Taça de Portugal
Futebol Nacional
Técnico do Fafe julga "legítimo sonhar" com final da Taça ante Torreense difícil
O treinador do Fafe, Mário Ferreira, afirmou hoje que é “legítimo sonhar” com uma inédita presença na final da Taça de Portugal de futebol, mas com respeito por um Torreense "difícil", ao projetar a primeira mão das meias-finais.
O clube minhoto, da Liga 3, vai disputar pela terceira vez uma semifinal da ‘prova rainha’, depois de o ter feito nas épocas 1976/77, em que perdeu ante o FC Porto (3-0), e 1978/79, na qual foi derrotado pelo Sporting (1-0, após prolongamento), e quer assegurar a presença no Estádio Nacional, numa eliminatória que começa na quarta-feira, às 20:15, no Parque Municipal de Desportos, em Fafe.
"Espero que a nossa massa adepta compareça em força. Acreditou nesta caminhada, acreditou que podíamos ser felizes e que estaríamos nas meias-finais, passados mais de 40 anos disso acontecer. Estamos a fazer história e colocámos o clube e a cidade num patamar altíssimo. É legítimo sonhar em chegar mais à frente, respeitando o adversário”, disse, na antevisão ao desafio.
Protagonista de um trajeto em que eliminou Moreirense (1-0), Arouca (2-1) e Sporting de Braga (2-1), três conjuntos da I Liga, o Fafe vai disputar o acesso à final com o quarto classificado da II Liga, uma equipa que, para Mário Ferreira, teria capacidade de “disputar todos os seus jogos para ganhar” se competisse na I Liga, pese a recente mudança de treinador, com Luís Tralhão a render Vítor Martins.
"É uma equipa bem trabalhada. Teve uma mudança recente no corpo técnico, mas há uma base na estrutura. É uma boa equipa em todos os momentos do jogo, que sabe transitar com bola, que é forte nas bolas paradas. Nota-se que há uma ideia clara no seu jogo. É uma equipa bem equilibrada em todos os momentos. Vai ser uma equipa difícil”, descreveu.
O técnico considerou ainda que a formação de Torres Vedras dispõe de “várias soluções” para colmatar as ausências de Dany Jean e de Drammeh, expulsos no sábado, na derrota perante o Académico de Viseu (1-0) para o campeonato, e de “uma boa estrutura” para garantir a recuperação dos jogadores para quarta-feira, após um intervalo de quatro dias entre jogos.
Afastada do principal objetivo definido no início da temporada, a fase de subida da Liga 3, após o sétimo lugar na Série A, a equipa minhota já fez “o luto quando tinha de fazer” e conta hoje com jogadores “motivadíssimos, concentrados e focados” para o desafio de quarta-feira, para o qual a ‘receita’ é “desfrutar com responsabilidade”, até porque o jogo decisivo é fora, entre 21 e 23 de abril.
“Vamos disputar uma eliminatória diferente das outras. Estamos preparados para isso. Avisamos que amanhã [quarta-feira] a eliminatória não estará feita. Temos consciência plena que ainda haverá mais 90 minutos em Torres Vedras. Temos de estar cientes dessa situação”, adiantou.
O Fafe recebe o Torreense, em jogo da primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal, agendado para quarta-feira, às 20:15, em Fafe, com arbitragem de Miguel Nogueira, da Associação de Futebol de Lisboa.
"Espero que a nossa massa adepta compareça em força. Acreditou nesta caminhada, acreditou que podíamos ser felizes e que estaríamos nas meias-finais, passados mais de 40 anos disso acontecer. Estamos a fazer história e colocámos o clube e a cidade num patamar altíssimo. É legítimo sonhar em chegar mais à frente, respeitando o adversário”, disse, na antevisão ao desafio.
Protagonista de um trajeto em que eliminou Moreirense (1-0), Arouca (2-1) e Sporting de Braga (2-1), três conjuntos da I Liga, o Fafe vai disputar o acesso à final com o quarto classificado da II Liga, uma equipa que, para Mário Ferreira, teria capacidade de “disputar todos os seus jogos para ganhar” se competisse na I Liga, pese a recente mudança de treinador, com Luís Tralhão a render Vítor Martins.
"É uma equipa bem trabalhada. Teve uma mudança recente no corpo técnico, mas há uma base na estrutura. É uma boa equipa em todos os momentos do jogo, que sabe transitar com bola, que é forte nas bolas paradas. Nota-se que há uma ideia clara no seu jogo. É uma equipa bem equilibrada em todos os momentos. Vai ser uma equipa difícil”, descreveu.
O técnico considerou ainda que a formação de Torres Vedras dispõe de “várias soluções” para colmatar as ausências de Dany Jean e de Drammeh, expulsos no sábado, na derrota perante o Académico de Viseu (1-0) para o campeonato, e de “uma boa estrutura” para garantir a recuperação dos jogadores para quarta-feira, após um intervalo de quatro dias entre jogos.
Afastada do principal objetivo definido no início da temporada, a fase de subida da Liga 3, após o sétimo lugar na Série A, a equipa minhota já fez “o luto quando tinha de fazer” e conta hoje com jogadores “motivadíssimos, concentrados e focados” para o desafio de quarta-feira, para o qual a ‘receita’ é “desfrutar com responsabilidade”, até porque o jogo decisivo é fora, entre 21 e 23 de abril.
“Vamos disputar uma eliminatória diferente das outras. Estamos preparados para isso. Avisamos que amanhã [quarta-feira] a eliminatória não estará feita. Temos consciência plena que ainda haverá mais 90 minutos em Torres Vedras. Temos de estar cientes dessa situação”, adiantou.
O Fafe recebe o Torreense, em jogo da primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal, agendado para quarta-feira, às 20:15, em Fafe, com arbitragem de Miguel Nogueira, da Associação de Futebol de Lisboa.