Sporting
Liga dos Campeões
Sporting obrigado a vencer Arsenal em Londres
O Sporting sofreu uma derrota dececionante frente ao Arsenal por 1-0, já que o golo dos ingleses apareceu contra a corrente do jogo e nos últimos segundos da partida em Alvalade. Os leões ficam obrigados a vencer em Londres na segunda mão, para alcançarem as meias-finais da Liga dos Campeões.
No duelo da primeira mão, quando o nulo parecia certo, o alemão Havertz, aos 90+1 minutos, ‘gelou’ por completo o Estádio José Alvalade, que teve 50 mil pessoas nas bancadas, numa partida em que os londrinos até tiveram mais bola, mas em que as melhores oportunidades foram da equipa de Rui Borges.
Este resultado deixa o Sporting em desvantagem no intervalo na eliminatória e obrigado a vencer na próxima semana em Londres o atual líder da Premier League para seguir para uma inédita presença nas meias-finais da ‘Champions’.
À procura de atingir pela primeira vez as meias-finais da mais importante competição europeia de clubes, depois de ter disputado uma única vez os ‘quartos’ da Taça dos Campeões Europeus, em 1982/83, nos quais foi afastado pela Real Sociedad, a equipa comandada por Rui Borges bateu-se bem frente ao líder destacado da Liga inglesa, que venceu 10 dos 11 jogos disputados na presente edição da prova, tendo concedido apenas um empate.
No Estádio José Alvalade, duas das melhores ocasiões de golo aconteceram durante os primeiros 45 minutos e para as duas equipas, que vão discutir a segunda parte da eliminatória em Londres, em 15 de abril.
Primeiro, o lateral uruguaio Maxi Araújo enviou a bola com estrondo à barra, na sequência de um passe primoroso do central Diomande. Depois, a resposta saiu do pé esquerdo de Noni Madueke, que cobrou um pontapé de canto e levou a bola a acertar em cheio do travessão.
A toada do jogo manteve-se inalterada na segunda parte, novamente com o Arsenal a ter o controlo da bola, mas quase sempre numa toada lenta, o que foi deixando o Sporting confortável na partida, apesar de não conseguir chegar à baliza dos ingleses.
Borges ainda tentou mudar algo com a entrada de Bragança para o lugar de João Simões, mas a postura das duas equipas manteve-se, com ambas a parecerem pouco dispostas a tentar algo mais arriscado.
O Arsenal ainda festejou o 1-0 aos 64 minutos, com um remate traiçoeiro do espanhol Zubimendi de fora da área, mas o lance acabou anulado pelo VAR, por fora de jogo de Gyökeres.
O jogo finalmente viveu alguns momentos de emoção na parte final, com o Sporting a crescer, a sentir-se mais confiante e seguro na defesa, e a acreditar poderia mesmo viajar para Londres com a vantagem na bagagem.
Com Rafael Nel a render Pedro Gonçalves, sempre muito desaparecido do jogo, o Sporting renasceu e ficou duas vezes perto de marcar, ambas por Catamo.
Primeiro, de cabeça, o extremo moçambicano obrigou Raya a defender para canto, e depois, num arrancada pela direita, entrou pela área inglesa e fez o espanhol sujar o equipamento com um remate rasteiro.
Este resultado deixa o Sporting em desvantagem no intervalo na eliminatória e obrigado a vencer na próxima semana em Londres o atual líder da Premier League para seguir para uma inédita presença nas meias-finais da ‘Champions’.
À procura de atingir pela primeira vez as meias-finais da mais importante competição europeia de clubes, depois de ter disputado uma única vez os ‘quartos’ da Taça dos Campeões Europeus, em 1982/83, nos quais foi afastado pela Real Sociedad, a equipa comandada por Rui Borges bateu-se bem frente ao líder destacado da Liga inglesa, que venceu 10 dos 11 jogos disputados na presente edição da prova, tendo concedido apenas um empate.
No Estádio José Alvalade, duas das melhores ocasiões de golo aconteceram durante os primeiros 45 minutos e para as duas equipas, que vão discutir a segunda parte da eliminatória em Londres, em 15 de abril.
Primeiro, o lateral uruguaio Maxi Araújo enviou a bola com estrondo à barra, na sequência de um passe primoroso do central Diomande. Depois, a resposta saiu do pé esquerdo de Noni Madueke, que cobrou um pontapé de canto e levou a bola a acertar em cheio do travessão.
A toada do jogo manteve-se inalterada na segunda parte, novamente com o Arsenal a ter o controlo da bola, mas quase sempre numa toada lenta, o que foi deixando o Sporting confortável na partida, apesar de não conseguir chegar à baliza dos ingleses.
Borges ainda tentou mudar algo com a entrada de Bragança para o lugar de João Simões, mas a postura das duas equipas manteve-se, com ambas a parecerem pouco dispostas a tentar algo mais arriscado.
O Arsenal ainda festejou o 1-0 aos 64 minutos, com um remate traiçoeiro do espanhol Zubimendi de fora da área, mas o lance acabou anulado pelo VAR, por fora de jogo de Gyökeres.
O jogo finalmente viveu alguns momentos de emoção na parte final, com o Sporting a crescer, a sentir-se mais confiante e seguro na defesa, e a acreditar poderia mesmo viajar para Londres com a vantagem na bagagem.
Com Rafael Nel a render Pedro Gonçalves, sempre muito desaparecido do jogo, o Sporting renasceu e ficou duas vezes perto de marcar, ambas por Catamo.
Primeiro, de cabeça, o extremo moçambicano obrigou Raya a defender para canto, e depois, num arrancada pela direita, entrou pela área inglesa e fez o espanhol sujar o equipamento com um remate rasteiro.
Instantes depois de o quatro árbitro mostrar a placa a indicar dois minutos de tempo de compensação, o Arsenal acabou por marcar, num lance construído pelos suplentes Martinelli e Havertz em que o brasileiro fugiu da direita para o meio e encontrou o alemão solto na área ‘leonina’ para o 1-0.
Visita ilustre
Foto: Reuters
A primeira mão dos ‘quartos’ ficou ainda marcada pela visita de Viktor Gyökeres a Lisboa, agora como jogador dos ‘gunners’, após duas épocas de enorme sucesso em Alvalade, nas quais marcou 97 golos em 102 jogos. O sueco foi recebido com aplausos pelos adeptos sportinguistas... e saudado pelo sucessor no cargo de artilheiro dos leões, como se pode ver pela foto.
(Com Lusa)