Futebol Internacional
Mundial 2026
Mundial2026. Trump entrega troféu, Reis de Espanha assistem à final ao contrário do supersticioso Milei
O Presidente norte-americano vai assistir à final do Campeonato do Mundo de futebol, no domingo, e entregar o troféu ao vencedor do duelo entre Argentina e Espanha, cujos altos dignitários tomaram opções diferentes quanto às suas presenças.
"A sua (do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump) presença vai coroar aquele que foi o Mundial com mais espetadores, a mais seguida e a mais bem sucedida de sempre da história dos Estados Unidos", confirmou hoje a porta-voz da Casa Branca Karoline Leavitt, durante um 'briefing' com a comunicação social.
Em junho, a FIFA já tinha dado conta de que Donald Trump entregaria o troféu ao vencedor, após a final da 23.ª edição do Campeonato do Mundo de futebol, marcada para domingo, pelas 15:00 (20:00 em Lisboa), no Estádio MetLife, em East Rutherford.
Do lado argentino, o Presidente, Javier Milei, assumiu-se como supersticioso, para justificar não sair de Buenos Aires, mantendo o ritual que o acompanha desde o início do Mundial2026, de assistir aos jogos na residência presidencial de Olivos, ao lado da irmã e secretária-geral da presidência, Karina Milei.
Milei reedita a opção dos antecessores Alberto Fernández (2019-2023) e Cristina Fernández (2007-2015), que também não assistiram fisicamente às finais dos Mundiais de 2022, no Qatar, e 2014, no Brasil.
"A política não deve apropriar-se desta festa dos argentinos", afirmou Milei, considerando que seria miserável tentar capitalizar politicamente um título que pertencerá "aos jogadores e ao povo argentino".
Do lado espanhol, o rei Felipe VI vai estar na tribuna do Estádio MetLife, juntamente com a mulher e rainha consorte, Letícia Ortiz, e das filhas, a princesa Leonor e a infanta Sofia.
Em 2010, Felipe, então príncipe herdeiro, e Letizia já tinham representado a coroa na final do Campeonato do Mundo, em Joanesburgo, onde a Espanha levou de vencida os Países Baixos, juntamente com a rainha Sofia, enquanto o então rei Juan Carlos não viajou para a África do Sul, por estar a recuperar de uma cirurgia a um tumor benigno num pulmão.
O antigo primeiro-ministro espanhol José Luiz Rodriguez Zapatero também não assistiu presencialmente à final, enquanto o atual chefe do governo, Pedro Sánchez, ainda tenta conciliar a presença na final com a visita oficial à Argélia que inicia na segunda-feira, dia seguinte à final.
Em junho, a FIFA já tinha dado conta de que Donald Trump entregaria o troféu ao vencedor, após a final da 23.ª edição do Campeonato do Mundo de futebol, marcada para domingo, pelas 15:00 (20:00 em Lisboa), no Estádio MetLife, em East Rutherford.
Do lado argentino, o Presidente, Javier Milei, assumiu-se como supersticioso, para justificar não sair de Buenos Aires, mantendo o ritual que o acompanha desde o início do Mundial2026, de assistir aos jogos na residência presidencial de Olivos, ao lado da irmã e secretária-geral da presidência, Karina Milei.
Milei reedita a opção dos antecessores Alberto Fernández (2019-2023) e Cristina Fernández (2007-2015), que também não assistiram fisicamente às finais dos Mundiais de 2022, no Qatar, e 2014, no Brasil.
"A política não deve apropriar-se desta festa dos argentinos", afirmou Milei, considerando que seria miserável tentar capitalizar politicamente um título que pertencerá "aos jogadores e ao povo argentino".
Do lado espanhol, o rei Felipe VI vai estar na tribuna do Estádio MetLife, juntamente com a mulher e rainha consorte, Letícia Ortiz, e das filhas, a princesa Leonor e a infanta Sofia.
Em 2010, Felipe, então príncipe herdeiro, e Letizia já tinham representado a coroa na final do Campeonato do Mundo, em Joanesburgo, onde a Espanha levou de vencida os Países Baixos, juntamente com a rainha Sofia, enquanto o então rei Juan Carlos não viajou para a África do Sul, por estar a recuperar de uma cirurgia a um tumor benigno num pulmão.
O antigo primeiro-ministro espanhol José Luiz Rodriguez Zapatero também não assistiu presencialmente à final, enquanto o atual chefe do governo, Pedro Sánchez, ainda tenta conciliar a presença na final com a visita oficial à Argélia que inicia na segunda-feira, dia seguinte à final.