Euro 2012
Futebol Internacional
Bert van Marwijk queixa-se de "falta de eficácia"
O técnico holandês, assumindo a "responsabilidade" pela eliminação, lamenta a falta de eficácia na finalização e a fragilidade da defesa e considera que a derrota com a Dinamarca "condicionou muito as coisas"
Depois da eliminação do Euro, este domingo, em Kharkiv, o selecionador da Holanda disse, em conferência de imprensa, sentir-se "responsável" pela derrota frente a Portugal, mas lembrou que tem contrato "até 2016".
"Muitos jogadores tiveram hoje oportunidade para marcar, mas tivemos, de novo, falta de eficácia. Começámos com muita velocidade, como tinha pedido, e marcámos rapidamente. Era o ideal", comentou Bert van Marwijk,
"Mas os defesas estavam febris. Um mau passe de Gregory van der Wiel pareceu triar-lhes toda a confiança. Com a defesa a tornar-se cada vez mais frágil, seria necessário termos marcado um segundo golo", explicou.
Considerando que a derrota inicial coma Dinamarca "condicionou muito as coisas", reconheceu, ainda, que "certos jogadores não estavam em forma. Não conseguimos repetir à nossa prestação no Mundial 2010, porque alguns jogadores que normalmente fazem a diferença desta vez não o fizeram, por várias ordens de razões", deplorou o técnico holandês.
"No futebol, tudo pode mudar muito depressa. Vejam o Cristiano Ronaldo: foi criticado depois dos seus dois primeiros jogos e agora tornou-se um herói".
Questionado sobre a táctica usada, justificou: "Estávamos com as costa contra a parede. Tínhamos de correr riscos. Mas assumo as responsabilidade por esta derrota. (...) Às vezes, as coisas resultam, outras não".
Quanto ao seu futuro profissional, adiantou: "Acabo de perder três jogos. É difícil falar do futuro agora.(...) Tenho ainda contrato de selecionador com a federação holandesa até 2016".
"Muitos jogadores tiveram hoje oportunidade para marcar, mas tivemos, de novo, falta de eficácia. Começámos com muita velocidade, como tinha pedido, e marcámos rapidamente. Era o ideal", comentou Bert van Marwijk,
"Mas os defesas estavam febris. Um mau passe de Gregory van der Wiel pareceu triar-lhes toda a confiança. Com a defesa a tornar-se cada vez mais frágil, seria necessário termos marcado um segundo golo", explicou.
Considerando que a derrota inicial coma Dinamarca "condicionou muito as coisas", reconheceu, ainda, que "certos jogadores não estavam em forma. Não conseguimos repetir à nossa prestação no Mundial 2010, porque alguns jogadores que normalmente fazem a diferença desta vez não o fizeram, por várias ordens de razões", deplorou o técnico holandês.
"No futebol, tudo pode mudar muito depressa. Vejam o Cristiano Ronaldo: foi criticado depois dos seus dois primeiros jogos e agora tornou-se um herói".
Questionado sobre a táctica usada, justificou: "Estávamos com as costa contra a parede. Tínhamos de correr riscos. Mas assumo as responsabilidade por esta derrota. (...) Às vezes, as coisas resultam, outras não".
Quanto ao seu futuro profissional, adiantou: "Acabo de perder três jogos. É difícil falar do futuro agora.(...) Tenho ainda contrato de selecionador com a federação holandesa até 2016".