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Andebol Euro2020. Selecionador português ainda vê Portugal distante da elite
O selecionador português Paulo Pereira reconheceu que "há muito por fazer" para manter Portugal na elite do andebol, conquistada com a qualificação para o Euro2020, que quebrou uma ausência de 14 anos de grandes competições internacionais.
"Estamos muito preocupados em que os miúdos continuem a evoluir. Há muito por fazer. Se quisermos solidificar o que é atingir este patamar temos de continuar a melhorar. Temos 40.000 licenças de andebol. Vamos jogar contra a Noruega, que tem 500.000. Estamos a falar de fazer muito com pouco", lamentou Paulo Pereira, em entrevista à agência Lusa.
A seleção portuguesa regressa ao Europeu 14 anos depois da última participação, em 2006, na Suíça, tendo ficado integrada no Grupo D do Euro2020, que se vai disputar na cidade norueguesa de Trondheim, em conjunto com o país anfitrião, a França e a estreante Bósnia-Herzegovina.
Ausência de Gilberto Duarte obriga a "ajustamentos"
A ausência de Gilberto Duarte, devido a lesão, vai obrigar Paulo Pereira a fazer "ajustamentos" na forma como Portugal joga, mas o selecionador de andebol garante que vai "manter as ideias" que levaram a equipa nacional ao Euro2020.
"Claro que há alguns ajustamentos que vou ter de fazer, sobretudo ao nível da transição. Havia coisas pensadas para o Gilberto. (...) Não vamos ter o Gilberto, mas vamos manter as ideias e, se calhar, fazer algum tipo de adaptação para as coisas possam continuar a fluir", disse Paulo Pereira.
O lateral foi o melhor marcador da equipa das quinas na fase de qualificação, com 23 golos em seis jogos, mas lesionou-se no joelho esquerdo em dezembro passado, ao serviço do seu clube, os franceses Montpellier, e é a grande 'baixa' de Portugal para o Euro2020.
"Só a perfeição coloca Portugal na próxima ronda"
Paulo Pereira, defendeu que "só a perfeição" permitirá à equipa das quinas bater-se com a segunda e terceira colocadas do último Mundial e qualificar-se para a Ronda Principal do Euro2020.
"Só a perfeição coloca Portugal na próxima ronda, isso é claro", sustentou Paulo Pereira alertando para as dificuldades esperadas na Ronda Preliminar da prova, mas sem abdicar de um objetivo "definido mesmo antes do sorteio" e que consiste em "passar à fase seguinte".
No regresso ao Europeu de andebol, após 14 anos de ausência, Portugal vai defrontar no Grupo D da fase inicial a anfitriã Noruega, finalista vencida no Mundial de 2019, França, que conquistou a medalha de bronze na mesma competição, e a Bósnia-Herzegovina, em estreia absoluta.
A seleção portuguesa regressa ao Europeu 14 anos depois da última participação, em 2006, na Suíça, tendo ficado integrada no Grupo D do Euro2020, que se vai disputar na cidade norueguesa de Trondheim, em conjunto com o país anfitrião, a França e a estreante Bósnia-Herzegovina.
Ausência de Gilberto Duarte obriga a "ajustamentos"
A ausência de Gilberto Duarte, devido a lesão, vai obrigar Paulo Pereira a fazer "ajustamentos" na forma como Portugal joga, mas o selecionador de andebol garante que vai "manter as ideias" que levaram a equipa nacional ao Euro2020.
"Claro que há alguns ajustamentos que vou ter de fazer, sobretudo ao nível da transição. Havia coisas pensadas para o Gilberto. (...) Não vamos ter o Gilberto, mas vamos manter as ideias e, se calhar, fazer algum tipo de adaptação para as coisas possam continuar a fluir", disse Paulo Pereira.
O lateral foi o melhor marcador da equipa das quinas na fase de qualificação, com 23 golos em seis jogos, mas lesionou-se no joelho esquerdo em dezembro passado, ao serviço do seu clube, os franceses Montpellier, e é a grande 'baixa' de Portugal para o Euro2020.
"Só a perfeição coloca Portugal na próxima ronda"
Paulo Pereira, defendeu que "só a perfeição" permitirá à equipa das quinas bater-se com a segunda e terceira colocadas do último Mundial e qualificar-se para a Ronda Principal do Euro2020.
"Só a perfeição coloca Portugal na próxima ronda, isso é claro", sustentou Paulo Pereira alertando para as dificuldades esperadas na Ronda Preliminar da prova, mas sem abdicar de um objetivo "definido mesmo antes do sorteio" e que consiste em "passar à fase seguinte".
No regresso ao Europeu de andebol, após 14 anos de ausência, Portugal vai defrontar no Grupo D da fase inicial a anfitriã Noruega, finalista vencida no Mundial de 2019, França, que conquistou a medalha de bronze na mesma competição, e a Bósnia-Herzegovina, em estreia absoluta.