Futebol Internacional
Mundial 2026
Mundial2026: Carlos Queiroz quer Gana coeso no duelo com Inglaterra
O selecionador do Gana, o português Carlos Queiroz, afirmou hoje que a coesão e o esforço coletivo vão ser decisivos para a formação africana obter um bom resultado frente à Inglaterra, na terça-feira, no Mundial2026.
"Aconteça o que acontecer durante a partida, temos de nos manter unidos, lutar juntos e seguir em frente juntos", disse o treinador português, na conferência de imprensa realizada no Lincoln Financial Field, em Filadélfia, onde as duas equipas se vão defrontar.
O Gana e a Inglaterra lideram o Grupo L, ambos com três pontos, depois de terem vencido o Panamá (1-0) e a Croácia (4-2), respetivamente.
Carlos Queiroz vincou que os seus jogadores precisam de estar preparados para "jogar rápido durante os 90 minutos", já que esse é o estilo da seleção inglesa, comandada pelo alemão Thomas Tuchel.
O único treinador luso presente no Mundial2026 prometeu que os seus jogadores "serão disciplinados e organizados, mas ao mesmo tempo prontos para voar", e assegurou que o jogo entre Inglaterra e Gana vai proporcionar "um grande espetáculo".
O português escusou-se a revelar se ia apostar em Thomas Partey, que está a ser julgado por violação e agressão sexual e foi impedido de entrar no Canadá, onde foi disputado o jogo frente ao Panamá.
No entanto, enfatizou a importância de ter jogadores experientes como o médio do Villarreal, de 32 anos.
"É melhor ter alguns jogadores com este tipo de experiência do que não ter nenhum. Graças à experiência de alguns jogadores, podemos ter uma equipa mais coesa", vincou.
Queiroz revelou ainda que só se saberá na terça-feira se o guarda-redes Lawrence Ati-Zigi vai estar disponível depois de se ter lesionado no jogo de estreia no Mundial.
O técnico desvalorizou ainda a importância da sua derrota por 6-2 com a Inglaterra quando era selecionador do Irão, no Mundial2022, afirmando que "as memórias e a reputação não ganham jogos" e que o confronto em Filadélfia "será uma história diferente".
Por fim, o português, de 73 anos, afirmou que comandar uma seleção nacional no seu quinto Mundial consecutivo (um feito alcançado apenas por si e pelo sérvio Bora Milutinovic) é "algo de que se orgulha", mas que não se quer acomodar e deseja "lutar" para participar num sexto ou mesmo sétimo Mundial, com toda a sua "motivação e energia".
O Mundial2026, o primeiro alargado a 48 seleções, vai ser disputado até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.
Portugal também está a disputar a fase final, tendo ficado integrado no Grupo K, em conjunto com a Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão.
O Gana e a Inglaterra lideram o Grupo L, ambos com três pontos, depois de terem vencido o Panamá (1-0) e a Croácia (4-2), respetivamente.
Carlos Queiroz vincou que os seus jogadores precisam de estar preparados para "jogar rápido durante os 90 minutos", já que esse é o estilo da seleção inglesa, comandada pelo alemão Thomas Tuchel.
O único treinador luso presente no Mundial2026 prometeu que os seus jogadores "serão disciplinados e organizados, mas ao mesmo tempo prontos para voar", e assegurou que o jogo entre Inglaterra e Gana vai proporcionar "um grande espetáculo".
O português escusou-se a revelar se ia apostar em Thomas Partey, que está a ser julgado por violação e agressão sexual e foi impedido de entrar no Canadá, onde foi disputado o jogo frente ao Panamá.
No entanto, enfatizou a importância de ter jogadores experientes como o médio do Villarreal, de 32 anos.
"É melhor ter alguns jogadores com este tipo de experiência do que não ter nenhum. Graças à experiência de alguns jogadores, podemos ter uma equipa mais coesa", vincou.
Queiroz revelou ainda que só se saberá na terça-feira se o guarda-redes Lawrence Ati-Zigi vai estar disponível depois de se ter lesionado no jogo de estreia no Mundial.
O técnico desvalorizou ainda a importância da sua derrota por 6-2 com a Inglaterra quando era selecionador do Irão, no Mundial2022, afirmando que "as memórias e a reputação não ganham jogos" e que o confronto em Filadélfia "será uma história diferente".
Por fim, o português, de 73 anos, afirmou que comandar uma seleção nacional no seu quinto Mundial consecutivo (um feito alcançado apenas por si e pelo sérvio Bora Milutinovic) é "algo de que se orgulha", mas que não se quer acomodar e deseja "lutar" para participar num sexto ou mesmo sétimo Mundial, com toda a sua "motivação e energia".
O Mundial2026, o primeiro alargado a 48 seleções, vai ser disputado até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.
Portugal também está a disputar a fase final, tendo ficado integrado no Grupo K, em conjunto com a Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão.