Futebol Nacional
APCVD notifica Ministério Público sobre agressão a árbitro no Montijo
A Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) vai notificar o Ministério Público sobre a agressão a um árbitro no jogo de futebol entre Olímpico do Montijo e Cova da Piedade.
A APCVD “procederá ao envio ao Ministério Público de toda a informação compilada que se afigure útil para a prossecução da justiça, atendendo à competência das autoridades judiciárias na investigação de matéria criminal”, lê-se num comunicado, divulgado esta segunda-feira.
Em causa está a agressão a um árbitro assistente, que foi atingido por um caixote do lixo arremessado pela bancada, motivando a suspensão, aos 43 minutos, do encontro da quinta jornada da Série D da Taça Joaquim José Sousa Marques, da Associação de Futebol de Setúbal, disputado no Montijo. A equipa visitante vencia, nesta altura, por 2-1.
A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) já havia repudiado a agressão, exigindo “uma resposta clara de todas as entidades com responsabilidades no futebol e na segurança dos recintos desportivos”.
Para a APAF, “nada justifica uma agressão a um árbitro, a um jogador, a um dirigente ou a qualquer outro agente envolvido no jogo”, pelo que “é necessário que estes casos sejam investigados, julgados e punidos de forma célere, firme e exemplar”.
Em causa está a agressão a um árbitro assistente, que foi atingido por um caixote do lixo arremessado pela bancada, motivando a suspensão, aos 43 minutos, do encontro da quinta jornada da Série D da Taça Joaquim José Sousa Marques, da Associação de Futebol de Setúbal, disputado no Montijo. A equipa visitante vencia, nesta altura, por 2-1.
A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) já havia repudiado a agressão, exigindo “uma resposta clara de todas as entidades com responsabilidades no futebol e na segurança dos recintos desportivos”.
Para a APAF, “nada justifica uma agressão a um árbitro, a um jogador, a um dirigente ou a qualquer outro agente envolvido no jogo”, pelo que “é necessário que estes casos sejam investigados, julgados e punidos de forma célere, firme e exemplar”.