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Pablo Carreño Busta é o novo campeão do Estoril Open
O tenista espanhol Pablo Carreño Busta consumou este domingo o seu longo idílio com o Estoril Open, ao vencer em dois ‘sets’ o luxemburguês Gilles Muller, numa final que foi também uma batalha geracional e de estilos.
Está completo o ciclo de Carreño Busta em Portugal: semifinalista em 2012, no antigo Estoril Open, e em 2015, na primeira edição do Millennium Estoril Open, e finalista derrotado pelo compatriota Nicolas Almagro no ano passado, o primeiro cabeça de série tornou-se hoje no 11.º tenista espanhol a erguer o troféu de vencedor do único torneio ATP português, ao impor-se a Muller, por expressivos 6-2 e 7-6 (7-5).
A final de hoje não foi apenas um duelo de gerações, foi também uma luta de estilos: de um lado, Carreño Busta, que aos 25 anos, é o futuro do ténis no país vizinho, e um seguidor do estilo espanhol, de pancadas fortes e muita agressividade, do outro, Muller, história viva da modalidade no Luxemburgo e um dos únicos herdeiros da, já em desuso, combinação serviço-rede.
Numa temporada em que os veteranos têm dado cartas, o asturiano demonstrou que os ‘novatos’ também sabem ganhar, dando sinais de uma evolução consistente e fulgurante em relação à final perdida no ano passado.
Depois de ambos começaram nervosos e hesitantes para entregarem, em branco, os seus primeiros jogos de serviço ao adversário, foi Muller o primeiro a ceder, servindo mal para oferecer três pontos de ‘break’ a Carreño Busta no quinto jogo.
O 21.º jogador mundial aprendeu com os erros cometidos no ano passado, frente a Almagro, e agarrou a oportunidade, para se adiantar para 3-2 e, com o ‘break’ à melhor, sacudir definitivamente a pressão da final perdida e segurar facilmente o seu jogo de serviço.
Em desvantagem, o mais velho finalista (faz 34 anos daqui a dois dias) das 28 edições do único torneio ATP português, que em muitos momentos pareceu estar ausente do Estádio Millennium, viu o seu serviço perfeito, que tantas vezes o ajudou no caminho da final, abandoná-lo, sofrendo um segundo ‘break’.
O revés afetou o luxemburguês, que atirou a raquete ao chão, e viu um super-confiante Carreño Busta avançar para a vitória no primeiro ‘set’, por 6-2, em apenas 32 minutos.
Mas Muller não estava disposto a desperdiçar assim, tão facilmente, a sua primeira final em terra batida. O 28.º tenista ATP recompôs-se, reencontrou o seu precioso serviço e, apenas no sétimo jogo, enfrentou um novo ‘break-point’, que salvou com a sua melhor arma.
A final morna, sem emoção, mas com um bom nível de ténis, estava para durar, com o público, que lotou as bancadas do ‘court’ central do Clube de Ténis do Estoril, a vibrar com os inúmeros ‘winners’ do espanhol e com os ‘amorties’ espetaculares do luxemburguês.
O segundo ‘set’ avançou, sem qualquer ‘break’, até ao ‘tie-break’, e aí, aquilo que foi óbvio durante todo o encontro – a superioridade de Carreño Busta, muito seguro e consistente nos momentos decisivos - sobressaiu mais uma vez.
O terceiro cabeça de série ainda anulou um ‘mini-break’ do tenista de Gijón, com um ‘amortie’, para igualar a 5-5, mas o mais cotado dos jogadores da terceira edição do Millennium Estoril Open estava decidido a não ser apenas o quinto tenista a estar em duas finais consecutivas, depois de Sergi Bruguera (1991 e 1992), Thomas Muster (1995 e 1996), Albert Montañes (2009 e 2010) e Juan Martín del Potro (2011 e 2012).
E conseguiu-o, quando a bola de Muller saiu longa, depois de uma hora e 23 minutos no ‘court’. Só aí, o contido Carreño Busta explodiu, caindo de joelhos no pó de tijolo, para celebrar a conquista do seu terceiro título, o primeiro em terra batida.
A final de hoje não foi apenas um duelo de gerações, foi também uma luta de estilos: de um lado, Carreño Busta, que aos 25 anos, é o futuro do ténis no país vizinho, e um seguidor do estilo espanhol, de pancadas fortes e muita agressividade, do outro, Muller, história viva da modalidade no Luxemburgo e um dos únicos herdeiros da, já em desuso, combinação serviço-rede.
Numa temporada em que os veteranos têm dado cartas, o asturiano demonstrou que os ‘novatos’ também sabem ganhar, dando sinais de uma evolução consistente e fulgurante em relação à final perdida no ano passado.
Depois de ambos começaram nervosos e hesitantes para entregarem, em branco, os seus primeiros jogos de serviço ao adversário, foi Muller o primeiro a ceder, servindo mal para oferecer três pontos de ‘break’ a Carreño Busta no quinto jogo.
O 21.º jogador mundial aprendeu com os erros cometidos no ano passado, frente a Almagro, e agarrou a oportunidade, para se adiantar para 3-2 e, com o ‘break’ à melhor, sacudir definitivamente a pressão da final perdida e segurar facilmente o seu jogo de serviço.
Em desvantagem, o mais velho finalista (faz 34 anos daqui a dois dias) das 28 edições do único torneio ATP português, que em muitos momentos pareceu estar ausente do Estádio Millennium, viu o seu serviço perfeito, que tantas vezes o ajudou no caminho da final, abandoná-lo, sofrendo um segundo ‘break’.
O revés afetou o luxemburguês, que atirou a raquete ao chão, e viu um super-confiante Carreño Busta avançar para a vitória no primeiro ‘set’, por 6-2, em apenas 32 minutos.
Mas Muller não estava disposto a desperdiçar assim, tão facilmente, a sua primeira final em terra batida. O 28.º tenista ATP recompôs-se, reencontrou o seu precioso serviço e, apenas no sétimo jogo, enfrentou um novo ‘break-point’, que salvou com a sua melhor arma.
A final morna, sem emoção, mas com um bom nível de ténis, estava para durar, com o público, que lotou as bancadas do ‘court’ central do Clube de Ténis do Estoril, a vibrar com os inúmeros ‘winners’ do espanhol e com os ‘amorties’ espetaculares do luxemburguês.
O segundo ‘set’ avançou, sem qualquer ‘break’, até ao ‘tie-break’, e aí, aquilo que foi óbvio durante todo o encontro – a superioridade de Carreño Busta, muito seguro e consistente nos momentos decisivos - sobressaiu mais uma vez.
O terceiro cabeça de série ainda anulou um ‘mini-break’ do tenista de Gijón, com um ‘amortie’, para igualar a 5-5, mas o mais cotado dos jogadores da terceira edição do Millennium Estoril Open estava decidido a não ser apenas o quinto tenista a estar em duas finais consecutivas, depois de Sergi Bruguera (1991 e 1992), Thomas Muster (1995 e 1996), Albert Montañes (2009 e 2010) e Juan Martín del Potro (2011 e 2012).
E conseguiu-o, quando a bola de Muller saiu longa, depois de uma hora e 23 minutos no ‘court’. Só aí, o contido Carreño Busta explodiu, caindo de joelhos no pó de tijolo, para celebrar a conquista do seu terceiro título, o primeiro em terra batida.