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Brennan isola-se como o mais ganhador após novo sprint categórico
O britânico Matthew Brennan (Visma-Lease a Bike) isolou-se como o ciclista com mais vitórias em etapas na 81.ª Volta a Espanha em bicicleta, ao triunfar pela quarta vez, num sprint em que negou quaisquer hipóteses à concorrência.
Após as vitórias na cidade francesa de Manosque, em Roquetes e em Lorca, o inglês, de 21 anos, ergueu de novo os braços na 16.ª etapa, que uniu Cortegana e La Rábida, em Palos de la Frontera, na Andaluzia, ao cabo de 181,1 quilómetros, com um tempo de 03:56.33 horas e uma velocidade média de 45,9 km/hora.
Nos derradeiros 400 metros, o belga Wout van Aert, líder da classificação por pontos, acelerou na dianteira do pelotão para lançar o sprint final de Brennan, que se impôs por mais de uma roda de distância ao francês Bryan Coquard (Cofidis), segundo classificado, e aos belgas Vito Braet (Lotto-Intermarché), terceiro, e Jordi Meeus (Red Bull-BORA-hansgrohe).
Ao somar mais um êxito, o corredor do nordeste de Inglaterra tornou-se o mais vitorioso na Vuelta2026, à frente de Tadej Pogacar (UAE Emirates), que conquistou três tiradas antes de desistir, e contribuiu para a neerlandesa Visma-Lease a Bike igualar a UAE Emirates como a formação com mais etapas ganhas nas ‘três grandes’ voltas deste ano – 13.
“É inacreditável. Já ganhei quatro etapas. O meu plano era ganhar uma. Como equipa, já ganhámos seis. O nosso final foi perfeito. Foi pena termos perdido o Christophe [Laporte], mas é incrível o que continuamos a fazer. Segui sempre a roda [do Wout van Aert]. É incrível como conseguiu manter um posicionamento perfeito num final caótico”, referiu, em declarações à organização.
Apesar do vento no sudoeste espanhol, o pelotão seguiu com poucos cortes num dia em que a fuga de Kevin Vermaerke (UAE Emirates), Valentin Madouas (Groupama-FDJ), Simon Dalby (Uno-X), Jasha Sütterlin (Jayco-AlUla) e Roland Thalmann (Tudor) se constituiu nos primeiros 15 quilómetros e atingiu uma diferença máxima de 02.47 minutos.
A margem diminuiu gradualmente a partir daí até o quinteto ser alcançado a 24 quilómetros da chegada, pouco depois de uma queda que envolveu o português Ivo Oliveira (UAE Emirates).
Mal se deu o corte provocado pela queda, a Red Bull-BORA-hansgrohe acelerou o ritmo na frente, sendo depois acompanhada pela Cofidis, pela Soudal Quick-Step e pela Visma-Lease a Bike no trabalho que antecedeu mais um sprint ganho por Brennan.
A etapa terminou sem alterações no topo da classificação geral, com o camisola vermelha, Enric Mas (Movistar), a manter a liderança com 02.06 minutos de diferença para o segundo, Félix Gall (Decathlon), e 02.10 para o terceiro, Primoz Roglic (Red Bull-BORA-hansgrohe).
Com cinco tiradas a percorrer, o português João Almeida (UAE Emirates) ocupa o 92.º lugar da classificação geral, a 02:33.25 horas de Mas, enquanto Ivo Oliveira é 121.º, a 03:10.19 horas da liderança.
A 17.ª etapa realiza-se na quarta-feira, entre Dos Hermanas e Sevilha, ao longo de 185 quilómetros com um perfil plano, talhados para aquela que deverá ser a última discussão ao sprint da Vuelta.
Nos derradeiros 400 metros, o belga Wout van Aert, líder da classificação por pontos, acelerou na dianteira do pelotão para lançar o sprint final de Brennan, que se impôs por mais de uma roda de distância ao francês Bryan Coquard (Cofidis), segundo classificado, e aos belgas Vito Braet (Lotto-Intermarché), terceiro, e Jordi Meeus (Red Bull-BORA-hansgrohe).
Ao somar mais um êxito, o corredor do nordeste de Inglaterra tornou-se o mais vitorioso na Vuelta2026, à frente de Tadej Pogacar (UAE Emirates), que conquistou três tiradas antes de desistir, e contribuiu para a neerlandesa Visma-Lease a Bike igualar a UAE Emirates como a formação com mais etapas ganhas nas ‘três grandes’ voltas deste ano – 13.
“É inacreditável. Já ganhei quatro etapas. O meu plano era ganhar uma. Como equipa, já ganhámos seis. O nosso final foi perfeito. Foi pena termos perdido o Christophe [Laporte], mas é incrível o que continuamos a fazer. Segui sempre a roda [do Wout van Aert]. É incrível como conseguiu manter um posicionamento perfeito num final caótico”, referiu, em declarações à organização.
Apesar do vento no sudoeste espanhol, o pelotão seguiu com poucos cortes num dia em que a fuga de Kevin Vermaerke (UAE Emirates), Valentin Madouas (Groupama-FDJ), Simon Dalby (Uno-X), Jasha Sütterlin (Jayco-AlUla) e Roland Thalmann (Tudor) se constituiu nos primeiros 15 quilómetros e atingiu uma diferença máxima de 02.47 minutos.
A margem diminuiu gradualmente a partir daí até o quinteto ser alcançado a 24 quilómetros da chegada, pouco depois de uma queda que envolveu o português Ivo Oliveira (UAE Emirates).
Mal se deu o corte provocado pela queda, a Red Bull-BORA-hansgrohe acelerou o ritmo na frente, sendo depois acompanhada pela Cofidis, pela Soudal Quick-Step e pela Visma-Lease a Bike no trabalho que antecedeu mais um sprint ganho por Brennan.
A etapa terminou sem alterações no topo da classificação geral, com o camisola vermelha, Enric Mas (Movistar), a manter a liderança com 02.06 minutos de diferença para o segundo, Félix Gall (Decathlon), e 02.10 para o terceiro, Primoz Roglic (Red Bull-BORA-hansgrohe).
Com cinco tiradas a percorrer, o português João Almeida (UAE Emirates) ocupa o 92.º lugar da classificação geral, a 02:33.25 horas de Mas, enquanto Ivo Oliveira é 121.º, a 03:10.19 horas da liderança.
A 17.ª etapa realiza-se na quarta-feira, entre Dos Hermanas e Sevilha, ao longo de 185 quilómetros com um perfil plano, talhados para aquela que deverá ser a última discussão ao sprint da Vuelta.