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Mundiais de judo. Rochele Nunes eliminada nos "oitavos"
A judoca portuguesa Rochele Nunes foi eliminada ao segundo combate em +78 kg, nos oitavos de final nos Mundiais em Tashkent, ao perder com a francesa Julia Tolofua, por "ippon".
Rochele Nunes, judoca de origem brasileira e que marcava presença nos seus sextos Mundiais, o terceiro por Portugal, desde que se naturalizou em 2019, não conseguiu anular o favoritismo de Tolofua, quarta do ranking mundial.
A judoca do Benfica (16.ª) começou a competição a vencer a checa Marketa Paulusova (78.ª), com um "waza-ari" seguido de uma imobilização ("osaekomi"), mas diante de Tolofua, a quem tinha vencido uma vez e perdido duas, perdeu da mesma maneira.
Na Humo Arena, Nunes chegou a estar na frente, com um "waza-ari" a meio do combate, mas Tolofua, obrigada a atacar, anulou a vantagem e na sequência do movimento imobilizou a judoca lusa.
O avançar do cronómetro nos instantes finais não foi suficiente para Rochele Nunes segurar a vantagem que tinha nos oitavos de final nos Mundiais de judo, surpreendida com um "ouchi gari" da francesa Julia Tolofua.
A entrada nos "quartos" – que lhe daria a certeza de fazer mais combates -, ou nas meias-finais ou na repescagem -, esteve nas "mãos" da judoca portuguesa, mas Tolofua atacou para um ‘tudo ou nada’ a 25 segundos do fim e com êxito.
“É frustrante, senti que estava a controlar bem e quando levamos este golpe dói um pouco mais. É como se eu estivesse quase, mas o judo tem isso, já ganhei lutas e hoje acabei, infelizmente, perdendo”, disse no final judoca.
O sonho de Rochele em voltar com uma medalha depois de quase um ano parada, devido a uma rotura do ligamento cruzado do joelho direito, ficou por terra, com a judoca a sair de Tashkent com uma vitória e uma derrota, resultado semelhante a Joana Diogo (-52 kg) e Anri Egutidze (-90 kg).
Antes, no seu primeiro combate, Rochele Nunes tinha feito valer o seu favoritismo perante a checa Marketa Paulusova (78.ª), num duelo em que também se colocou em perigo, com dois castigos – o terceiro equivale a desclassificação (hansoku-make).
A judoca foi a última dos oito portugueses em prova, num campeonato em que Bárbara Timo conquistou a única medalha, ao ser bronze em -63 kg, enquanto Jorge Fonseca, que venceu dois de quatro combates (-100 kg), falhou o "tri" mundial.
Fonseca apresentava-se em Tashkent com o dorsal vermelho de campeão do mundo e no seu caso em duas edições consecutivas, em 2019 em Tóquio, quando se tornou o primeiro português a ser ouro num Mundial da modalidade, e em 2021 em Budapeste.
A judoca do Benfica (16.ª) começou a competição a vencer a checa Marketa Paulusova (78.ª), com um "waza-ari" seguido de uma imobilização ("osaekomi"), mas diante de Tolofua, a quem tinha vencido uma vez e perdido duas, perdeu da mesma maneira.
Na Humo Arena, Nunes chegou a estar na frente, com um "waza-ari" a meio do combate, mas Tolofua, obrigada a atacar, anulou a vantagem e na sequência do movimento imobilizou a judoca lusa.
Rochele Nunes cede quase no fim
O avançar do cronómetro nos instantes finais não foi suficiente para Rochele Nunes segurar a vantagem que tinha nos oitavos de final nos Mundiais de judo, surpreendida com um "ouchi gari" da francesa Julia Tolofua.
A entrada nos "quartos" – que lhe daria a certeza de fazer mais combates -, ou nas meias-finais ou na repescagem -, esteve nas "mãos" da judoca portuguesa, mas Tolofua atacou para um ‘tudo ou nada’ a 25 segundos do fim e com êxito.
“É frustrante, senti que estava a controlar bem e quando levamos este golpe dói um pouco mais. É como se eu estivesse quase, mas o judo tem isso, já ganhei lutas e hoje acabei, infelizmente, perdendo”, disse no final judoca.
O sonho de Rochele em voltar com uma medalha depois de quase um ano parada, devido a uma rotura do ligamento cruzado do joelho direito, ficou por terra, com a judoca a sair de Tashkent com uma vitória e uma derrota, resultado semelhante a Joana Diogo (-52 kg) e Anri Egutidze (-90 kg).
Antes, no seu primeiro combate, Rochele Nunes tinha feito valer o seu favoritismo perante a checa Marketa Paulusova (78.ª), num duelo em que também se colocou em perigo, com dois castigos – o terceiro equivale a desclassificação (hansoku-make).
A judoca foi a última dos oito portugueses em prova, num campeonato em que Bárbara Timo conquistou a única medalha, ao ser bronze em -63 kg, enquanto Jorge Fonseca, que venceu dois de quatro combates (-100 kg), falhou o "tri" mundial.
Fonseca apresentava-se em Tashkent com o dorsal vermelho de campeão do mundo e no seu caso em duas edições consecutivas, em 2019 em Tóquio, quando se tornou o primeiro português a ser ouro num Mundial da modalidade, e em 2021 em Budapeste.