Sporting
"Vitória é dos jogadores"
O treinador do Sporting considerou esta terça-feira que a equipa lisboeta passou a eliminatória com o Twente não pela táctica, mas pelo "coração", em declarações à TVI no final do jogo, disputado na Holanda.
"Maioritariamente, no futebol ganha-se com táctica, mas muitas vezes também se ganha com o coração", disse o treinador do Sporting, que reconheceu que a equipa falhou na "organização ofensiva" no jogo da segunda mão da terceira pré-eliminatória (1-1).
Paulo Bento deu os "parabéns" aos seus jogadores "pela capacidade mental e por terem acreditado e continuado a lutar", depois de terem praticamente entrado a perder e correndo muitos riscos.
Em relação a lance capital do jogo, já em período de compensações, quando Rui Patrício subiu à área, Paulo Bento reconheceu que há alguma "felicidade" quando se marca "um golo assim", mas considerou ter sido "justo" o apuramento perante "um adversário bem organizado" e que, em vantagem, jogou "como mais lhe convinha".
O treinador "leonino" aludiu ainda à descrença que se instalou entre os adeptos depois do empate 0-0 em Alvalade, na primeira mão, referindo que tentou "passar uma mensagem de confiança" por acreditar que a equipa "seria capaz de fazer golos na Holanda".
O técnico reconheceu que a equipa "não criou ocasiões para fazer golos", mas contrapôs que o adversário também não o fez e que "se tornou difícil jogar contra dez adversários atrás da linha da bola", mesmo tendo em conta que nem sempre os seus jogadores tomaram "as melhores decisões".
"Fomos felizes, mas os jogadores mereceram essa felicidade", disse Paulo Bento que, falando do futuro, alertou para a necessidade da equipa continuar a demonstrar o coração que mostrou.
No que se refere ao próximo adversário, disse que prefere "esperar para ver" o que acontece nos outros jogos, realçando a importância de "passar aos 'play-off'" depois de um jogo disputado "num clima de tensão e ansiedade", para que se continue "a alimentar o sonho da Liga dos Campeões pelo quarto ano consecutivo".
Paulo Bento deu os "parabéns" aos seus jogadores "pela capacidade mental e por terem acreditado e continuado a lutar", depois de terem praticamente entrado a perder e correndo muitos riscos.
Em relação a lance capital do jogo, já em período de compensações, quando Rui Patrício subiu à área, Paulo Bento reconheceu que há alguma "felicidade" quando se marca "um golo assim", mas considerou ter sido "justo" o apuramento perante "um adversário bem organizado" e que, em vantagem, jogou "como mais lhe convinha".
O treinador "leonino" aludiu ainda à descrença que se instalou entre os adeptos depois do empate 0-0 em Alvalade, na primeira mão, referindo que tentou "passar uma mensagem de confiança" por acreditar que a equipa "seria capaz de fazer golos na Holanda".
O técnico reconheceu que a equipa "não criou ocasiões para fazer golos", mas contrapôs que o adversário também não o fez e que "se tornou difícil jogar contra dez adversários atrás da linha da bola", mesmo tendo em conta que nem sempre os seus jogadores tomaram "as melhores decisões".
"Fomos felizes, mas os jogadores mereceram essa felicidade", disse Paulo Bento que, falando do futuro, alertou para a necessidade da equipa continuar a demonstrar o coração que mostrou.
No que se refere ao próximo adversário, disse que prefere "esperar para ver" o que acontece nos outros jogos, realçando a importância de "passar aos 'play-off'" depois de um jogo disputado "num clima de tensão e ansiedade", para que se continue "a alimentar o sonho da Liga dos Campeões pelo quarto ano consecutivo".