Sporting
Governo recebe Varandas na quarta-feira
A ministra da Cultura, Juventude e Desporto vai reunir-se com o presidente do Sporting, a pedido deste, na sequência dos incidentes ocorridos na visita dos bicampeões nacionais de andebol ao FC Porto.
Questionada pela Lusa, fonte oficial do Ministério de Margarida Balseiro Lopes confirmou o pedido de audiência e o agendamento da reunião para quarta-feira.
"No contexto atual do andebol nacional e do acompanhamento contínuo do Governo sobre o tema, a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, e o secretário de Estado do Desporto, Pedro Dias, juntamente com Miguel Laranjeiro, presidente da Federação de Andebol de Portugal, entidade reguladora da modalidade em Portugal, receberão o presidente do Sporting Clube de Portugal, na próxima quarta-feira", lê-se na resposta à Lusa.
No domingo, o clube bicampeão nacional de andebol disse ter pedido, com urgência, uma reunião com Margarida Balseiro Lopes, devido ao que considera serem ações "repugnantes" do FC Porto.
O pedido do clube lisboeta ocorreu um dia depois de incidentes a envolverem alegadamente o FC Porto, no caso no jogo de andebol, no Dragão Arena, com o Sporting a acusar os 'dragões' "de práticas obscuras" e quando elementos seus tiveram de receber assistência médica.
"O mais recente capítulo deste inaceitável encadeamento de episódios atinge um nível que ultrapassa todos os limites: um balneário com cheiro tóxico e intenso que afetou o estado físico de jogadores e staff da equipa de andebol. Isto não é apenas lamentável, é criminoso", acusa o Sporting.
Uma situação que o FC Porto, que viria a perder o jogo do nacional de andebol, desmentiu, considerando, ainda no sábado, as acusações "graves e abusivas", além de referir que contactou a Polícia de Segurança Pública para verificação das condições na Dragão Arena.
No referido comunicado, o Sporting denunciava práticas de "desrespeito" e "condicionamento" do FC Porto, considerando "essencial que quem regula o desporto em Portugal assuma uma posição firme e implacável e puna, com toda a severidade, estes comportamentos indignos, que já ultrapassam os limites do admissível num Estado de direito".
"O Sporting considera imperativo que todas as instituições com responsabilidade na tutela do desporto sejam promotoras da verdade desportiva, não sendo admissível que comportamentos desta natureza - reiteradamente protagonizados pelos mesmos intervenientes - envergonhem e coloquem em causa a imagem do desporto português no plano internacional", acrescenta.
Os 'leões' sustentam ainda que estes "episódios não são isolados nem acidentais", lembrando incidentes recentes envolvendo também o FC Porto, como o vídeo reproduzido na televisão do balneário ao árbitro de futebol Fábio Veríssimo, numa "tentativa clara de condicionamento", ou o esconder de bolas por parte dos apanha-bolas e roubo de toalhas no clássico da I Liga, no Dragão.
"Se ainda subsistia alguma ilusão ingénua de que as práticas obscuras do passado tinham sido erradicadas, a realidade encarregou-se de a destruir de forma brutal e inequívoca. O que hoje se verifica não é apenas uma repetição: é uma escalada refinada. Mais vil, mais rasteira e ainda mais inqualificável do que os episódios mais negros que mancharam o desporto português", detalhou, no domingo, o clube lisboeta.
Antes, já a direção da Federação de Andebol de Portugal (FAP) tinha efetuado uma participação ao Conselho de Disciplina para o apuramento de responsabilidades disciplinares aos incidentes verificados no clássico entre FC Porto e Sporting.
O jogo, a contar para a primeira jornada da segunda fase do campeonato nacional, que terminou com a vitória do Sporting, por 33-30, iniciou-se com cerca de 15 minutos de atraso, depois de a equipa lisboeta ter-se queixado de um odor intenso no seu balneário, tendo o treinador Ricardo Costa e o jogador Christian Moga recebido assistência médica.
O FC Porto, que desmentiu "de forma absoluta, clara e inequívoca" os alegados incidentes no balneário visitante da Dragão Arena, acusou, através do diretor-geral das modalidades, Mário Santos, o jogador Martim Costa de ter agredido um adepto 'azul e branco' ainda durante a fase de aquecimento para o jogo.
"No contexto atual do andebol nacional e do acompanhamento contínuo do Governo sobre o tema, a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, e o secretário de Estado do Desporto, Pedro Dias, juntamente com Miguel Laranjeiro, presidente da Federação de Andebol de Portugal, entidade reguladora da modalidade em Portugal, receberão o presidente do Sporting Clube de Portugal, na próxima quarta-feira", lê-se na resposta à Lusa.
No domingo, o clube bicampeão nacional de andebol disse ter pedido, com urgência, uma reunião com Margarida Balseiro Lopes, devido ao que considera serem ações "repugnantes" do FC Porto.
O pedido do clube lisboeta ocorreu um dia depois de incidentes a envolverem alegadamente o FC Porto, no caso no jogo de andebol, no Dragão Arena, com o Sporting a acusar os 'dragões' "de práticas obscuras" e quando elementos seus tiveram de receber assistência médica.
"O mais recente capítulo deste inaceitável encadeamento de episódios atinge um nível que ultrapassa todos os limites: um balneário com cheiro tóxico e intenso que afetou o estado físico de jogadores e staff da equipa de andebol. Isto não é apenas lamentável, é criminoso", acusa o Sporting.
Uma situação que o FC Porto, que viria a perder o jogo do nacional de andebol, desmentiu, considerando, ainda no sábado, as acusações "graves e abusivas", além de referir que contactou a Polícia de Segurança Pública para verificação das condições na Dragão Arena.
No referido comunicado, o Sporting denunciava práticas de "desrespeito" e "condicionamento" do FC Porto, considerando "essencial que quem regula o desporto em Portugal assuma uma posição firme e implacável e puna, com toda a severidade, estes comportamentos indignos, que já ultrapassam os limites do admissível num Estado de direito".
"O Sporting considera imperativo que todas as instituições com responsabilidade na tutela do desporto sejam promotoras da verdade desportiva, não sendo admissível que comportamentos desta natureza - reiteradamente protagonizados pelos mesmos intervenientes - envergonhem e coloquem em causa a imagem do desporto português no plano internacional", acrescenta.
Os 'leões' sustentam ainda que estes "episódios não são isolados nem acidentais", lembrando incidentes recentes envolvendo também o FC Porto, como o vídeo reproduzido na televisão do balneário ao árbitro de futebol Fábio Veríssimo, numa "tentativa clara de condicionamento", ou o esconder de bolas por parte dos apanha-bolas e roubo de toalhas no clássico da I Liga, no Dragão.
"Se ainda subsistia alguma ilusão ingénua de que as práticas obscuras do passado tinham sido erradicadas, a realidade encarregou-se de a destruir de forma brutal e inequívoca. O que hoje se verifica não é apenas uma repetição: é uma escalada refinada. Mais vil, mais rasteira e ainda mais inqualificável do que os episódios mais negros que mancharam o desporto português", detalhou, no domingo, o clube lisboeta.
Antes, já a direção da Federação de Andebol de Portugal (FAP) tinha efetuado uma participação ao Conselho de Disciplina para o apuramento de responsabilidades disciplinares aos incidentes verificados no clássico entre FC Porto e Sporting.
O jogo, a contar para a primeira jornada da segunda fase do campeonato nacional, que terminou com a vitória do Sporting, por 33-30, iniciou-se com cerca de 15 minutos de atraso, depois de a equipa lisboeta ter-se queixado de um odor intenso no seu balneário, tendo o treinador Ricardo Costa e o jogador Christian Moga recebido assistência médica.
O FC Porto, que desmentiu "de forma absoluta, clara e inequívoca" os alegados incidentes no balneário visitante da Dragão Arena, acusou, através do diretor-geral das modalidades, Mário Santos, o jogador Martim Costa de ter agredido um adepto 'azul e branco' ainda durante a fase de aquecimento para o jogo.