Futebol Nacional
Futebol profissional com mais clubes: decisão polémica
A assembleia geral da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) votou por maioria o alargamento dos campeonatos profissionais de 16 para 18 clubes na I Liga e de 16 para 22 na II Liga.
Após 12 horas de trabalho o alargamento obteve 31 votos a favor, 15 contra e duas abstenções.
Uma decisão que terá, agora, de obter a aprovação da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e do Conselho Nacional de Desporto (CND).
O alargamento poderá processar-se sem "liguilla". NaI Liga ficam os 16 clubes actuais mais os dois primeiros da II Liga. Nesta ficam os que estão mais 6 equipas B e dois promovidos da 2ª divisão. As equipas B serão do FC Porto, Benfica, Braga, Sporting, Maritimo e Vitória de Guimarães.
Dos 15 clubes que votaram contra alguns falam que este esquema acima citado coloca em causa a verdade desportiva.
Também os diretios televisivos estiveram em discussão no conselho de presidentes. Posto em causa o monopólio dos contratos relativos aos direitos televisivos vigentes nas competições progissionais. O presidente da Liga, Mário Figueiredo, foi mandato para levar a cabo um estudo económico e para preparar a instrução de uma eventual queixa junto da Direção geral de Concorrência da Comissão Europeia. A Liga pretende assumir a negociação em bloco de contratos mais favoráveis para a generalidade dos clubes.
Uma decisão que terá, agora, de obter a aprovação da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e do Conselho Nacional de Desporto (CND).
O alargamento poderá processar-se sem "liguilla". NaI Liga ficam os 16 clubes actuais mais os dois primeiros da II Liga. Nesta ficam os que estão mais 6 equipas B e dois promovidos da 2ª divisão. As equipas B serão do FC Porto, Benfica, Braga, Sporting, Maritimo e Vitória de Guimarães.
Dos 15 clubes que votaram contra alguns falam que este esquema acima citado coloca em causa a verdade desportiva.
Também os diretios televisivos estiveram em discussão no conselho de presidentes. Posto em causa o monopólio dos contratos relativos aos direitos televisivos vigentes nas competições progissionais. O presidente da Liga, Mário Figueiredo, foi mandato para levar a cabo um estudo económico e para preparar a instrução de uma eventual queixa junto da Direção geral de Concorrência da Comissão Europeia. A Liga pretende assumir a negociação em bloco de contratos mais favoráveis para a generalidade dos clubes.