Príncipes do Nada

Ep. 105 Jan. 2017 | temporada 4

Play - Príncipes do Nada

Ep. 1

Duração: 36min

Género: Outros

Class.: Todos

RTP1

Na estreia da quarta série de Príncipes do Nada, começamos por Moçambique, onde ser albino é viver com medo. Medo da discriminação, da violência e de ser raptado. Os mitos associados à falta de pigmentação na pele têm ditado o aumento dos casos de perseguições e assassinatos de pessoas com albinismo. Superstições que atribuem poderes mágicos aos órgãos e ossos de albinos alimentam um negócio macabro. O corpo inteiro de uma pessoa albina pode valer 75 mil dólares. No Norte do País, a situação é ainda mais alarmante. Em Nampula, conhecemos Pedro, um dos fundadores da associação Amor à Vida, criada em 2014 depois do desaparecimento do jovem César, irmão de Pedro, ambos albinos. Em Xai-xai, acompanhamos o admirável trabalho desta associação junto de famílias que vivem em comunidades mais isoladas e pobres, onde o nascimento de um filho albino pode levar a situação de abandono e a um maior risco de rapto ou perseguição. Ainda na Província de Gaza, comprovamos a importância da mensagem que os representantes da Amor à Vida, como a jovem Darissa, transmitem através de palestras de sensibilização em escolas para desmistificar o albinismo e acabar com o preconceito. Numa breve passagem pelo Hospital Central de Maputo, assistimos à intervenção cirúrgica a uma jovem de 21 anos que, à semelhança do que acontece à maioria dos albinos, sofre de cancro da pele. Os cremes protetores são indispensáveis, mas demasiado caros neste país. A Associação Amor à Vida tem hoje mais de 700 associados e luta diariamente, com muitas dificuldades, pela proteção dos albinos e pela defesa dos seus direitos.
Depois, seguimos viagem até ao mercado de Bafatá na Guiné-Bissau. Guiados pelas cores, os cheiros e os sabores deste país, descobrimos o Projeto de Apoio à Intensificação da Produção Alimentar e Desenvolvimento Comunitário(PAIPA-DC). A iniciativa é da Cooperação Portuguesa que quer reforçar a capacidade de produção do país, promover a inclusão das mulheres nos negócios, diminuir a insegurança alimentar e a pobreza. À boleia com Djaló, um guineense que abraçou o projeto da Cooperação Portuguesa, Catarina Furtado e a sua equipa visitam tabancas (aldeias guineenses), testemunham os benefícios do uso de tratores na produção de arroz nas bolanhas doces e da disponibilização de descascadoras de arroz para a população. Príncipes do Nada partilha ainda a agenda da ONU relativa aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que devem ser implementados até 2030, por um mundo mais equilibrado.
MAIS INFOPríncipes do Nada Príncipes do Nada pretende promover a cidadania e os Direitos Humanos. Esta nova série dos Príncipes do Nada será gravada na Guiné, Turquia, Timor, Camboja, Brasil, Guatemala, Angola, Portugal e São Tomé e Príncipe. Formato televisivo português emitido pela RTP, criado em coautoria entre a Embaixadora da Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP), Catarina Furtado, e o realizador Ricardo Freitas. Reportando as histórias e as experiências dos que, em contextos adversos, lutam pela melhoria das condições de vida das populações mais desfavorecidas, o programa Príncipes do Nada pretende promover a cidadania e os Direitos Humanos. O programa abrange temas tão urgentes como a excisão feminina, os sistemas de saúde deficitários, o trabalho infantil, a fome, o acesso à educação, a desigualdade de género, as crises humanitárias e a sobreexploração de recursos naturais. Em Portugal, Príncipes do Nada também tem acompanhado o trabalho inspirador de várias organizações, associações e voluntários que tentam melhorar as condições de vida dos mais vulneráveis, como é o caso dos idosos deixados à solidão ou dos refugiados que arriscam a sua vida fugindo de zonas de conflito. Em cada episódio, mergulhamos em realidades dramáticas através de exemplos de esperança, que mostram como o valor da vida pode e deve ser sempre a prioridade. Príncipes do Nada foi distinguido como o melhor programa de televisão em 2010 pela Associação Portuguesa de Telespetadores. O projeto estende-se ainda ao universo online, através da produção de conteúdos específicos para o seu website e página de Facebook.

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Género: Outros Class.: Todos RTP1

Príncipes do Nada pretende promover a cidadania e os Direitos Humanos Esta nova série dos Príncipes do Nada foi gravada na Guiné, Turquia, Timor, Camboja, Brasil, Guatemala, Angola, Portugal e São Tomé e Príncipe. Formato televisivo português emitido pela RTP, criado em coautoria entre a Embaixadora da Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP), Catarina Furtado, e o realizador Ricardo Freitas. Reportando as histórias e as experiências dos que, em contextos adversos, lutam pela melhoria das condições de vida das populações mais desfavorecidas, o programa Príncipes do Nada pretende promover a cidadania e os Direitos Humanos. O programa abrange temas tão urgentes como a excisão feminina, os sistemas de saúde deficitários, o trabalho infantil, a fome, o acesso à educação, a desigualdade de género, as crises humanitárias e a sobreexploração de recursos naturais. Em Portugal, Príncipes do Nada também tem acompanhado o trabalho inspirador de várias organizações, associações e voluntários que tentam melhorar as condições de vida dos mais vulneráveis, como é o caso dos idosos deixados à solidão ou dos refugiados que arriscam a sua vida fugindo de zonas de conflito. Em cada episódio, mergulhamos em realidades dramáticas através de exemplos de esperança, que mostram como o valor da vida pode e deve ser sempre a prioridade. Príncipes do Nada foi distinguido como o melhor programa de televisão em 2010 pela Associação Portuguesa de Telespetadores.
O projeto estende-se ainda ao universo online, através da produção de conteúdos específicos para o seu website e página de Facebook.

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