Sporting
Sporting sem "reservas" para Aguero
O Sporting caiu sem perder na Liga Europa ao empatar 2-2 com o Atlético de Madrid. "Kun" Aguero marcou os dois golos dos «colchoneros», que deixaram os «Leões» pelo caminho. Em Madrid o Sporting há uma semana tinha empatado 0-0.
Após o heróico empate sem golos em Madrid, as desatenções defensivas
dos da casa permitiram ao tecnicista avançado argentino Aguero "bisar" (três
e 33 minutos), embora os madrilenos tenham também demonstrado as fragilidades
defensivas, nos tentos de Liedson (19) e Polga (45+1).
Ainda assim, os "leões" elevaram a sua série de partidas sem perder
para sete, com quatro triunfos e três empates, e mereceram aplausos do seu
público no final de um encontro em que os lisboetas desperdiçaram a última
hipótese de êxito na época e a criatividade de ambos os conjuntos foram
uma constante em detrimento da organização táctica.
Sem os lesionados Carriço e Yannick ou os castigados Tonel e Grimi e
dada a ausência de última hora de Izmailov, o treinador do Sporting, Carlos
Carvalhal, refez a defesa com Caneira e Pedro Silva.
Pereirinha foi o escolhido para o meio campo, à frente de Pedro Mendes
e perto de Moutinho e Veloso, num esquema em 4-1-3-2, no qual Liedson teve
a companhia de Saleiro no ataque.
O homólogo espanhol, Quique Flores, optou por deixar o ponta de lança
uruguaio Forlán no banco e lançou Jurado, próximo do argentino Aguero, num
sistema semelhante ao dos anfitriões, mas transformado num cauteloso 4-5-1
sem bola, a dar frutos logo ao terceiro minuto.
A defesa "leonina", demasiado perto da sua baliza, perdeu a inviolabilidade
que tanto custara a manter na capital espanhola, numa jogada de insistência
de António Lopez, no flanco esquerdo, correspondida pela antecipação de
Aguero na cara do guardião Rui Patrício - um golo "a frio" que castigou
a falta de pressão sobre os "colchoneros".
Refeito do "choque", o quarto classificado da Liga portuguesa reequilibrou
o hiper-povoado centro do terreno e alcançou o empate num rápido contra
ataque em que Veloso desmarcou Saleiro e o avançado cruzou para a cabeçada
bem sucedida de Liedson no segundo poste, aos 19 minutos.
Mas, aos 33 minutos, Aguero foi descoberto novamente na área, agora
por Reyes, livrou-se de Polga e Caneira e atirou com a parte de fora do
pé esquerdo fora do alcance de Patrício, recolocando o 10. posicionado
da Liga espanhola em vantagem.
Contudo, num livre cobrado por Veloso em cima do intervalo, Polga conseguiu
estar no sítio certo e desviou de cabeça para novo empate (2-2), depois
de os "leões" terem sido sujeitos a "olés" pelo público espanhol.
Na segunda parte, o Sporting defendeu mais em cima e quase chegou ao
golo, por intermédio de Saleiro, que obrigou De Gea a uma defesa muito difícil,
e Pereirinha, num cabeceamento que passou muito perto da barra, antes de
Pedro Silva da lugar a Vukcevic e Veloso recuar para a defesa.
A maior dinâmica "leonina" e a postura expectante do adversário originaram
diversas oportunidades de golo, mas sem eficácia, que também faltou ao "colchonero"
Reyes numa outra ocasião.
Aos 74 minutos, Saleiro foi isolado por Pedro Mendes e caiu já na grande
área após contacto com o defesa checo Ujfalusi, mas o árbitro alemão considerou
não ser merecedor de grande penalidade.
Até final, o Sporting foi tentando de todas as formas chegar ao tento
que o colocaria nos quartos de final, mas quase sempre as opções tomadas
foram as menos indicadas para ultrapassar os numerosos defensores contrários.
dos da casa permitiram ao tecnicista avançado argentino Aguero "bisar" (três
e 33 minutos), embora os madrilenos tenham também demonstrado as fragilidades
defensivas, nos tentos de Liedson (19) e Polga (45+1).
Ainda assim, os "leões" elevaram a sua série de partidas sem perder
para sete, com quatro triunfos e três empates, e mereceram aplausos do seu
público no final de um encontro em que os lisboetas desperdiçaram a última
hipótese de êxito na época e a criatividade de ambos os conjuntos foram
uma constante em detrimento da organização táctica.
Sem os lesionados Carriço e Yannick ou os castigados Tonel e Grimi e
dada a ausência de última hora de Izmailov, o treinador do Sporting, Carlos
Carvalhal, refez a defesa com Caneira e Pedro Silva.
Pereirinha foi o escolhido para o meio campo, à frente de Pedro Mendes
e perto de Moutinho e Veloso, num esquema em 4-1-3-2, no qual Liedson teve
a companhia de Saleiro no ataque.
O homólogo espanhol, Quique Flores, optou por deixar o ponta de lança
uruguaio Forlán no banco e lançou Jurado, próximo do argentino Aguero, num
sistema semelhante ao dos anfitriões, mas transformado num cauteloso 4-5-1
sem bola, a dar frutos logo ao terceiro minuto.
A defesa "leonina", demasiado perto da sua baliza, perdeu a inviolabilidade
que tanto custara a manter na capital espanhola, numa jogada de insistência
de António Lopez, no flanco esquerdo, correspondida pela antecipação de
Aguero na cara do guardião Rui Patrício - um golo "a frio" que castigou
a falta de pressão sobre os "colchoneros".
Refeito do "choque", o quarto classificado da Liga portuguesa reequilibrou
o hiper-povoado centro do terreno e alcançou o empate num rápido contra
ataque em que Veloso desmarcou Saleiro e o avançado cruzou para a cabeçada
bem sucedida de Liedson no segundo poste, aos 19 minutos.
Mas, aos 33 minutos, Aguero foi descoberto novamente na área, agora
por Reyes, livrou-se de Polga e Caneira e atirou com a parte de fora do
pé esquerdo fora do alcance de Patrício, recolocando o 10. posicionado
da Liga espanhola em vantagem.
Contudo, num livre cobrado por Veloso em cima do intervalo, Polga conseguiu
estar no sítio certo e desviou de cabeça para novo empate (2-2), depois
de os "leões" terem sido sujeitos a "olés" pelo público espanhol.
Na segunda parte, o Sporting defendeu mais em cima e quase chegou ao
golo, por intermédio de Saleiro, que obrigou De Gea a uma defesa muito difícil,
e Pereirinha, num cabeceamento que passou muito perto da barra, antes de
Pedro Silva da lugar a Vukcevic e Veloso recuar para a defesa.
A maior dinâmica "leonina" e a postura expectante do adversário originaram
diversas oportunidades de golo, mas sem eficácia, que também faltou ao "colchonero"
Reyes numa outra ocasião.
Aos 74 minutos, Saleiro foi isolado por Pedro Mendes e caiu já na grande
área após contacto com o defesa checo Ujfalusi, mas o árbitro alemão considerou
não ser merecedor de grande penalidade.
Até final, o Sporting foi tentando de todas as formas chegar ao tento
que o colocaria nos quartos de final, mas quase sempre as opções tomadas
foram as menos indicadas para ultrapassar os numerosos defensores contrários.