna "serão divulgados em momento oportuno", confirmando, porém, que a mesma terá de ser realizada"no espaço de 30 dias, a contar de hoje".
"No limite, terá de ser marcada até do dia 11 de fevereiro, pois foi no dia deste mês em que o dinheiro entrou. Não passa pela cabeça de ninguém que sejam necessários 16 dias para verificar 800 assinaturas. Se calhar é melhor marcar as eleições com 2 anos de antecedência", ironizou Bruno de Carvalho.
Para o ex-candidato, a data dos 30 dias tem de ser cumprida a partir da apresentação dos pressupostos e não da verificação dos fatos", deixando entender que o atraso foi forçado pelos atuais dirigentes do clube.
"A tarefa que os serviços do Sporting têm de realizar pode não ter tido a celeridade exigida por lhes terem sido dadas instruções em contrário (...) a que têm de obedecer para não verem em perigo os seus postos de trabalho", acusou Bruno de Carvalho.
Congratulando-se, porém, por ser dada oportunidade de "dar voz aos sócios", Bruno de Carvalho garantiu que o clube "nunca cara em qualquer caos ou vazio", manifestando disponibilidade "para fazer parte de uma solução, nunca o problema".
"Primeiro é preciso ouvir os sócios e depois tomar decisões. Hoje foi dada a luz verde. Aguardarei agora pela data da AG", frisou.