Surf
Elite mundial do surf volta a Peniche com cinco portugueses em prova
Os melhores surfistas do mundo estão de regresso à Praia de Supertubos, em Peniche, para a 10.ª e antepenúltima etapa do circuito principal da Liga Mundial de Surf (WSL), que conta com um recorde de cinco surfistas portugueses.
Yolanda Hopkins, Francisca Veselko e Teresa Bonvalot, do lado feminino, e Frederico Morais e Guilherme Ribeiro, no quadro masculino, são os representantes lusos no Meo Rip Curl Pro Portugal, cujo período de espera começa na sexta-feira e decorre até 25 de outubro.
No ano de estreia no Championship Tour (CT), a olímpica 'Yoyo' Hopkins, de 28 anos, garantiu o 14.º posto do ranking mundial após a nona etapa disputada nos Estados Unidos (EUA), e superou o 'corte' que lhe deu direito a disputar a 10.ª e 11.ªs etapas, em Portugal e nas Filipinas, respetivamente, antes da prova final, que vai contar novamente com todas as surfistas, em Pipeline, no Havai, Estados Unidos.
Já 'Kika' Veselko, de 23 anos, que também competiu esta época pela primeira vez na elite mundial, ficou em 23.º (apenas as primeiras 14 surfistas passaram o 'cut'), mas beneficiou de um convite da organização para surfar em 'casa', enquanto Teresa Bonvalot - que é atualmente a terceira classificada do circuito de acesso (Challenger Series) ao CT - foi escolhida para substituir a lesionada Isabella Nichols, da Austrália.
A última vaga feminina no evento foi atribuída à francesa Johanne Defay, que ganhou em Peniche em 2024, competiu grávida de quatro meses em Portugal no ano passado e esteve afastada este ano do CT, precisamente devido à maternidade.
O ex-top mundial Frederico Morais também vai estar em ação, tal como Guilherme Ribeiro, tendo ambos recebido 'wildcards' (convites) para disputar a prova em Supertubos, elevando a 'armada' portuguesa para um total de cinco elementos.
A liderar o elenco de luxo internacional estão o brasileiro Yago Dora, campeão mundial em título e vencedor em Supertubos em 2025, e a havaiana Gabriel Bryan (finalista vencida no ano passado em Peniche), que chegam ambos à única etapa do CT na Europa com a licra amarela.
Dos 22 atletas masculinos que superaram o 'corte', sete são brasileiros, com o tricampeão mundial Gabriel Medina (2014, 2018 e 2021), o bicampeão Filipe Toledo (2022 e 2023) e o campeão Ítalo Ferreira (2019) entre os favoritos ao triunfo nas ondas portuguesas.
Já entre as mulheres, a pentacampeã e medalha de ouro olímpica em Tóquio2020, Carissa Moore, que chega no segundo posto do ranking, destaca-se, até pela forte ligação da havaiana com as ondas portuguesas, comprovada pelas vitórias de 2010, em Peniche, e de 2013, em Cascais, ambas em provas do CT.
A australiana Molly Picklum, campeã mundial em 2025, e a norte-americana Caroline Marks, campeã mundial em 2023, medalha de ouro em Paris2024 e bicampeã em Peniche (2019 e 2025), são também duas das principais candidatas à vitória em Supertubos.
Certo é que a etapa portuguesa, que voltou a ser disputada no outono depois de quatro anos consecutivos a decorrer no final do inverno, promete ser decisiva nas contas para os títulos mundiais de 2026.
Depois de Portugal, restam apenas duas etapas, o Filipinas Pro, em Cloud 9, na ilha Siargao, entre 31 de outubro e 10 de novembro, e o Pipe Masters, no Havai, entre 08 e 20 de dezembro.
No ano de estreia no Championship Tour (CT), a olímpica 'Yoyo' Hopkins, de 28 anos, garantiu o 14.º posto do ranking mundial após a nona etapa disputada nos Estados Unidos (EUA), e superou o 'corte' que lhe deu direito a disputar a 10.ª e 11.ªs etapas, em Portugal e nas Filipinas, respetivamente, antes da prova final, que vai contar novamente com todas as surfistas, em Pipeline, no Havai, Estados Unidos.
Já 'Kika' Veselko, de 23 anos, que também competiu esta época pela primeira vez na elite mundial, ficou em 23.º (apenas as primeiras 14 surfistas passaram o 'cut'), mas beneficiou de um convite da organização para surfar em 'casa', enquanto Teresa Bonvalot - que é atualmente a terceira classificada do circuito de acesso (Challenger Series) ao CT - foi escolhida para substituir a lesionada Isabella Nichols, da Austrália.
A última vaga feminina no evento foi atribuída à francesa Johanne Defay, que ganhou em Peniche em 2024, competiu grávida de quatro meses em Portugal no ano passado e esteve afastada este ano do CT, precisamente devido à maternidade.
O ex-top mundial Frederico Morais também vai estar em ação, tal como Guilherme Ribeiro, tendo ambos recebido 'wildcards' (convites) para disputar a prova em Supertubos, elevando a 'armada' portuguesa para um total de cinco elementos.
A liderar o elenco de luxo internacional estão o brasileiro Yago Dora, campeão mundial em título e vencedor em Supertubos em 2025, e a havaiana Gabriel Bryan (finalista vencida no ano passado em Peniche), que chegam ambos à única etapa do CT na Europa com a licra amarela.
Dos 22 atletas masculinos que superaram o 'corte', sete são brasileiros, com o tricampeão mundial Gabriel Medina (2014, 2018 e 2021), o bicampeão Filipe Toledo (2022 e 2023) e o campeão Ítalo Ferreira (2019) entre os favoritos ao triunfo nas ondas portuguesas.
Já entre as mulheres, a pentacampeã e medalha de ouro olímpica em Tóquio2020, Carissa Moore, que chega no segundo posto do ranking, destaca-se, até pela forte ligação da havaiana com as ondas portuguesas, comprovada pelas vitórias de 2010, em Peniche, e de 2013, em Cascais, ambas em provas do CT.
A australiana Molly Picklum, campeã mundial em 2025, e a norte-americana Caroline Marks, campeã mundial em 2023, medalha de ouro em Paris2024 e bicampeã em Peniche (2019 e 2025), são também duas das principais candidatas à vitória em Supertubos.
Certo é que a etapa portuguesa, que voltou a ser disputada no outono depois de quatro anos consecutivos a decorrer no final do inverno, promete ser decisiva nas contas para os títulos mundiais de 2026.
Depois de Portugal, restam apenas duas etapas, o Filipinas Pro, em Cloud 9, na ilha Siargao, entre 31 de outubro e 10 de novembro, e o Pipe Masters, no Havai, entre 08 e 20 de dezembro.
(Com Lusa)