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Invasão a Alcochete. André Pinto: "Vi o Misic levar com um cinto na cara"
No dia 18 do julgamento do caso de Alcochete o futebolista André Pinto afirmou em tribunal: "Vi o Mišić levar com um cinto na cara"
O ex-jogador do Sporting André Pinto começou por recordar que se encontrava no ginásio quando viu os primeiros agressores: “Parecia uma avalanche”, contou, detalhando que, logo no balneário, viu tochas e ouviu o alarme de incêndio. O jogador lembrou que “houve alguns mais exaltados do que outros, mas ninguém tentou acalmar”.
Para depois acrescentar que os agressores entraram a dizer: ‘Vamos matar-vos. Não merecem a camisola que vestem”.
Os indivíduos, segundo o defesa, procuravam o Acuña e o Battaglia.
Sobre as agressões especificou: “Só vi o Mišić levar com um cinto na cara porque estava próximo e, no meio da confusão, fiquei no meu lugar”, relatou.
André Pinto contou que os agressores entraram e começaram a insultar os jogadores e logo partiram para as agressões: “Felizmente não fui vítima de agressões. Foi breve mas pareceu uma eternidade”.
Depois, os indivíduos “começaram a sair e a dispersar depois de um deles ter dito” aos restantes para ir embora. “Ouvi um a dizer que se não ganhássemos o próximo jogo que nos matavam”, contou, considerando que o cinto na cara de Mišić foi “tudo menos acidental”.
Para depois acrescentar que os agressores entraram a dizer: ‘Vamos matar-vos. Não merecem a camisola que vestem”.
Os indivíduos, segundo o defesa, procuravam o Acuña e o Battaglia.
Sobre as agressões especificou: “Só vi o Mišić levar com um cinto na cara porque estava próximo e, no meio da confusão, fiquei no meu lugar”, relatou.
André Pinto contou que os agressores entraram e começaram a insultar os jogadores e logo partiram para as agressões: “Felizmente não fui vítima de agressões. Foi breve mas pareceu uma eternidade”.
Depois, os indivíduos “começaram a sair e a dispersar depois de um deles ter dito” aos restantes para ir embora. “Ouvi um a dizer que se não ganhássemos o próximo jogo que nos matavam”, contou, considerando que o cinto na cara de Mišić foi “tudo menos acidental”.
Em relação à reunião que terá havido em Alvalade, no dia antes do ataque, André Pinto disse recordar-se do presidente de então Bruno de Carvalho a “falar dos desacatos no aeroporto da Madeira porque os adeptos lhe estavam a ligar para saberem a morada deles, onde viviam e que estava a tentar acalmar”.