Atletismo
"Verdadeiro perdedor". Delegação olímpica dos EUA apoia atleta após farpa de Trump
Os atletas dos Estados Unidos em Milão-Cortina vieram a público defender Hunter Hess após comentários de Donald Trump. O presidente norte-americano chamou o esquiador de “verdadeiro perdedor”.
Os colegas da delegação olímpica de Hunter Hess têm mostrado o seu descontentamento contra a “crueldade” dos Estados Unidos e a violação do direito da liberdade de expressão.
Nas redes sociais, Donald Trump descreveu Hunter Hess como um “verdadeiro perdedor”. A publicação do presidente norte-americano teve repercussões na comitiva olímpica, aumentando a tensão entre as duas partes.
A resposta dos atletas e colegas de Hess tem sido dada em declarações oficiais ao longo dos últimos dias dos Jogos Olímpicos de Inverno.Entre as críticas à “infantilidade” do comentário de Donald Trump, os norte-americanos consideram que o presidente não se associa ao compromisso declarado do país com a liberdade de expressão.
O medalhista na prova clássica de velocidade de ski, Ben Ogden, considera “dececionante” o que se passou e admitiu que prefere acreditar que vive “num país onde as pessoas podem expressar as suas opiniões sem represálias”.
A sucessão de reações surge depois de Hunter Hess, atleta de ski estilo livre, natural do Estado do Oregon, ter revelado que se sentia “em conflito” por representar os Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de Inverno, explicando que “só por estar a usar a bandeira” não representa “tudo o que se está a passar nos EUA”.
“Há muita coisa a acontecer da qual eu não sou o maior fã. Para mim, estou a representar os meus amigos e a minha família, as pessoas que a representaram antes de mim, todas as coisas em que acredito e que são boas nos EUA", concluiu.
A atleta Lauren Jortberg revelou sentir igualmente a tensão pessoal entre o patriotismo e o mal-estar em relação aos acontecimentos nos Estados Unidos: “Tem sido difícil competir com este uniforme quando não se concorda com as coisas cruéis e desumanas que estão a acontecer”.
Milão-Cortina surge agora envolta em novo momento de tensão entre o universo desportivo e o cenário político internacional, reacendendo um confronto entre atletas norte-americanos e Donald Trump.
Nas redes sociais, Donald Trump descreveu Hunter Hess como um “verdadeiro perdedor”. A publicação do presidente norte-americano teve repercussões na comitiva olímpica, aumentando a tensão entre as duas partes.
A resposta dos atletas e colegas de Hess tem sido dada em declarações oficiais ao longo dos últimos dias dos Jogos Olímpicos de Inverno.Entre as críticas à “infantilidade” do comentário de Donald Trump, os norte-americanos consideram que o presidente não se associa ao compromisso declarado do país com a liberdade de expressão.
O medalhista na prova clássica de velocidade de ski, Ben Ogden, considera “dececionante” o que se passou e admitiu que prefere acreditar que vive “num país onde as pessoas podem expressar as suas opiniões sem represálias”.
A sucessão de reações surge depois de Hunter Hess, atleta de ski estilo livre, natural do Estado do Oregon, ter revelado que se sentia “em conflito” por representar os Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de Inverno, explicando que “só por estar a usar a bandeira” não representa “tudo o que se está a passar nos EUA”.
“Há muita coisa a acontecer da qual eu não sou o maior fã. Para mim, estou a representar os meus amigos e a minha família, as pessoas que a representaram antes de mim, todas as coisas em que acredito e que são boas nos EUA", concluiu.
A atleta Lauren Jortberg revelou sentir igualmente a tensão pessoal entre o patriotismo e o mal-estar em relação aos acontecimentos nos Estados Unidos: “Tem sido difícil competir com este uniforme quando não se concorda com as coisas cruéis e desumanas que estão a acontecer”.
Milão-Cortina surge agora envolta em novo momento de tensão entre o universo desportivo e o cenário político internacional, reacendendo um confronto entre atletas norte-americanos e Donald Trump.