Célio Pires é construtor de instrumentos, músico, compositor e guarda da GNR.
Na sua oficina, em Constantim, Miranda do Douro, já construiu mais de 600 instrumentos tradicionais como a gaita de fole, sanfona, charamela, flauta de tamborileiro entre muitos outros. Tem uma banda, os Trasga, formada por outro guarda da GNR, por dois músicos e um presidente de junta que também é pedreiro.
Aos 77 anos, José Antão ainda acede a forja, quase todos os dias. É o último ferreiro da aldeia transmontana de Uva, no concelho do Vimioso.
Nos anos mais recentes, tem-se dedicado ao fabrico de facas e navalhas, que personaliza com os símbolos da aldeia. O segredo maior da arte de José Antão, chama-se Glória e tem rosto de mulher.