Sporting
Expulsão favorece reviravolta
O Sporting alcançou este sábado a primeira vitória na Liga de futebol, ao vencer em Paços de Ferreira, por 3-2, recuperando de uma desvantagem de dois golos, em jogo da quarta jornada, marcado pela expulsão de Nuno Santos.
O defesa esquerdo da formação pacense viu o segundo cartão amarelo,
aos 70 minutos, e foi a partir dessa desvantagem numérica que o Sporting,
denotando falta de soluções ofensivas, conseguiu marcar três golos em oito
minutos e chegar a uma vitória que parecia improvável.
O pacense Michel, aos cinco e 55 minutos, marcou os golos do Paços de
Ferreira, enquanto Izmailov, aos 76, Elias, aos 78, e Wolfswinkel, aos 84,
fizeram os tentos do Sporting, que, com este triunfo, manteve a distância
para os rivais diretos, igualmente vencedores na quarta ronda da prova.
O internacional brasileiro Elias foi uma das quatro estreias no "onze"
escolhido por Domingos Paciência, juntamente com o argentino Insúa, o norte-americano
Onyewu e o futebolista luso Pereirinha. Rodríguez, Rinaudo e Bojinov completaram
as alterações na equipa inicial dos "leões".
No Paços de Ferreira, o defesa Fábio Faria, cedido pelo Benfica, e Caetano,
regressado do Mundial de sub-20 na Colômbia com o título de vice-campeão,
foram as novidades na equipa inicial, que se apresentou em 4-3-3.
Os locais estreavam também o técnico Luís Miguel, que sucedeu a Rui
Vitória, agora no comando técnico do Vitória de Guimarães, e a estratégia
passava por não perder, o que já não acontecia desde 2007/08, e, no melhor
cenário, tentar repetir o triunfo da última época (1-0).
Com apenas dois pontos conquistados em nove possíveis, o Sporting apresentava-se
em Paços de Ferreira à procura da primeira vitória na Liga, mas entrou praticamente
a perder.
Michel, aos cinco minutos, rematou colocado no seguimento de um livre
indireto na área "leonina", por pretenso atraso deliberado de Rodríguez
a Rui Patrício, e inaugurou o marcador.
O Paços jogava com a defesa subida e os seus médios conseguiam recuperar
muitas bolas ao Sporting, equipa que denotava dificuldades de progressão,
apesar do domínio de jogo, que se foi acentuando com o passar dos minutos.
A subida dos laterais "leoninos" acentuou essa tendência, "prendendo"
os extremos do Paços e retirando capacidade ofensiva à formação local.
O holandês Schaars, aos 24 minutos, acertou no ferro da baliza de Cássio,
que três minutos depois teve uma saída arrojada aos pés de Elias, que surgia
isolado, impedindo o golo da igualdade que o Sporting, com sete cantos a
favor contra nenhum dos locais, já fazia por merecer.
A formação pacense voltou a entrar melhor no segundo tempo e Michel,
aos 55 minutos, deu o melhor seguimento a um livre cobrado por Luisinho
na direita, com um cabeceamento à entrada da área do Sporting de que resultou
no segundo golo do jogo.
Domingos Paciência esgotou as substituições, aos 64 minutos, fazendo
entrar o russo Izmailov, que não foi o "saca-rolhas" de que o Sporting precisava,
depois de apostar em Diego Rubio e Wolfswinkel.
Esta situação alterou-se com a expulsão de Nuno Santos, a quinta no
Paços de Ferreira em quatro jornadas, acabando o Sporting, com alguma felicidade,
por virar o resultado a seu favor, face a uma equipa já esgotada.
aos 70 minutos, e foi a partir dessa desvantagem numérica que o Sporting,
denotando falta de soluções ofensivas, conseguiu marcar três golos em oito
minutos e chegar a uma vitória que parecia improvável.
O pacense Michel, aos cinco e 55 minutos, marcou os golos do Paços de
Ferreira, enquanto Izmailov, aos 76, Elias, aos 78, e Wolfswinkel, aos 84,
fizeram os tentos do Sporting, que, com este triunfo, manteve a distância
para os rivais diretos, igualmente vencedores na quarta ronda da prova.
O internacional brasileiro Elias foi uma das quatro estreias no "onze"
escolhido por Domingos Paciência, juntamente com o argentino Insúa, o norte-americano
Onyewu e o futebolista luso Pereirinha. Rodríguez, Rinaudo e Bojinov completaram
as alterações na equipa inicial dos "leões".
No Paços de Ferreira, o defesa Fábio Faria, cedido pelo Benfica, e Caetano,
regressado do Mundial de sub-20 na Colômbia com o título de vice-campeão,
foram as novidades na equipa inicial, que se apresentou em 4-3-3.
Os locais estreavam também o técnico Luís Miguel, que sucedeu a Rui
Vitória, agora no comando técnico do Vitória de Guimarães, e a estratégia
passava por não perder, o que já não acontecia desde 2007/08, e, no melhor
cenário, tentar repetir o triunfo da última época (1-0).
Com apenas dois pontos conquistados em nove possíveis, o Sporting apresentava-se
em Paços de Ferreira à procura da primeira vitória na Liga, mas entrou praticamente
a perder.
Michel, aos cinco minutos, rematou colocado no seguimento de um livre
indireto na área "leonina", por pretenso atraso deliberado de Rodríguez
a Rui Patrício, e inaugurou o marcador.
O Paços jogava com a defesa subida e os seus médios conseguiam recuperar
muitas bolas ao Sporting, equipa que denotava dificuldades de progressão,
apesar do domínio de jogo, que se foi acentuando com o passar dos minutos.
A subida dos laterais "leoninos" acentuou essa tendência, "prendendo"
os extremos do Paços e retirando capacidade ofensiva à formação local.
O holandês Schaars, aos 24 minutos, acertou no ferro da baliza de Cássio,
que três minutos depois teve uma saída arrojada aos pés de Elias, que surgia
isolado, impedindo o golo da igualdade que o Sporting, com sete cantos a
favor contra nenhum dos locais, já fazia por merecer.
A formação pacense voltou a entrar melhor no segundo tempo e Michel,
aos 55 minutos, deu o melhor seguimento a um livre cobrado por Luisinho
na direita, com um cabeceamento à entrada da área do Sporting de que resultou
no segundo golo do jogo.
Domingos Paciência esgotou as substituições, aos 64 minutos, fazendo
entrar o russo Izmailov, que não foi o "saca-rolhas" de que o Sporting precisava,
depois de apostar em Diego Rubio e Wolfswinkel.
Esta situação alterou-se com a expulsão de Nuno Santos, a quinta no
Paços de Ferreira em quatro jornadas, acabando o Sporting, com alguma felicidade,
por virar o resultado a seu favor, face a uma equipa já esgotada.