Futebol Nacional
Benfica ao ritmo do tango
Foram argentinos os dois golos do Benfica esta noite em Alvalade. Sálvio marcou aos 15 minutos de jogo, Gaitán aos 62' fez o resultado final e pelo meio Sidnei foi expulso. Apesar da superioridade numérica dos "leões", o Sporting foi incapaz de contraria os encarnados. Com este resultado, o Benfica continua no segundo lugar, a oito pontos do líder FC Porto e com mais 15 do que o Sporting, terceiro classificado.
O Sporting entrou em campo desfalcado de duas peças fundamentais para o técnico Paulo Sérgio: Evaldo e Daniel Carriço. O lateral era ausência anunciada por castigo, já o central foi baixa de última hora devido a problemas musculares, tendo Torsiglieri ocupado a vaga no eixo.
O Benfica entrou melhor no jogo e logo aos dois minutos podia ter inaugurado o marcador numa jogada de Saviola e Gaitán. Com o bom arranque, os encarnados ganharam moral e se não marcaram logo a abrir, aos 15 minutos Sálvio encarregou-se disso.
Jogada na esquerda do ataque do Benfica, conduzida por Gaitán que tentou servir Cardozo mas a bola acabou por sobrar para a direita onde surgiu Sálvio a passar por Grimi e a aplicar um pontapé sem hipóteses de defesa para Patrício.
O Sporting demorou a reagir, e se equilibrou o jogo ou até esteve ligeiramente por cima, foi só nos últimos 10-15 minutos do primeiro tempo. Yannick Djaló foi quem esteve mais perto de empatar a partida aos 34 minutos.
Ainda antes do intervalo, o Benfica ficou reduzido a 10 unidades por expulsão de Sidnei. O central viu o cartão vermelho por acumulação de amarelos.
Na segunda parte, o Sporting foi incapaz de reagir e não conseguiu aproveitar a superioridade numérica. Jesus reequilibrou a equipa com a entrada do central Jardel, sacrificando Saviola, enquanto Paulo Sérgio preferiu esperar para ver.
O certo é que o Benfica entrou para a segunda parte criando uma ocasião soberana, com Fábio Coentrão a oferecer a Cardozo o segundo golo, evitado graças a um corte "in-extremis" de Torsiglieri.
O Sporting assumiu então a despesa do jogo, criando duas oportunidades flagrantes de golo no primeiro quarto de hora, aos 53 e 58 minutos, com Yannick e Postiga a falharem e a enterrarem as hipóteses do Sporting alterar o destino da partida, visto que o Benfica chegou ao segundo golo pouco depois.
Com alguma sorte à mistura, é verdade, mas premiou a atuação do melhor jogador em campo, Nico Gaitán.
A partir daí, o Benfica passou a ter o jogo controlado, apesar de Paulo Sérgio ter decidido tardiamente arriscar com a entrada de Saleiro e o sacrifício de Pedro Mendes e dos jogadores "leoninos" nunca terem atirado a "toalha ao chão".
O Sporting acabou por nem sequer chegar ao golo de honra, que fez por merecer, quase sempre por detalhes de ordem técnica de um "onze" que é qualitativamente inferior ao do Benfica.
O Benfica entrou melhor no jogo e logo aos dois minutos podia ter inaugurado o marcador numa jogada de Saviola e Gaitán. Com o bom arranque, os encarnados ganharam moral e se não marcaram logo a abrir, aos 15 minutos Sálvio encarregou-se disso.
Jogada na esquerda do ataque do Benfica, conduzida por Gaitán que tentou servir Cardozo mas a bola acabou por sobrar para a direita onde surgiu Sálvio a passar por Grimi e a aplicar um pontapé sem hipóteses de defesa para Patrício.
O Sporting demorou a reagir, e se equilibrou o jogo ou até esteve ligeiramente por cima, foi só nos últimos 10-15 minutos do primeiro tempo. Yannick Djaló foi quem esteve mais perto de empatar a partida aos 34 minutos.
Ainda antes do intervalo, o Benfica ficou reduzido a 10 unidades por expulsão de Sidnei. O central viu o cartão vermelho por acumulação de amarelos.
Na segunda parte, o Sporting foi incapaz de reagir e não conseguiu aproveitar a superioridade numérica. Jesus reequilibrou a equipa com a entrada do central Jardel, sacrificando Saviola, enquanto Paulo Sérgio preferiu esperar para ver.
O certo é que o Benfica entrou para a segunda parte criando uma ocasião soberana, com Fábio Coentrão a oferecer a Cardozo o segundo golo, evitado graças a um corte "in-extremis" de Torsiglieri.
O Sporting assumiu então a despesa do jogo, criando duas oportunidades flagrantes de golo no primeiro quarto de hora, aos 53 e 58 minutos, com Yannick e Postiga a falharem e a enterrarem as hipóteses do Sporting alterar o destino da partida, visto que o Benfica chegou ao segundo golo pouco depois.
Com alguma sorte à mistura, é verdade, mas premiou a atuação do melhor jogador em campo, Nico Gaitán.
A partir daí, o Benfica passou a ter o jogo controlado, apesar de Paulo Sérgio ter decidido tardiamente arriscar com a entrada de Saleiro e o sacrifício de Pedro Mendes e dos jogadores "leoninos" nunca terem atirado a "toalha ao chão".
O Sporting acabou por nem sequer chegar ao golo de honra, que fez por merecer, quase sempre por detalhes de ordem técnica de um "onze" que é qualitativamente inferior ao do Benfica.