Futebol Nacional
1.ª Liga
Carlos Vicens responde a Salvador que não precisa de pressão externa
O treinador Carlos Vicens refutou hoje as críticas do presidente do clube, frisando que não precisa de pressão externa e desejou maior eficácia ofensiva já diante do Sporting, na sexta-feira, na oitava jornada da I Liga de futebol.
Há pouco mais de uma semana, quase 10 dias depois do empate 0-0 com o Santa Clara, nos Açores, o presidente dos minhotos, António Salvador, deixou críticas ao desempenho da equipa, notando que o “clube exige mais” do que foi apresentado até aqui, referindo-se não “apenas a resultados”, mas a “uma capacidade de competir que é inegociável”.
Na conferência de imprensa de antevisão à receção ao Sporting, Carlos Vicens, instado com as palavras do líder bracarense, notou que ele é “o primeiro crítico” de tudo o que a equipa faz.
“A pessoa deste edifício e deste clube que tem um nível de exigência e uns standards mais altos, que põe pressão em si mesmo e que aborda tudo com um espírito crítico maior, não tenho dúvidas de que sou eu”, começou por dizer.
Mesmo quando a equipa ganha, notou, o primeiro a querer “melhorar, evoluir ou melhorar processos” é o próprio técnico: “o que têm de saber é que, a mim, a pressão chega-me de dentro [de si próprio] e não preciso de pressão externa. Tenho um respeito e uma relação ‘top’ com o presidente, porque já são 15 meses aqui. Falamos todos os dias e ele, como responsável máximo do clube, também tem de ter a ambição, a coragem e energia”, disse.
Carlos Vicens lembrou ainda o percurso de oito anos no Manchester City, desde as camadas jovens do clube inglês até ao cargo de adjunto de Pep Guardiola.
“Venho de um entorno onde trabalhavas todos os dias sabendo que tudo o que não era ganhar e jogar muito bem era criticado. Tenho isso gravado a fogo na minha cabeça. Por isso, a minha maneira de trabalhar e a minha maneira de ser faz-me ser muito autoexigente”, reforçou.
Vicens admitiu que há coisas para melhorar, reconhecendo um jogo "menos fluído" nos Açores e que, ofensivamente, a equipa "está bastante longe" do que pretende - o Sporting de Braga tem menos 10 golos marcados no mesmo número de jogos (12) em relação à época passada.
“Olhámos para as estatísticas todas e a equipa não está longe [em relação à época passada], em muitas coisas até está melhor, mas o futebol é golos e temos de trabalhar para a equipa gerar mais”, disse.
Diante dos ‘leões’, Vicens quer um Sporting de Braga equilibrado: “em jogos deste nível tudo é importante, transições, bolas paradas, vamos tentar estar bem nas duas direções e queremos fazer um grande jogo”.
Com cerca de três semanas de paragem devido aos compromissos das seleções, o técnico revelou que os jogadores tiveram “um momento de desconexão da rotina”, com uma semana de férias, iniciando agora “um mês intenso” com nove jogos.
Niakaté, a recuperar de longa lesão, é o único indisponível para o jogo de sexta-feira.
Sporting de Braga, sexto classificado, com 11 pontos (e menos um jogo), e Sporting, terceiro, com 15, defrontam-se na sexta-feira, a partir das 20:15, no Estádio Municipal de Braga, num jogo que vai ser arbitrado por João Pinheiro, da associação de Braga.
Na conferência de imprensa de antevisão à receção ao Sporting, Carlos Vicens, instado com as palavras do líder bracarense, notou que ele é “o primeiro crítico” de tudo o que a equipa faz.
“A pessoa deste edifício e deste clube que tem um nível de exigência e uns standards mais altos, que põe pressão em si mesmo e que aborda tudo com um espírito crítico maior, não tenho dúvidas de que sou eu”, começou por dizer.
Mesmo quando a equipa ganha, notou, o primeiro a querer “melhorar, evoluir ou melhorar processos” é o próprio técnico: “o que têm de saber é que, a mim, a pressão chega-me de dentro [de si próprio] e não preciso de pressão externa. Tenho um respeito e uma relação ‘top’ com o presidente, porque já são 15 meses aqui. Falamos todos os dias e ele, como responsável máximo do clube, também tem de ter a ambição, a coragem e energia”, disse.
Carlos Vicens lembrou ainda o percurso de oito anos no Manchester City, desde as camadas jovens do clube inglês até ao cargo de adjunto de Pep Guardiola.
“Venho de um entorno onde trabalhavas todos os dias sabendo que tudo o que não era ganhar e jogar muito bem era criticado. Tenho isso gravado a fogo na minha cabeça. Por isso, a minha maneira de trabalhar e a minha maneira de ser faz-me ser muito autoexigente”, reforçou.
Vicens admitiu que há coisas para melhorar, reconhecendo um jogo "menos fluído" nos Açores e que, ofensivamente, a equipa "está bastante longe" do que pretende - o Sporting de Braga tem menos 10 golos marcados no mesmo número de jogos (12) em relação à época passada.
“Olhámos para as estatísticas todas e a equipa não está longe [em relação à época passada], em muitas coisas até está melhor, mas o futebol é golos e temos de trabalhar para a equipa gerar mais”, disse.
Diante dos ‘leões’, Vicens quer um Sporting de Braga equilibrado: “em jogos deste nível tudo é importante, transições, bolas paradas, vamos tentar estar bem nas duas direções e queremos fazer um grande jogo”.
Com cerca de três semanas de paragem devido aos compromissos das seleções, o técnico revelou que os jogadores tiveram “um momento de desconexão da rotina”, com uma semana de férias, iniciando agora “um mês intenso” com nove jogos.
Niakaté, a recuperar de longa lesão, é o único indisponível para o jogo de sexta-feira.
Sporting de Braga, sexto classificado, com 11 pontos (e menos um jogo), e Sporting, terceiro, com 15, defrontam-se na sexta-feira, a partir das 20:15, no Estádio Municipal de Braga, num jogo que vai ser arbitrado por João Pinheiro, da associação de Braga.