Sporting
Liga Europa
Sá Pinto: "O que faltava era concretizar as oportunidades"
O treinador dos leões reitera anteriores afirmações quanto ao desempenho da equipa a que só faltavam os golos, daí advindo a natural desilusão dos jogadores, sempre confiantes de que eles acabarão por chegar, mas sempre pensando jogo a jogo, sem grandes antecipações
No final do jogo do playoff para a Liga Europa, esta quinta-feira, em Alvalade, o treinador leonino, na análise ao Horsens, disse que "a vontade de surpreender" dos dinamarquese não resultou "porque não deixámos"
"Uma equipa com um jogo muito simples, muito direto, nada agradável de combater, com vontade de surpreender, mas produziu muito pouco, porque não deixámos", analisou Sá Pinto.
"O que faltava era concretizar as oportunidades, como no princípio do jogo", de hoje.
"Quer neste, quer nos outros três jogos, precisávamos de fazer golos", porque "continuamos a ter controlo de jogo, boas circulações, combinações, muito agressivos em termos defensivos, nos esquemas tácticos, a equipa esteve muito bem em todos esses momentos, tal como no jogo lá, em que fomos punidos injustamente pelo golo que eles fizeram"
"A este nível tudo ajuda. Uma equipa que cria oportinidades mas não as concretiza, é natural que fique desiludida porque não há justiça no resultado", reiterando que "a equipa está muito forte mentalmente", capaz de de "dar a volta a um resultado adverso".
"A forma como os jogadores festejaram é um sinal de união, de acreditar. É este o caminho, que é feito de resultados"; para um clube com a grandeza do Sporting "não há desculpas para nada, (...)é o resultado que conta, e a equipa sabia que o resultado ia aparecer, como hoje", prosseguiu o técnico leonino.
"Acredito muito nesta equipa, nos seus jogadores. Os caminhos fazem-se com pequenos passos para se chegar onde se quer", comentou, explicando que "no Sporting, não pode haver grandes euforias, grandes tristezas, porque somos avaliados cada três dias", não se podendo fazer projeções a longo prazo.
"Passámios esta eliminatória, entrámos na fase de grupos e o objetivo para este jogo era ganhar e passar à fase de grupos", concluiu Sá Pinto.
"Uma equipa com um jogo muito simples, muito direto, nada agradável de combater, com vontade de surpreender, mas produziu muito pouco, porque não deixámos", analisou Sá Pinto.
"O que faltava era concretizar as oportunidades, como no princípio do jogo", de hoje.
"Quer neste, quer nos outros três jogos, precisávamos de fazer golos", porque "continuamos a ter controlo de jogo, boas circulações, combinações, muito agressivos em termos defensivos, nos esquemas tácticos, a equipa esteve muito bem em todos esses momentos, tal como no jogo lá, em que fomos punidos injustamente pelo golo que eles fizeram"
"A este nível tudo ajuda. Uma equipa que cria oportinidades mas não as concretiza, é natural que fique desiludida porque não há justiça no resultado", reiterando que "a equipa está muito forte mentalmente", capaz de de "dar a volta a um resultado adverso".
"A forma como os jogadores festejaram é um sinal de união, de acreditar. É este o caminho, que é feito de resultados"; para um clube com a grandeza do Sporting "não há desculpas para nada, (...)é o resultado que conta, e a equipa sabia que o resultado ia aparecer, como hoje", prosseguiu o técnico leonino.
"Acredito muito nesta equipa, nos seus jogadores. Os caminhos fazem-se com pequenos passos para se chegar onde se quer", comentou, explicando que "no Sporting, não pode haver grandes euforias, grandes tristezas, porque somos avaliados cada três dias", não se podendo fazer projeções a longo prazo.
"Passámios esta eliminatória, entrámos na fase de grupos e o objetivo para este jogo era ganhar e passar à fase de grupos", concluiu Sá Pinto.