Futebol Nacional
Abertas candidaturas a fundo de 100 mil euros da FPF para clubes afetados
As candidaturas ao Fundo de Apoio Urgente às Catástrofes naturais da Federação Portuguesa de Futebol, no valor de 100 mil euros, abriram hoje, podendo os clubes, sociedades desportivas e associações afetados pelas recentes intempéries candidatar-se até final de fevereiro.
A medida surge após a reunião, de segunda-feira, da Comissão Coordenadora para as Emergências no Futebol, que aprovou as alterações ao regulamento do mecanismo de apoio que, ainda assim, continua a ser visto como um "processo evolutivo".
Em declarações à Lusa, a CEO da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Helena Pires, sublinhou que a prioridade é dar uma "resposta célere" para que os clubes e associações consigam "retomar e repor a normalidade das suas atividades".
Questionada sobre a disponibilidade da FPP aumentar o montante global dos apoios no valor de 100 mil euros, a dirigente esclareceu tratar-se do valor inicialmente disponibilizado pela Comissão Coordenadora, mas sublinha que este é um "processo evolutivo".
"Aquilo que neste momento nos preocupa efetivamente é garantir a proximidade e todo o apoio que possa ser dado ", afirmou Helena Pires, lembrando ainda que "uma parte da receita” do jogo particular da seleção nacional AA a realizar no feriado de 10 de junho também irá reverter para esta situação.
"Cá estaremos a seu tempo para ir tomando as decisões que se mostrarem convenientes e oportunas", acrescentou ainda, sublinhando que haverá um acompanhamento permanente da evolução da situação.
Helena Pires referiu também que o Presidente da FPF, Pedro Proença, irá visitar as zonas afetadas na próxima semana, estando ainda prevista a realização de uma reunião da direção da federação em Leiria, no dia 20 de fevereiro, como sinal de solidariedade para com os agentes desportivos atingidos pelo temporal.
Segundo o regulamento publicado hoje, podem beneficiar deste apoio Associações Distritais e Regionais de Futebol (ADR), Sócios de Classe e Clubes ou Sociedades Desportivas que tenham sofrido danos significativos em infraestruturas desportivas, sociais ou comunitárias.
O documento estipula que as verbas devem ser aplicadas na reconstrução de infraestruturas destinadas à prática de futebol ou futsal e na aquisição de equipamentos essenciais à reposição da normalidade.
O apoio foca-se na recuperação das instalações para o seu estado anterior à catástrofe.
“A Federação Portuguesa de Futebol, obviamente, tendo em conta toda esta urgência e premência, decidirá rapidamente com relação aos processos que lhe forem submetidos”, garantiu ainda Helena Pires.
O prazo para o envio dos processos decorre entre hoje e 27 de fevereiro de 2026.
Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos, que irão beneficiar de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
A situação de calamidade em Portugal continental foi inicialmente decretada entre 28 de janeiro e 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, tendo depois sido estendida até ao dia 08 para 68 concelhos, voltando a ser prolongada até 15 de fevereiro.
Em declarações à Lusa, a CEO da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Helena Pires, sublinhou que a prioridade é dar uma "resposta célere" para que os clubes e associações consigam "retomar e repor a normalidade das suas atividades".
Questionada sobre a disponibilidade da FPP aumentar o montante global dos apoios no valor de 100 mil euros, a dirigente esclareceu tratar-se do valor inicialmente disponibilizado pela Comissão Coordenadora, mas sublinha que este é um "processo evolutivo".
"Aquilo que neste momento nos preocupa efetivamente é garantir a proximidade e todo o apoio que possa ser dado ", afirmou Helena Pires, lembrando ainda que "uma parte da receita” do jogo particular da seleção nacional AA a realizar no feriado de 10 de junho também irá reverter para esta situação.
"Cá estaremos a seu tempo para ir tomando as decisões que se mostrarem convenientes e oportunas", acrescentou ainda, sublinhando que haverá um acompanhamento permanente da evolução da situação.
Helena Pires referiu também que o Presidente da FPF, Pedro Proença, irá visitar as zonas afetadas na próxima semana, estando ainda prevista a realização de uma reunião da direção da federação em Leiria, no dia 20 de fevereiro, como sinal de solidariedade para com os agentes desportivos atingidos pelo temporal.
Segundo o regulamento publicado hoje, podem beneficiar deste apoio Associações Distritais e Regionais de Futebol (ADR), Sócios de Classe e Clubes ou Sociedades Desportivas que tenham sofrido danos significativos em infraestruturas desportivas, sociais ou comunitárias.
O documento estipula que as verbas devem ser aplicadas na reconstrução de infraestruturas destinadas à prática de futebol ou futsal e na aquisição de equipamentos essenciais à reposição da normalidade.
O apoio foca-se na recuperação das instalações para o seu estado anterior à catástrofe.
“A Federação Portuguesa de Futebol, obviamente, tendo em conta toda esta urgência e premência, decidirá rapidamente com relação aos processos que lhe forem submetidos”, garantiu ainda Helena Pires.
O prazo para o envio dos processos decorre entre hoje e 27 de fevereiro de 2026.
Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos, que irão beneficiar de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
A situação de calamidade em Portugal continental foi inicialmente decretada entre 28 de janeiro e 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, tendo depois sido estendida até ao dia 08 para 68 concelhos, voltando a ser prolongada até 15 de fevereiro.