Inglaterra
Futebol Internacional
Gael Clichy elogia José Mourinho
O defesa francês que pertence aos quadros do Manchester City elogiou o pragmatismo do Chelsea de José Mourinho, afirmando que o clube de Londres soube defender os seus interesses em campo, algo que Manuel Pellegrini não conseguiu com os Citizens.
“Dizem que o futebol do Chelsea é muito defensivo e que não gostam de atacar. Venceram vários jogos por apenas um golo mas no fim o que contam são os títulos. No futebol o que é preciso é saber vencer mesmo sem jogar bem”, comentou Clichy.
“Houve muitas partidas em que devíamos ter segurado o empate e acabámos por perder, algo que o Chelsea não fez.
E o facto é que isso foi o que fez a diferença esta temporada. Nas duas partidas frente ao Chelsea estivemos melhor mas mesmo assim acabámos por empatar”, continuou o defesa francês.
O jogador de 29 anos mostrou-se também crítico da filosofia futebolística do seu clube.
“Aqui a filosofia é jogar bonito e marcar muitos golos mas temos de saber dar mérito a quem merece e este ano quem merece é o Chelsea, pois tem sido a melhor equipa esta temporada”.
“Se o Chelsea precisasse de cinco pontos para vencer o título e tivesse de empatar cinco jogos, o Chelsea seria o clube que o conseguiria fazer. Por isso, devem estar a fazer bem as coisas”, concluiu.
“Houve muitas partidas em que devíamos ter segurado o empate e acabámos por perder, algo que o Chelsea não fez.
E o facto é que isso foi o que fez a diferença esta temporada. Nas duas partidas frente ao Chelsea estivemos melhor mas mesmo assim acabámos por empatar”, continuou o defesa francês.
O jogador de 29 anos mostrou-se também crítico da filosofia futebolística do seu clube.
“Aqui a filosofia é jogar bonito e marcar muitos golos mas temos de saber dar mérito a quem merece e este ano quem merece é o Chelsea, pois tem sido a melhor equipa esta temporada”.
“Se o Chelsea precisasse de cinco pontos para vencer o título e tivesse de empatar cinco jogos, o Chelsea seria o clube que o conseguiria fazer. Por isso, devem estar a fazer bem as coisas”, concluiu.