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Final número 13 para Nadal em Roland Garros
O espanhol Rafael Nadal, 12 vezes campeão, vai disputar a 13.ª final em Roland Garros com o sérvio Novak Djokovic, líder mundial, depois de eliminar hoje o argentino Diego Schwartzman nas meias-finais do terceiro ‘major’ da época.
Na primeira meia-final do dia, o esquerdino e número dois do ‘ranking’ ATP derrotou o jogador natural de Buenos Aires, 14.º colocado na hierarquia mundial, em três ‘sets’, pelos parciais de 6-3, 6-3 e 7-6 (7-0), ao cabo de três horas e nove minutos.
Depois de perder recentemente nos quartos de final do Masters 1.000 de Roma diante ‘El Peque’, a disputar, pela primeira vez, uma meia-final de um torneio do ‘Grand Slam’, Nadal, de 34 anos, contabilizou 38 ‘winners’, 34 erros não forçados e seis ‘breaks’ em nove oportunidades, face aos 24 pontos ganhantes, 48 erros não forçados e três ‘breaks’ em 12 oportunidades do adversário, para conquistar o 99.º triunfo em 101 encontros jogados na catedral da terra batida.
“É incrível estar noutra final de Roland Garros. É sempre um momento especial. Cometi alguns erros no terceiro ‘set’, quando falhei um par de vóleis. Sei que quando jogo com o Diego é difícil até ao fim. Há umas semanas, perdi com ele em Roma e estou feliz por ter evoluído a cada dia. Não joguei o meu melhor em Roma, mas ele joga sempre o seu melhor e conquistou uma vitória fantástica frente ao Dominic (Thiem)”, comentou o maiorquino, após sentenciar o acesso à final no primeiro dos seis ‘match points’ consecutivos de que dispôs.
Assegurada a vitória ante o sul-americano, de 28 anos, sobre o qual aumentou a vantagem no confronto direto (10-1), o ex-número um mundial vai discutir no domingo a sua 13.ª final no ‘court’ Philippe-Chatrier com o sérvio Novak Djokovic, campeão de Roland Garros em 2016.
No segundo encontro individual da jornada de hoje, o líder do ‘ranking’ mundial eliminou o jovem Stefanos Tsitsipas (6.º ATP), de 22 anos, em cinco partidas, com os parciais de 6-3, 6-2, 5-7, 4-6 e 6-1, ao cabo de três horas e 54 minutos.
Apesar de ter sofrido o primeiro ‘break’ só ao fim de duas horas e 12 minutos, o sérvio, de 33 anos, cedeu o terceiro e quarto ‘sets’, depois de ter tido um ‘match point’ no 10.º jogo da terceira partida, antes de confirmar o seu favoritismo e maior experiência diante o grego, que se estreou entre os quatro semifinalistas em Paris, para assegurar a presença na derradeira discussão pelo título, pela quinta vez na carreira.
Na final, agendada para domingo, além da Taça dos Mosqueteiros, em jogo está a possibilidade de Nadal, em caso de vitória, igualar o recorde de 20 títulos do ‘Grand Slam’ do suíço Roger Federer ou de Novak Djokovic, se o triunfo cair para o seu lado, encurtar a distância para os principais rivais, ao alcançar o 18.º ‘major’.
No torneio de pares femininos, as duas meias-finais discutidas hoje no ‘court’ Suzanne-Lenglen só ficaram decididas ao fim de três partidas.
A polaca Iga Swiatek, finalista de singulares femininos, e a norte-americana Nicole Melichar foram eliminadas, por 7-6 (7-5), 1-6 e 6-4, pela chilena Alexa Guarachi e a norte-americana Desirea Krawczyk, a dupla que vai defrontar na final a francesa Kristina Mladenovic e a húngara Timea Babos, após o triunfo ante as checas Barbora Krejcikova e Katerina Siniakova, por 6-2, 4-6 e 7-5.
Depois de perder recentemente nos quartos de final do Masters 1.000 de Roma diante ‘El Peque’, a disputar, pela primeira vez, uma meia-final de um torneio do ‘Grand Slam’, Nadal, de 34 anos, contabilizou 38 ‘winners’, 34 erros não forçados e seis ‘breaks’ em nove oportunidades, face aos 24 pontos ganhantes, 48 erros não forçados e três ‘breaks’ em 12 oportunidades do adversário, para conquistar o 99.º triunfo em 101 encontros jogados na catedral da terra batida.
“É incrível estar noutra final de Roland Garros. É sempre um momento especial. Cometi alguns erros no terceiro ‘set’, quando falhei um par de vóleis. Sei que quando jogo com o Diego é difícil até ao fim. Há umas semanas, perdi com ele em Roma e estou feliz por ter evoluído a cada dia. Não joguei o meu melhor em Roma, mas ele joga sempre o seu melhor e conquistou uma vitória fantástica frente ao Dominic (Thiem)”, comentou o maiorquino, após sentenciar o acesso à final no primeiro dos seis ‘match points’ consecutivos de que dispôs.
Assegurada a vitória ante o sul-americano, de 28 anos, sobre o qual aumentou a vantagem no confronto direto (10-1), o ex-número um mundial vai discutir no domingo a sua 13.ª final no ‘court’ Philippe-Chatrier com o sérvio Novak Djokovic, campeão de Roland Garros em 2016.
No segundo encontro individual da jornada de hoje, o líder do ‘ranking’ mundial eliminou o jovem Stefanos Tsitsipas (6.º ATP), de 22 anos, em cinco partidas, com os parciais de 6-3, 6-2, 5-7, 4-6 e 6-1, ao cabo de três horas e 54 minutos.
Apesar de ter sofrido o primeiro ‘break’ só ao fim de duas horas e 12 minutos, o sérvio, de 33 anos, cedeu o terceiro e quarto ‘sets’, depois de ter tido um ‘match point’ no 10.º jogo da terceira partida, antes de confirmar o seu favoritismo e maior experiência diante o grego, que se estreou entre os quatro semifinalistas em Paris, para assegurar a presença na derradeira discussão pelo título, pela quinta vez na carreira.
Na final, agendada para domingo, além da Taça dos Mosqueteiros, em jogo está a possibilidade de Nadal, em caso de vitória, igualar o recorde de 20 títulos do ‘Grand Slam’ do suíço Roger Federer ou de Novak Djokovic, se o triunfo cair para o seu lado, encurtar a distância para os principais rivais, ao alcançar o 18.º ‘major’.
No torneio de pares femininos, as duas meias-finais discutidas hoje no ‘court’ Suzanne-Lenglen só ficaram decididas ao fim de três partidas.
A polaca Iga Swiatek, finalista de singulares femininos, e a norte-americana Nicole Melichar foram eliminadas, por 7-6 (7-5), 1-6 e 6-4, pela chilena Alexa Guarachi e a norte-americana Desirea Krawczyk, a dupla que vai defrontar na final a francesa Kristina Mladenovic e a húngara Timea Babos, após o triunfo ante as checas Barbora Krejcikova e Katerina Siniakova, por 6-2, 4-6 e 7-5.