Sporting
1.ª Liga
Rui Borges diz que alteração tática “não muda nada” na estratégia do Sporting
O treinador do Sporting defendeu que a alteração tática introduzida nos últimos jogos “não muda nada” na estratégia dos vice-campeões nacionais e, além disso, a equipa ganha “em termos defensivos”.
“Não muda nada. Nós sempre defendemos [contra] equipas que constroem a três [jogadores] em 5x2x3 ou em 5x4x1, num bloco mais baixo, depois. Por isso, não muda nada. Muda o jogador”, vincou o técnico, em Alcochete, durante a antevisão do encontro com o Académico de Viseu.
Na visita ao Sporting de Braga (vitória por 3-1), na I Liga, o Sporting apresentou um 4x3x3 mais ‘clássico’, em vez do habitual 4x2x3x1 que utilizava desde o início da época, sistema que manteve, depois, na visita ao Lens (vitória por 2-0) e na receção ao LASK Linz (derrota por 3-2), na Liga dos Campeões.
A alteração introduzida por Rui Borges faz o médio Altimira recuar para o meio dos defesas-centrais, para formar uma linha defensiva de cinco jogadores nos momentos sem bola, função que, antes, era desempenhado por Geny Catamo, no lado direito.
“Temos dois médios na mesma. Noutros jogos está o Geny [Catamo] atrás e está o Sergi [no meio-campo], mas são só dois médios, o nosso terceiro médio vem defender à direita. Por isso, de forma estratégica, não mudou absolutamente nada”, reforçou o treinador ‘leonino’.
Depois, questionado sobre as alterações no plano ofensivo, retorquiu que esta é a questão que, para si, faz “mais sentido de forma estratégica”.
“Ganhámos mais em termos defensivos [com o recuo de Altimira]. Mais altura e mais intensidade em termos defensivos a defender a área de baliza. E temos o Geny [Catamo] mais perto para [fazer] acelerações, que é um homem rápido e de um para um, não é um médio que não tem tanta aceleração”, analisou.
Pelo mesmo prisma, a ausência de Flávio Gonçalves nos titulares, desde que introduziu a ‘nuance’ tática, foi explicada por o criativo não ter “características” para aquilo que entende ser a “exigência” ou a “intensidade de ir a duelos”.
“Acabou por perder um bocadinho, por causa da estratégia do jogo e não por aquilo que é o Flávio [Gonçalves] ou que não tem feito. Tem trabalhado no máximo, é o mesmo Flávio, acreditamos muito nele”, elogiou o técnico.
Nesse sentido, o jovem formado em Alcochete, de 19 anos, “pode ser um jogador que faz sentido” frente ao Académico de Viseu, no domingo, por tratar-se de um “jogo diferente, adversário diferente, [com] características diferentes”, admitiu Borges, sem confirmar o seu regresso à titularidade.
Na baliza, o técnico também não desvendou se vai manter a aposta em Kaique Pereira ou devolver o posto a Rui Silva, preterido nos últimos dois encontros, da Liga dos Campeões.
Quanto a lesionados, para além de Nuno Santos, ausente desde a época passada, o defesa Debast e o médio Zalazar também não estão disponíveis “para estes dois jogos”, frente aos beirões e ao Marítimo, terça-feira, para os quartos de final da Taça da Liga.
Já o defesa Ba, que não joga desde agosto, mas foi suplente não utilizado nos últimos três encontros, “é uma opção” para domingo “como qualquer outro colega”, num encontro onde “pode haver uma ou outra alteração”.
O Sporting recebe o Académico de Viseu no domingo, em partida da nona jornada da I Liga com início previsto para as 20:30, no Estádio José Alvalade, em Lisboa, e arbitragem de Miguel Nogueira, da associação de Lisboa.
Após vencer em Braga (3-1) equipa orientada por Rui Borges procura somar a segunda vitória consecutiva no campeonato, para minimizar o efeito dos empates anteriores, contra Famalicão (1-1, fora) e Arouca (2-2, casa), que a deixaram em terceiro lugar, a um ponto do Benfica e a seis do líder, o FC Porto.
Já o Académico de Viseu, orientado por Bruno Pinheiro, vem de quatro vitórias consecutivas na I Liga e segue em sétimo lugar, a ‘apenas’ quatro pontos dos ‘leões’, mas acaba de ser eliminado da Taça de Portugal pelo Fátima, do Campeonato de Portugal.
Na visita ao Sporting de Braga (vitória por 3-1), na I Liga, o Sporting apresentou um 4x3x3 mais ‘clássico’, em vez do habitual 4x2x3x1 que utilizava desde o início da época, sistema que manteve, depois, na visita ao Lens (vitória por 2-0) e na receção ao LASK Linz (derrota por 3-2), na Liga dos Campeões.
A alteração introduzida por Rui Borges faz o médio Altimira recuar para o meio dos defesas-centrais, para formar uma linha defensiva de cinco jogadores nos momentos sem bola, função que, antes, era desempenhado por Geny Catamo, no lado direito.
“Temos dois médios na mesma. Noutros jogos está o Geny [Catamo] atrás e está o Sergi [no meio-campo], mas são só dois médios, o nosso terceiro médio vem defender à direita. Por isso, de forma estratégica, não mudou absolutamente nada”, reforçou o treinador ‘leonino’.
Depois, questionado sobre as alterações no plano ofensivo, retorquiu que esta é a questão que, para si, faz “mais sentido de forma estratégica”.
“Ganhámos mais em termos defensivos [com o recuo de Altimira]. Mais altura e mais intensidade em termos defensivos a defender a área de baliza. E temos o Geny [Catamo] mais perto para [fazer] acelerações, que é um homem rápido e de um para um, não é um médio que não tem tanta aceleração”, analisou.
Pelo mesmo prisma, a ausência de Flávio Gonçalves nos titulares, desde que introduziu a ‘nuance’ tática, foi explicada por o criativo não ter “características” para aquilo que entende ser a “exigência” ou a “intensidade de ir a duelos”.
“Acabou por perder um bocadinho, por causa da estratégia do jogo e não por aquilo que é o Flávio [Gonçalves] ou que não tem feito. Tem trabalhado no máximo, é o mesmo Flávio, acreditamos muito nele”, elogiou o técnico.
Nesse sentido, o jovem formado em Alcochete, de 19 anos, “pode ser um jogador que faz sentido” frente ao Académico de Viseu, no domingo, por tratar-se de um “jogo diferente, adversário diferente, [com] características diferentes”, admitiu Borges, sem confirmar o seu regresso à titularidade.
Na baliza, o técnico também não desvendou se vai manter a aposta em Kaique Pereira ou devolver o posto a Rui Silva, preterido nos últimos dois encontros, da Liga dos Campeões.
Quanto a lesionados, para além de Nuno Santos, ausente desde a época passada, o defesa Debast e o médio Zalazar também não estão disponíveis “para estes dois jogos”, frente aos beirões e ao Marítimo, terça-feira, para os quartos de final da Taça da Liga.
Já o defesa Ba, que não joga desde agosto, mas foi suplente não utilizado nos últimos três encontros, “é uma opção” para domingo “como qualquer outro colega”, num encontro onde “pode haver uma ou outra alteração”.
O Sporting recebe o Académico de Viseu no domingo, em partida da nona jornada da I Liga com início previsto para as 20:30, no Estádio José Alvalade, em Lisboa, e arbitragem de Miguel Nogueira, da associação de Lisboa.
Após vencer em Braga (3-1) equipa orientada por Rui Borges procura somar a segunda vitória consecutiva no campeonato, para minimizar o efeito dos empates anteriores, contra Famalicão (1-1, fora) e Arouca (2-2, casa), que a deixaram em terceiro lugar, a um ponto do Benfica e a seis do líder, o FC Porto.
Já o Académico de Viseu, orientado por Bruno Pinheiro, vem de quatro vitórias consecutivas na I Liga e segue em sétimo lugar, a ‘apenas’ quatro pontos dos ‘leões’, mas acaba de ser eliminado da Taça de Portugal pelo Fátima, do Campeonato de Portugal.
(Com Lusa)