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Tudo ou nada para o Benfica no caminho da “Champions”

Tudo ou nada para o Benfica no caminho da “Champions”

Depois do empate a um golo, no Estádio da Luz, os encarnados têm de vencer ou pelo menos empatar a dois ou mais golos frente ao PAOK, para garantir a presença na fase de grupos da Liga dos Campeões.

Mário Aleixo - RTP /
Rui Vitória montou a estratégia e os jogadores vão procurar pô-la em prática Epa-Soutiris Barbarousis

PAOK e Benfica defrontam-se esta quarta-feira, a partir das 20h00, no Estádio Toumba, em Salónica.

A entrada de Salvio no “onze” inicial deverá ser a única alteração promovida pelo treinador Rui Vitória para o encontro decisivo.

O extremo recuperou dos problemas nos gémeos e é um trunfo do técnico para o desafio.

O treinador do Benfica Rui Vitória aponta os detalhes que podem fazer a diferença no resultado final.



A determinação surgiu também na conferência de imprensa de antevisão do desafio nas palavras do defesa Rúben Dias que assegurou estar a equipa pronta para a “guerra” e garantiu determinação na tentativa de alcançar a fase de grupos da “Champions”.



PAOK-Benfica, um jogo para acompanhar a emissão especial na Antena 1, RDP África e RDP Internacional.
Tradição suporta desejo do Benfica

A obrigação de vencer ou empatar com golos a segunda mão do “play-off” de acesso à Liga dos Campeões de futebol, frente ao PAOK, é uma pressão suplementar, mas a tradição mostra um Benfica feliz nesta conjuntura adversa.

Os vice-campeões nacionais não foram além de uma igualdade a um golo no Estádio da Luz, na passada terça-feira, com golos de Pizzi e Warda. Historicamente, este resultado verificou-se já na primeira mão de outras cinco eliminatórias dos encarnados nas competições europeias e o saldo até é positivo, com três apuramentos face a duas eliminações.

O início dessa história até foi a fase menos positiva do clube da Luz, ao ser afastado pelo Ujpest, na segunda eliminatória da Taça dos Campeões Europeus de 1973/74, com uma derrota por 2-0 no segundo jogo. Treze anos depois, na extinta Taça das Taças, foi a vez de o Bordéus impor-se por 1-0 e deixar o Benfica pelo caminho.

Porém, os encarnados atravessam uma sequência positiva de três apuramentos consecutivos com este mesmo resultado (1-1) no primeiro encontro. Arsenal, na “Champions”, em 1991/92, Bayer Leverkusen, na Taça das Taças de 1993/94, e Marselha, na Liga Europa, em 2009/10, provaram o “veneno” da “águia” fora de portas em jogos a contar para a segunda mão.
PAOK dá boas recordações
Outro dado do lado do Benfica é a história particular com o emblema de Salónica, com o qual já se cruzou em duas eliminatórias -- primeiro, na Taça UEFA de 1999/00, e mais tarde, em 2013/14, para a Liga Europa. E em ambas as ocasiões, o clube português conseguiu sair vencedor da partida na Grécia, apesar do ambiente escaldante criado pelos adeptos do PAOK.

Por fim, o Benfica soube também ultrapassar no passado o único “play-off” de acesso à liga milionária que disputou, ao afastar os holandeses do Twente em 2011/12.

Caso a equipa treinada por Rui Vitória consiga contrariar a vantagem helénica, garante o nono apuramento consecutivo para a competição e um encaixe financeiro de cerca de 43 milhões de euros.
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