Benfica
Liga dos Campeões
Mourinho diz que Benfica reencontra o “rei” e “maior candidato” a vencer ‘Champions’
O treinador do Benfica, José Mourinho, apontou hoje o Real Madrid, futuro adversário dos ‘encarnados’ no play-off da Liga dos Campeões de futebol, como “o maior candidato a ganhar a competição”.
Nas declarações à BTV antes da visita ao Tondela, para a 20.ª jornada da I Liga, no domingo, Mourinho recordou a limitação do sorteio de sexta-feira, apenas com dois clubes que o próprio já orientou, casos de Real Madrid, que venceu por 4-2 na quarta-feira, na oitava última jornada da fase de liga, e o Inter Milão.
“Só tínhamos duas possibilidades, o Real ou o Inter, não tínhamos mais que escolher. Tocou-nos o rei. No outro dia, quando um jogador do Real me ofereceu a camisola, a brincar, mostrei aos meus colegas o símbolo que tinham na camisola, no braço, são 15 títulos, são o rei, com tudo o que isso significa, em termos de história e, também, do momento atual”, reconheceu.
O técnico dos ‘encarnados’, que comandou o emblema madridista entre 2010 e 2013, atribuiu o favoritismo ao próximo adversário na eliminatória, mas também na competição.
“São o maior candidato a ganhar a competição, mas temos três jogos de campeonato antes”, rematou Mourinho, aludindo aos jogos com Tondela, Alverca e Santa Clara, antes de receber o Real Madrid, em 17 de fevereiro, e visitar os espanhóis, uma semana depois, no dia 25.
Apesar de ter anunciado a vontade de “acabar” com esse jogo, resolvido nos descontos com um golo de cabeça do guarda-redes ucraniano Trubin, Mourinho destacou a atitude “incrível” do guarda-redes belga do Real Madrid Courtois, ao felicitar o seu homólogo, que, “dentro da tristeza da derrota, encontrou alguns segundos para estar feliz pelo seu colega que fez uma coisa de outro mundo”.
Mourinho iniciou as suas declarações ao canal televisivo do clube com a manifestação de solidariedade com “aqueles cujas condições climatéricas não impedem de jogar bem, mas sim de viver nas condições mínimas”, referindo-se às populações na zona centro do país afetadas pela depressão Kristin, entre as quais Leiria, onde treinou a União local, em 2001/02.
“Só tínhamos duas possibilidades, o Real ou o Inter, não tínhamos mais que escolher. Tocou-nos o rei. No outro dia, quando um jogador do Real me ofereceu a camisola, a brincar, mostrei aos meus colegas o símbolo que tinham na camisola, no braço, são 15 títulos, são o rei, com tudo o que isso significa, em termos de história e, também, do momento atual”, reconheceu.
O técnico dos ‘encarnados’, que comandou o emblema madridista entre 2010 e 2013, atribuiu o favoritismo ao próximo adversário na eliminatória, mas também na competição.
“São o maior candidato a ganhar a competição, mas temos três jogos de campeonato antes”, rematou Mourinho, aludindo aos jogos com Tondela, Alverca e Santa Clara, antes de receber o Real Madrid, em 17 de fevereiro, e visitar os espanhóis, uma semana depois, no dia 25.
Apesar de ter anunciado a vontade de “acabar” com esse jogo, resolvido nos descontos com um golo de cabeça do guarda-redes ucraniano Trubin, Mourinho destacou a atitude “incrível” do guarda-redes belga do Real Madrid Courtois, ao felicitar o seu homólogo, que, “dentro da tristeza da derrota, encontrou alguns segundos para estar feliz pelo seu colega que fez uma coisa de outro mundo”.
Mourinho iniciou as suas declarações ao canal televisivo do clube com a manifestação de solidariedade com “aqueles cujas condições climatéricas não impedem de jogar bem, mas sim de viver nas condições mínimas”, referindo-se às populações na zona centro do país afetadas pela depressão Kristin, entre as quais Leiria, onde treinou a União local, em 2001/02.