Estrela da Amadora oficializa venda da SAD a consórcio alemão

Estrela da Amadora oficializa venda da SAD a consórcio alemão

O Estrela da Amadora oficializou a venda da SAD a um consórcio alemão composto por duas empresas e um grupo de investimento. No negócio estão envolvidos os futebolistas Thomas Muller, Mats Hummels e Yann Sommer.

RTP / Adicionar como fonte informativa
Foto: Paulo Nascimento/Nurphoto via AFP

O negócio – agora oficializado – da venda do Estrela da Amadora ao "consórcio internacional liderado pela ADvantage e pela LEAD, com o apoio do Grupo KI" prevê a aquisição de 90% do capital social da SAD do emblema por parte dos alemães.

No novo projeto que estará a ser pensado para o futuro do clube estão ainda envolvidas caras bem conhecidas dos relvados internacionais: Thomas Muller, Mats Hummels e Yann Sommer são acionistas do Grupo KI.

"Estamos entusiasmados por fazer parceria com a equipa e ansiosos por apoiá-los enquanto constroem algo especial", afirmou Alexander Benter, da ADvantage, agora acionista maioritária dos “tricolores”.

O negócio ficou feito por uma verba a rondar os 40 milhões de euros. O empresário alemão Johannes Mosmang assume, aos 35 anos, o cargo de presidente da SAD do clube português, funções desempenhadas por Paulo Lopo desde 2020, agora como presidente da direção do clube da Reboleira.




Nos últimos seis anos, o Estrela da Amadora escalou do Campeonato de Portugal, a quarta divisão do futebol português, até à I Liga, de onde não mais saiu desde 2023.

O investimento estrangeiro no clube traça novas ambições, que passam por torná-lo mais forte e competitivo entre os rivais.


"Portugal é um dos ambientes mais estimulantes do futebol europeu da atualidade. Estamos empenhados em desenvolver este clube de forma disciplinada e sustentável, investindo nas pessoas certas, na infraestrutura certa e no modelo de futebol certo, para que todos os que estão ligados ao Estrela da Amadora possam orgulhar-se do que construiremos juntos", explicou Benter.

O Estrela continua a deter os restantes 10% do capital social da SAD, respeitando os valores percentuais exigidos pela legislação portuguesa, que se fixa no valor mínimo de 5%.
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