Futebol Internacional
Trump sai em defesa de Infantino e adverte FIFA contra "erro terrível"
Em resposta aos pedidos de demissão de Gianni Infantino, o líder dos Estados Unidos posicionou-se sobre a polémica que está a dominar o futebol mundial, em defesa do presidente da FIFA.
Donald Trump defendeu o presidente da FIFA. Numa publicação na Truth Social, o presidente dos Estados Unidos declarou apoio a Gianni Infantino, em resposta ao último comunicado da UEFA, CONCACAF e AFC.
“A FIFA estaria a cometer um erro terrível se, por qualquer motivo, considerasse substituir o seu presidente Gianni Infantino”, escreveu.
A aliança Trump-Infantino tem estado no centro de todas críticas entre as confederações e adeptos de futebol.
Vencedor do primeiro “Prémio FIFA da Paz”, o presidente norte-americano pediu a Gianni Infantino, com sucesso, que retrocedesse com a decisão de suspensão por cartão vermelho a Folarin Balogun da seleção dos Estados Unidos, no último Mundial de futebol.
A última ligação entre os dois líderes surgiu com o novo projeto de abertura da FIFA ao investimento privado, entretanto abandonado depois das reações críticas e ameaças de boicote.
Na Administração Trump estariam já potenciais investidores do FIFA Forward Enterprise, que de acordo com o dirigente do organismo se destinava a “criar uma base para reforçar ainda mais as Associações-Membro da FIFA e o futebol em todo o mundo”.
A FIFA pretendia vender uma participação minoritária, de até 20%, numa nova empresa que passaria a gerir as atividades comerciais e os eventos da entidade desportiva.
A resposta de Donald Trump surge na sequência da onda de pedidos de demissão e, especialmente, do último comunicado da UEFA, CONCACAF e AFC, no qual acusam o presidente da FIFA de “quebra de confiança”.
“Quando uma pessoa se coloca acima do coletivo que lhe confiou autoridade, esse dever foi abandonado", afirmaram numa “carta aberta à família do futebol”.
“A FIFA estaria a cometer um erro terrível se, por qualquer motivo, considerasse substituir o seu presidente Gianni Infantino”, escreveu.
Revoltado com a ideia de afastar o atual líder do organismo de futebol, Donald Trump classificou o último Campeonato do Mundo de futebol, realizado entre os EUA, o México e o Canadá, como o “de maior sucesso”, diretamente associado à liderança do suiíço-italiano.
O Mundial 2026 foi o mais lucrativo de sempre, com quase 15 mil milhões de dólares (13 mil milhões de euros) em receitas geradas.
A aliança Trump-Infantino tem estado no centro de todas críticas entre as confederações e adeptos de futebol.
Vencedor do primeiro “Prémio FIFA da Paz”, o presidente norte-americano pediu a Gianni Infantino, com sucesso, que retrocedesse com a decisão de suspensão por cartão vermelho a Folarin Balogun da seleção dos Estados Unidos, no último Mundial de futebol.
A última ligação entre os dois líderes surgiu com o novo projeto de abertura da FIFA ao investimento privado, entretanto abandonado depois das reações críticas e ameaças de boicote.
Na Administração Trump estariam já potenciais investidores do FIFA Forward Enterprise, que de acordo com o dirigente do organismo se destinava a “criar uma base para reforçar ainda mais as Associações-Membro da FIFA e o futebol em todo o mundo”.
A FIFA pretendia vender uma participação minoritária, de até 20%, numa nova empresa que passaria a gerir as atividades comerciais e os eventos da entidade desportiva.
A resposta de Donald Trump surge na sequência da onda de pedidos de demissão e, especialmente, do último comunicado da UEFA, CONCACAF e AFC, no qual acusam o presidente da FIFA de “quebra de confiança”.
“Quando uma pessoa se coloca acima do coletivo que lhe confiou autoridade, esse dever foi abandonado", afirmaram numa “carta aberta à família do futebol”.