Futebol Internacional
Barcelona desiste da Superliga Europeia
O FC Barcelona desvinculou-se do projeto de criação da Superliga Europeia, defendido pelo rival Real Madrid e pelo seu presidente Florentino Pérez, anunciou hoje o clube espanhol, em comunicado.
“O FC Barcelona anuncia hoje que notificou formalmente a Superliga Europeia e os clubes envolvidos sobre sua desistência do projeto da Superliga Europeia”, lê-se no comunicado dos catalães.
O atual campeão espanhol era um dos 12 dos principais clubes de Espanha, Inglaterra e Itália, que, em 18 de abril de 2021, anunciaram a intenção de criarem uma competição de elite, em circuito semifechado, concorrente da Liga dos Campeões, em oposição à UEFA.
Além do FC Barcelona, o projeto foi assumido por AC Milan, Arsenal, Atlético de Madrid, Chelsea, Inter Milão, Juventus, Liverpool, Manchester City, Manchester United, Real Madrid e Tottenham.
A reação enérgica do mundo do futebol e o repúdio dos mais variados quadrantes da sociedade e até dos governos de vários países levaram a que, três dias após o anúncio, perante a oposição dos próprios adeptos, apenas Real Madrid, FC Barcelona e Juventus se mantivessem no projeto.
A UEFA decidiu fazer um exemplo dos dissidentes e, em maio de 2022, anunciou a aplicação de pesadas multas - agravadas no caso dos três clubes que ainda se mantinham fiéis à Superliga -, empurrando a Juventus para fora da iniciativa, apesar de o afastamento apenas ter sido consumado em 2023.
Os defensores da competição responderam com a criação da A22 Sports Management, destinada a gerir o projeto e combater o “monopólio da UEFA”, apresentando um novo formato competitivo, que passou dos 20 clubes iniciais (15 fundadores e cinco qualificados anualmente) para 64, hoje, de novo, reformulado.
O atual campeão espanhol era um dos 12 dos principais clubes de Espanha, Inglaterra e Itália, que, em 18 de abril de 2021, anunciaram a intenção de criarem uma competição de elite, em circuito semifechado, concorrente da Liga dos Campeões, em oposição à UEFA.
Além do FC Barcelona, o projeto foi assumido por AC Milan, Arsenal, Atlético de Madrid, Chelsea, Inter Milão, Juventus, Liverpool, Manchester City, Manchester United, Real Madrid e Tottenham.
A reação enérgica do mundo do futebol e o repúdio dos mais variados quadrantes da sociedade e até dos governos de vários países levaram a que, três dias após o anúncio, perante a oposição dos próprios adeptos, apenas Real Madrid, FC Barcelona e Juventus se mantivessem no projeto.
A UEFA decidiu fazer um exemplo dos dissidentes e, em maio de 2022, anunciou a aplicação de pesadas multas - agravadas no caso dos três clubes que ainda se mantinham fiéis à Superliga -, empurrando a Juventus para fora da iniciativa, apesar de o afastamento apenas ter sido consumado em 2023.
Os defensores da competição responderam com a criação da A22 Sports Management, destinada a gerir o projeto e combater o “monopólio da UEFA”, apresentando um novo formato competitivo, que passou dos 20 clubes iniciais (15 fundadores e cinco qualificados anualmente) para 64, hoje, de novo, reformulado.