Ténis
Novak Djokovic vai ser treinado pelo norte-americano Andre Agassi
O tenista sérvio Novak Djokovic anunciou hoje que vai passar a ser treinado pelo norte-americano Andre Agassi, começando já a preparar o torneio de Roland Garros que principia no domingo em Paris.
"Queria informar-vos que estaremos juntos em Paris. Decidimos trabalhar juntos e ver o que acontece. Estaremos em Paris tentando conhecer-nos. Não estará em todo o torneio, só até determinada fase", revelou, em Roma, após ser derrotado na final do Masters 1.000 pelo jovem alemão Alexander Zverev (6-4 e 6-3).
O número dois do 'ranking' mundial falou em "muito respeito" por Andre Agassi "como pessoa e como jogador", recordando que o antigo tenista, que se retirou em 2006 com oito títulos no 'Grand Slam', menos quatro do que o próprio Djokovic, "já passou por tudo" o que ele está agora a passar.
O sérvio separou-se recentemente do seu treinador e há um par de semanas falou por telefone com Agassi, a quem sentiu determinado a dar um novo passo na vida, iniciando a carreira de treinador.
"Está há vários anos fora do circuito ATP, mas, falando com ele, continua a seguir tudo, conhece os jogadores, conhece tudo. Falamos e quer dar este novo passo. Tentaremos colaborar", disse.
Djokovic tinha revelado esta semana que o seu novo treinador deveria ser alguém com quem viesse a ter uma verdadeira amizade.
"Gostei da conversa que tivemos. Tem grandes valores, é humilde e educado. É uma pessoa que pode ser uma mais-valia para a minha vida dentro e fora dos 'courts'", justificou.
Para já não há qualquer acordo de "longo prazo", apenas palavras de admiração: "É uma lenda deste desporto, deixou uma marca, ganhou tudo. Foi um jogador revolucionário pelo seu carácter, teve essa forma de encarar a vida e o ténis, diferente e com respeito pelos outros. Aceitou colaborar e estou-lhe agradecido."
O atleta de Belgrado informou ainda que em Paris também será acompanhado pelo seu irmão Marko que esteve no banco consigo nos torneios de Madrid e Roma.
Quanto à final perdida, assumiu que não foi capaz de jogar ao seu melhor nível, felicitando Zverev, de apenas 20 anos, por ter realizado uma exibição exemplar, "com poucos erros".
O número dois do 'ranking' mundial falou em "muito respeito" por Andre Agassi "como pessoa e como jogador", recordando que o antigo tenista, que se retirou em 2006 com oito títulos no 'Grand Slam', menos quatro do que o próprio Djokovic, "já passou por tudo" o que ele está agora a passar.
O sérvio separou-se recentemente do seu treinador e há um par de semanas falou por telefone com Agassi, a quem sentiu determinado a dar um novo passo na vida, iniciando a carreira de treinador.
"Está há vários anos fora do circuito ATP, mas, falando com ele, continua a seguir tudo, conhece os jogadores, conhece tudo. Falamos e quer dar este novo passo. Tentaremos colaborar", disse.
Djokovic tinha revelado esta semana que o seu novo treinador deveria ser alguém com quem viesse a ter uma verdadeira amizade.
"Gostei da conversa que tivemos. Tem grandes valores, é humilde e educado. É uma pessoa que pode ser uma mais-valia para a minha vida dentro e fora dos 'courts'", justificou.
Para já não há qualquer acordo de "longo prazo", apenas palavras de admiração: "É uma lenda deste desporto, deixou uma marca, ganhou tudo. Foi um jogador revolucionário pelo seu carácter, teve essa forma de encarar a vida e o ténis, diferente e com respeito pelos outros. Aceitou colaborar e estou-lhe agradecido."
O atleta de Belgrado informou ainda que em Paris também será acompanhado pelo seu irmão Marko que esteve no banco consigo nos torneios de Madrid e Roma.
Quanto à final perdida, assumiu que não foi capaz de jogar ao seu melhor nível, felicitando Zverev, de apenas 20 anos, por ter realizado uma exibição exemplar, "com poucos erros".