Ténis
Francisco Cabral com “sensação incrível” antes da final do Masters 1.000 de Xangai
O tenista Francisco Cabral qualifica de “sensação incrível” o apuramento para a maior final de pares da carreira, mas garante que o foco já está no encontro do título do Masters 1.000 de Xangai.
“É uma sensação incrível, muito orgulho e fruto de muito trabalho. Não podia estar mais contente, mas agora o foco passa já para domingo”, avançou o número um nacional da variante de pares e 30 do mundo, em declarações à Lusa.
O tenista natural do Porto, de 29 anos, e o parceiro norte-americano JJ Tracy (42.º ATP de pares) venceu nas meias-finais os franceses Theo Arribage (20.º) e Albano Olivetti (19.º), por 4-6, 6-4 e 10-8, ao fim de uma hora e 30 minutos.
“Foi um encontro duríssimo! Estivemos com ‘break’ de vantagem no primeiro set, mas rapidamente o jogo escapou-nos das mãos. O objetivo para o segundo set era manter a energia alta e esperar por novas oportunidades. Felizmente conseguimos o ‘break’ inicial e, desta vez, aguentámos o serviço até ao fim do set. Depois no super ‘tie break’, já se sabe, é sempre uma guerra e, desta vez, saímos por cima”, analisou o portuense.
Graças ao triunfo de hoje, Francisco Cabral tornou-se o segundo português a apurar-se para a final de pares de um Masters 1.000, depois do vimaranense João Sousa ter chegado, em 2018, à final de pares no Masters 1.000 de Roma, onde, ao lado do espanhol Pablo Carreño Busta, perdeu com os colombianos Juan Sebastián Cabal e Robert Farah.
Na final de domingo, a dupla luso-norte-americana vai defrontar os vencedores do encontro entre os alemães Jakob Schnaitter (33.º) e Mark Wallner (33.º) e os austríacos Neil Oberleitner (39.º) e Lucas Miedler (26.º), antigo parceiro do jogador português.
“São duas duplas fortes e trabalhadoras. Temos de estar ao nosso melhor novel para ter as nossas hipóteses”, sublinhou.
Cabral está pela primeira vez numa final de um Masters 1.000, depois de ter estado nas meias-finais em outra ocasião, em Paris em 2025, com Lucas Miedler, garantindo, virtualmente, a subida ao 22.º lugar do ranking.
Esta será a 14.ª final da carreira de Cabral, que já conquistou sete títulos, o último dos quais em Hangzhou, já com JJ Tracy, depois de quatro títulos com Miedler (Brisbane em 2026, Atenas, Hangzhou e Gstaad em 2025).
A primeira vitória aconteceu ao lado do amigo Nuno Borges no Estoril Open de 2022, ano em que ainda conquistou Gstaad, com o bósnio Tomislav Brkic, tendo todos os seus títulos a acontecerem em torneios ATP 250, com a final perdida de Viena, um ATP 500, a ser a de uma categoria mais elevada.
JJ Tracy tinha como melhor prestação num Masters 1.000 os quartos de final em Paris em 2025, onde, com o australiano John Peers, foi eliminado por Cabral e Miedler.
O tenista natural do Porto, de 29 anos, e o parceiro norte-americano JJ Tracy (42.º ATP de pares) venceu nas meias-finais os franceses Theo Arribage (20.º) e Albano Olivetti (19.º), por 4-6, 6-4 e 10-8, ao fim de uma hora e 30 minutos.
“Foi um encontro duríssimo! Estivemos com ‘break’ de vantagem no primeiro set, mas rapidamente o jogo escapou-nos das mãos. O objetivo para o segundo set era manter a energia alta e esperar por novas oportunidades. Felizmente conseguimos o ‘break’ inicial e, desta vez, aguentámos o serviço até ao fim do set. Depois no super ‘tie break’, já se sabe, é sempre uma guerra e, desta vez, saímos por cima”, analisou o portuense.
Graças ao triunfo de hoje, Francisco Cabral tornou-se o segundo português a apurar-se para a final de pares de um Masters 1.000, depois do vimaranense João Sousa ter chegado, em 2018, à final de pares no Masters 1.000 de Roma, onde, ao lado do espanhol Pablo Carreño Busta, perdeu com os colombianos Juan Sebastián Cabal e Robert Farah.
Na final de domingo, a dupla luso-norte-americana vai defrontar os vencedores do encontro entre os alemães Jakob Schnaitter (33.º) e Mark Wallner (33.º) e os austríacos Neil Oberleitner (39.º) e Lucas Miedler (26.º), antigo parceiro do jogador português.
“São duas duplas fortes e trabalhadoras. Temos de estar ao nosso melhor novel para ter as nossas hipóteses”, sublinhou.
Cabral está pela primeira vez numa final de um Masters 1.000, depois de ter estado nas meias-finais em outra ocasião, em Paris em 2025, com Lucas Miedler, garantindo, virtualmente, a subida ao 22.º lugar do ranking.
Esta será a 14.ª final da carreira de Cabral, que já conquistou sete títulos, o último dos quais em Hangzhou, já com JJ Tracy, depois de quatro títulos com Miedler (Brisbane em 2026, Atenas, Hangzhou e Gstaad em 2025).
A primeira vitória aconteceu ao lado do amigo Nuno Borges no Estoril Open de 2022, ano em que ainda conquistou Gstaad, com o bósnio Tomislav Brkic, tendo todos os seus títulos a acontecerem em torneios ATP 250, com a final perdida de Viena, um ATP 500, a ser a de uma categoria mais elevada.
JJ Tracy tinha como melhor prestação num Masters 1.000 os quartos de final em Paris em 2025, onde, com o australiano John Peers, foi eliminado por Cabral e Miedler.
(Com Lusa)