Liga de clubes exalta "marca indelével" no futebol nacional
A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) lamentou hoje a morte de Silvino Louro, considerando que o antigo guarda-redes de Benfica e FC Porto, entre outros, deixa "uma marca indelével na história" da modalidade.
"Silvino foi uma figura de enorme relevância para o Futebol português, tanto pelo seu percurso como jogador, como pela sua notável carreira como treinador de guarda-redes e adjunto", começou por reagir o presidente da LPFP, Reinaldo Teixeira.
Em comunicado divulgado no site oficial do organismo, Teixeira salientou "a consistência, profissionalismo e dedicação" de Silvino enquanto jogador, mas também a relevância como treinador de guarda-redes.
"Fora das quatro linhas, o seu contributo, conhecimento e capacidade de desenvolver talento deixaram uma marca indelével na história do nosso futebol, sendo lembrado com respeito e admiração por todos aqueles que com ele trabalharam", assinalou.
O antigo guarda-redes Silvino Louro, que jogou por Benfica e FC Porto e foi internacional por Portugal, morreu hoje aos 67 anos.
Nascido em Setúbal, em 1959, Silvino representou Vitória de Setúbal, Vitória de Guimarães, Desportivo das Aves, Benfica, FC Porto e Salgueiros ao longo de duas décadas como jogador e conquistou oito troféus, por entre 23 internacionalizações ao serviço da seleção principal de Portugal.
O resto da carreira foi dedicado ao treino especializado de guarda-redes, com passagens por FC Porto, os ingleses do Chelsea e do Manchester United, os italianos do Inter Milão e os espanhóis do Real Madrid, sempre integrado na equipa técnica de José Mourinho, atual treinador do Benfica, antes de uma última experiência nos sudaneses do Al Hilal Omdurman.