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FPF defende utilidade pública contestada

FPF defende utilidade pública contestada

A Federação Portuguesa de Futebol considera injustificada a hipótese de perda do estatuto de utlidade pública, avançada  pelo jornal  "A Bola"

RTP /

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) defendeu que "é perfeitamente injustificada" a alusão de perda de estatuto de utilidade pública por não ter agido contra Valentim Loureiro, no âmbito de um processo de coacção sobre uma equipa de arbitragem.  
 
Em comunicado, a FPF garante que não chegaram ao conhecimento do Conselho de Justiça (...) quaisquer factos relacionados com o jogo Boavista-Académica, realizado a 20 de Setembro de 2003", dos quais a Comissão Disciplinar da Liga enviou notas de culpa ao clube "axadrezado" e ao então presidente, João Loureiro, por coacção sobre a equipa de arbitragem. 

De acordo com uma noticia divulgada pelo jornal "A Bola", esta quinta-feira, a FPF incorre no risco de perda de utilidade pública desportiva devido à omissão do Conselho de Justiça quanto a Valentim Loureiro, no caso de coacção à equipa de arbitragem, no jogo que o Boavista disputou com a Académica, na época de 2003/04.
 
 A FPF remeteu a questão da perda de utilidade pública - por alegada omissão do seu Conselho de Justiça - para a secretaria de Estado do Desporto que, contactada pela Agência Lusa, se escusou a comentar o assunto. 
 
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