O Mundial de futebol instalou-se em 11 cidades norte-americanas. Um momento que as comunidades de imigrantes sentem com particular emoção . Mas a situação econômica não está fácil e há muitos imigrantes a serem confrontados com a deportação. O empresário Agostinho Costa conhece de perto esse impacto .
MAIS INFOAgostinho Costa chegou a Nova Iorque com 18 anos, em 1988. Não conhecia ninguém, passou momentos difíceis mas não desistiu do sonho americano.
Hoje é empresário e gere negócios na área do imobiliário e construção civil a partir do estado da Virgínia.
Admira e votou em Donald Trump mas acha que o presidente norte-americano está a passar dos limites nas políticas anti-imigração. Sente no seu dia-a-dia os empregados a diminuírem, a serem levados por agentes federais, deportados.
Considera que devia ser dada hipótese a quem trabalha honestamente de conseguir manter uma situação legal num país feito a partir de camadas sucessivas de imigrantes.
Atualmente Agostinho Costa já reparte os seus investimentos pelos Estados Unidos e por Portugal. Mas afasta a ideia de um regresso definitivo à região de Braga onde nasceu.
Por estes dias , vibra com a presença da seleção portuguesa no Mundial de futebol tal como acontece com os portugueses que se juntam no Clube de Manassas, na Virgínia para acompanharem os jogos. Como se fosse um toque no coração.